26 de ago. de 2010

Obra infantil da Editora Luz e Vida recebeu o Prêmio Areté de Literatura 2010





Editora Luz e Vida recebe Prêmio Areté 2010

A obra infantil A Arca Sonora de Noé, da Editora Luz e Vida, recebeu o Prêmio Areté de Literatura 2010, na categoria ilustração infantojuvenil. O designer da Editora, Lucas Fabossi fez as ilustrações do livro musical, que também ficou entre os três melhores na categoria multimídia.

O resultado do Prêmio Areté 2010 foi revelado no Congresso Anual dos Editores Cristãos, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A premiação é considerada a mais importante do segmento cristão do mercado editorial brasileiro e é realizada pela Associação dos Editores Cristãos desde 1991.

O musical A Arca Sonora de Noé, de autoria da professora Roseli Rosário Pimenta, foi lançado em 2009 e é voltado para crianças entre cinco e oito anos. A história é contada e cantada de modo criativo e lúdico para auxiliar na iniciação musical das crianças.

Editora Luz e Vida e o Prêmio Areté

Em 2009, a Editora Luz e Vida venceu o prêmio Areté de Literatura na categoria multimídia, com o DVD Histórias de Formiga 2, do Smilingüido e sua turma. No ano de 2008, os vencedores foram o livro Musicalizando com a Turminha Querubim, na categoria educação infantojuvenil, e o Gibi do Smilingüido, na infantil nacional. A Editora Luz e Vida venceu também em 2007, na categoria infantil com o Gibi do Smilingüido e ficou entre os três melhores na categoria multimídia de ensino, com o livro Meu primeiro louvor - vol.2.

Outros produtos da Editora se destacaram nas categorias educação cristã infantojuvenil, com o livro O Pequeno Pastor, e na maternal, com a Coleção Aprendendo Cores e Números. O livro A criação foi o vencedor de 2005 na categoria multimídia de ensino e nessa mesma categoria, o Meu primeiro louvor ganhou o Prêmio ABEC 2004 – todos ilustrados com os personagens da Turminha Querubim.

Mais informações sobre o Prêmio Areté pelo www.editorescristaos.org.br

CIRCUS SERENDIPITUS NO PROJETO PRATA DA CASA DO SESC POMPEIA

Thalma de Freitas, Iara Rennó, Quincas Moreira e Yuri Pinheiro promovem laboratório de composição espontânea

O grupo se define como um laboratório de composição espontânea, em que quatro artistas utilizam técnicas de improvisação no processo criativo. Com apresentações inusitadas e únicas, o Circo Serendiptus é formado pelas cantoras Thalma de Freitas e Iara Rennó e pelos músicos Quincas Moreira e Yuri Pinheiro e conta com participações especiais como a do guitarrista Guilherme Held.

Os arranjos das composições possuem uma estrutura, mas não necessariamente regras impostas de repetição. São arranjos maleáveis que se constroem a partir do momento e da comunicação entre os músicos e a platéia de cada apresentação.

SERVIÇO:
PROJETO PRATA DA CASA APRESENTA CIRCUS SERENDIPTUS NO SESC POMPEIA
Rua Clélia, 93
Dia 31/08. Terça, 21h.
Choperia. Retirada de ingressos uma hora antes do show, na bilheteria do SESC Pompeia.
Não recomendado para menores de 12 anos
Lotação: 800 lugares
Telefone para informações: (11) 3871-7700

JUCA CHAVES COMEMORA 50 ANOS DE CARREIRA

JUCA CHAVES FAZ SHOW “SÓ PARA INTELIGENTES”
Juca Chaves o Menestrel do Brasil, sempre satirizou a situação política e econômica brasileira e por isso mesmo no seu novo show não será diferente.
Simpatia, bom humor e som que sai do seu alaúde. É com essa combinação que o Menestrel do Brasil vem animando o País nas últimas cinco décadas, sempre com sua sátira inteligente e modinhas que viraram a sua marca e que, como bem definiu Vinícius de Moraes, transfoarmaram o patinho feio da MPB num cisne especial. Estamos Falando de Juca Chaves.
Em comemoração aos 50 anos de carreira, Juca Chaves mistura suas famosas modinhas do passado e do presente que o tornaram um entre os melhores compositores do País.

As apresentações vão acontecer aos sábados, nos dias 28 de agosto e 04, 11 e 18 de setembro.

Serviço:
Teatro Juca Chaves
End: Rua João Cachoeira, 899 – Itaim Bibi (dentro do Hipermercado Extra)
Telefone: (11) 3168-2015
Valor: R$ 60,00 (meia entrada para idosos e estudantes)
www.teatrojucachaves.com.br

Fernando Morais, prefacia livro Pequeno Tempo, com lançamento sábado, 28/08




Pequeno Tempo, romance de prosa poética, de Vanessa Campos Rocha será lançado,

sábado, 28/08, na Livraria da Vila de Moema, em tarde de autógrafos





Após ganhar um concorrido concurso de literatura de Recife, o Prêmio Lúcio Varejão, e emplacar mil exemplares de presente, o livro Pequeno Tempo, de Vanessa Campos Rocha, tem lançamento em São Paulo. Sua narrativa conquistou Fernando Morais* que, premonitoriamente, anunciou: “Escritora à vista”, ao prefaciar o livro. “Naveguei, como dizem hoje, com avidez pelas palavras dessa Vanessa que escreve, com saúde, sobre o universo feminino em que a escolha adequada das palavras revela a intransigência que não se divorciou da ternura”, avisa. Essa moça de 33 anos que encontrou na psicologia o exercício para desembaralhar as angústias alheias, sonha com as palavras ininterruptamente. Precisa urgência para compartilhá-las. Assim, ela autografa seu livro no próximo sábado, 28/08, às 18hs, na Livraria da Vila de Moema (av. Moema, 493), a obra a introduz no mundo das criativas escritoras contemporâneas.



Necessidade orgânica, desde menina, em escrever. Como se escrever a hidratasse. Tem uma moringa infinita de palavras que jorra de si. Para quem não acreditava que a escrita era mesmo um talento nato, onde a solidão do escritor mora numa crença que ninguém vai se interessar pelo que ele pensa e escreve, Vanessa tem aberto caminhos para exercer este ofício sem quase precisar sair do seu canto cercado de verde e borboletas em Taubaté, interior de São Paulo, onde vive atualmente. Vanessa Campos Rocha deixa-se levar pela alegria de se descobrir escritora, apreciando a liberdade de ser ela mesma neste lugar que encontrou. E amplia sua amizade com todos os outros seres animados e inanimados que ganham vida com o olhar da menina nascida na capital, que conversa com as borboletas desde a tenra idade. Talvez seja uma.



O livro pode ser encontrado na Livraria da Vila ou encomendado direto no Blog da escritora http://vanessacamposrocha.blogspot.com.



Pequeno Tempo

Vanessa Campos Rocha

Edição: do Autor - apoio Fundação de Cultura Cidade do Recife

56 páginas

*Prefácio: Fernando Morais – escritor, jornalista e político (autor de Olga, Chatô, o rei do Brasil; e de O Mago, biografia de Paulo Coelho, entre outras obras)

Capa – Ilustração : Rafa (Ilustríssima – Folha de São Paulo)

Lançamento: Livraria da Vila de Moema – Rua Moema, 493

Dia: Sábado, 28/08/2010

Horário: 18hs

R$ 25,00

25 de ago. de 2010

Roko-Loko




Os personagens mais Rock’n’Roll dos quadrinhos! Esse casalzinho da pesada faz o maior sucesso entre a roqueirada brasileira. Criados em janeiro de 1996 estrearam no mês seguinte na revista Rock Brigade, a mais antiga, tradicional e famosa magazine roqueira da América Latina e uma das mais conceituadas do mundo!

Roko-Loko e Adrina-Lina são uma criação totalmente original e nova: em todas suas HQs eles contracenam com uma banda de verdade e aprontam toda a sorte de confusões possíveis e imagináveis.

Suas histórias são repletas de ação e trapalhadas, tudo num ritmo 100% Rock’n’Roll!

Baraldi cria suas HQs como se estivesse fazendo um frenético solo de guitarra.

Os personagens já estrelaram três livros de quadrinhos, um videogame para PC e um boneco, além de camisetas muito legais!

O Viajor




O Viajor' é uma lição de vida para aqueles que possuem conflitos internos de sapiência e maturidade espiritual, e necessitam encontrar-se consigo, superando os obstáculos encontrados no que tange à espiritualidade, isso antes de prosseguir no caminho da viagem. A essência da obra não está diretamente em suas frases bem tecidas, ou então na narrativa fluida e reflexões bem construídas, mas sim nos ensinamentos, onde cada leitor deve tirar suas próprias conclusões acerca das metáforas intrínsecas...

AZIZA Ara Mitta






Aziza, título do livro e nome de sua protagonista, narra a saga de uma garota predestinada a ser uma rainha-messias, que governaria todo um continente composto de vários reinos incrustados entre cordilheiras.

O continente será o palco de inúmeras aventuras, envolvendo Aziza em seu destino desde o nascimento. Nesta grandiosa saga, nada falta: romances, intrigas, lendas, deuses, povos primitivos e personagens singulares, como as yjaras e os serenos.

Sempre com muita imaginação, Ara Mitta consegue entremear a aventura de Aziza com discussões filosóficas e teológicas, tornando o romance um livro ainda maior que sua empolgante e surpreendente história, que prende o leitor do começo ao fim.

"O gato que pensava ser um rato" aborda adoção




“O gato que pensava ser um rato”, em cartaz no Teatro Ruth Escobar, é uma opção para a garotada. De forma didática e interativa, a montagem levanta temas que faz a plateia pensar, se identificar e interagir.

Um casal de ratos encontra na porta da biblioteca um filhote de gato, que passa a ser criado como um filho que não tiveram. Com o passar do tempo o gatinho vai se descobrindo diferente de seus pais, até que descobre quem realmente é.

De forma lúdica, aborda assuntos sobre a diferença, adoção e relações com as pessoas, seus medos, suas sombras e alegrias.

As crianças mergulham no imaginário através da presença de um narrador meio mágico, meio palhaço e uma lua encantadora. Com interação e humor, a diversão é garantida também para os bem grandinhos, que se divertem com as referências de super-herois... Entre descobertas e aceitações, a peça desperta a reflexão sobre a importância da integração, do convívio com diferentes culturas e o respeito com o outro e o meio-ambiente.

Por meio do projeto “Cenário Sustentável” criado pela Companhia, a cenografia é toda feita do reaproveitamento de lixo. “O gato que pensava ser um rato” mexe com todos os sentidos e desperta a curiosidade.

Não poderia deixar de lado a música. Para isso, foi intencional a escolha da música clássica, hábito que não é muito encontrado nas crianças. Misturada aos sons onomatopeicos, a música pode despertar a vontade em cada Ser de, quando sair do teatro, querer saber mais sobre o som que não está muito acostumado a ouvir. Aos sábados e domingos, às 17h30, no Ruth Escobar. Programe-se já e garanta os ingressos pelo Ingresso.com.

Cada personagem tem uma frase que sintetiza o que querem dizer na peça:

“Era uma vez...” – O Narrador
“Ser diferente é bom! Imagine o mundo repleto de seres iguais uns aos outros” – Sra. Ratinha
“O conhecimento que faz você diferente dos outros” – Sr. Ratinho
“O importante é o que você tem no coração” – O Gato
“Esse beco é a minha área” – O Big
“Sempre que eu puder, iluminarei seu caminho” – A Lua

Sinopse
Um gato de apenas 1 mês é abandonado pelos pais na porta de uma biblioteca e é adotado por um casal de ratos. Ele acredita ser um rato até que um dia descobre quem realmente É. Confuso, sai de casa e conhece o mundo. Passa por algumas aventuras, faz amizades e percebe que o amor é mais forte que tudo.


Ficha Técnica
Texto, Direção e Trilha Sonora: Priscila Quedas
Elenco:
Elise Guedes
Leandro Destácio
Leonardo Braga
Madu Ferreira
Renata Machado
Rodrigo Reis
Assistente de Direção e Música Original: Leandro Destácio
Figurinos e Acessórios: Renata Machado
Cenário: Leonardo Braga
Make-up: Rodrigo Reis
Preparação Vocal: Eric D´ávila
Sonoplastia: Ricardo D´addio
Iluminação: Marcus Filomenus
Arte Gráfica: Carla Bonomi, Franco Zampese e Silvana Gallinari
Fotografia: Ricardo Peres
Produção Geral: Elise Guedes

Serviço
Local: Teatro Ruth Escobar - sala: Gil Vicente
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 - Bela Vista
Dias e Horários: Sábados e Domingos às 17h30

A ametista e o jatobá

A ametista e o jatobá – romance do médium Eurípedes Kühl, responsável por várias obras de sucesso –, lançamento
da Petit Editora, demonstra o quanto ainda somos vulneráveis à prova da riqueza e como é importante vivenciá-la.
Em A ametista e o jatobá, Anita, filha de fazendeiros, sonha com uma mulher de luz que a presenteia com jatobás.
Deles surgem pedras brilhantes que irradiam um fascinante colorido. O sonho foi um aviso: logo depois de uma
grande tempestade, a vida daquela família nunca mais será a mesma. Uma das vítimas da enchente e dos relâmpagos
que serpentearam no céu, causando pavor e tantos estragos, foi majestosa árvore. Depois, ao invés da bonança,
outro tipo de tormenta desabou sobre a Fazenda Jatobá – desta vez arrancada da terra, onde se encontrava adormecida
há séculos...
O romance
No dia seguinte ao terrível aguaceiro, Amarildo, ao contemplar o gigante tombado, descobre uma grande pedra
preciosa. A possibilidade da riqueza o alegra e, ao mesmo tempo, inquieta seu coração. Acompanhado no devaneio
por seus familiares, é bruscamente interrompido pela inesperada – e indesejada, naquele instante – visita de Joseval,
proprietário da fazenda vizinha. Recebido friamente por aquela família, o vizinho interroga a si mesmo: o que pretendem
esconder? Afastado sem contemplação, o visitante não se dá por vencido.
Em seguida, o comportamento de Amarildo revela o quanto o vislumbre da riqueza influenciou o seu caráter.
Modificado, ele enxerga inimigos por toda parte. Joseval, o vizinho, não perde tempo: ao descobrir a existência
da pedra, cede a impulsos desonestos e pede a Chico, seu único empregado, que convoque os sobrinhos para
ajudá-lo “num trabalho extra”. Seu propósito é um só: roubar a pedra do jatobá...
O autor
Eurípedes Kühl, o autor de A ametista e o jatobá, é médium, escritor, pesquisador e palestrante, responsável por
várias obras de sucesso. Além do trabalho literário que desenvolve e de suas atividades no Centro Fé, Esperança
e Caridade, em Ribeirão Preto (SP), cidade onde reside com os familiares. Escreve para jornais, revistas e sites.
Militar do Exército, hoje na reserva, nasceu em família espírita e desde a juventude foi incentivado a estudar o
Espiritismo.
A trama empolgante que envolve os personagens de A ametista e o jatobá se desenrola a partir da formidável descoberta
de Amarildo. Ao lado da riqueza – arrancada das entranhas da terra por violenta tempestade –, alinham-se,
neste e no outro lado da vida, a cobiça, a infidelidade, a mentira, a traição, a violência...
Título: A ametista e o jatobá
Autor: Eurípedes Kühl
Número de páginas: 272
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 31,90
ISBN: 978-85-7253-186-3

24 de ago. de 2010

Vencedor do 6º Prêmio Barco a Vapor será revelado no dia 23 de agosto

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Comemorando seus seis anos no Brasil, o 6º Prêmio Barco a Vapor de literatura infantil e juvenil, promovido pela Fundação SM, anuncia seu vencedor na próxima segunda-feira, dia 23 de agosto, em cerimônia para convidados e imprensa. O evento, que marca a abertura das inscrições para a sétima edição, acontece no Itaú Cultural, em São Paulo.
O vencedor do Prêmio, além de ter sua obra publicada por Edições SM, na coleção Barco a Vapor, receberá R$ 30 mil em dinheiro, referente ao adiantamento de direitos autorais. Nesta edição, foram inscritos mais de 500 originais. Em 2009, a vencedora foi a mineira Mariângela Haddad com O sumiço da pantufa. O livro conta a história do desaparecimento de uma pantufa que vivia em um apartamento novo, para o qual havia se mudado recentemente, junto com uma família (um casal com uma filha única). Certo dia, desaparece a pantufa da mãe e ninguém sabe o que aconteceu. A alternância dos pontos de vista vai esclarecendo o sumiço e convida o leitor a decifrar o enigma.
Nas edições anteriores, foram premiados Délcio Teobaldo, com Pivetim (2008), Flávio Carneiro, com A distância das coisas (2007), Gláucia Lewicki, com Era mais uma vez outra vez (2006), e Caio Riter, com o título O rapaz que não era de Liverpool (2005).
A premiação acontece há 30 anos na Espanha e existe em todos os países onde o grupo atua: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Porto Rico e República Dominicana.
Entrega do 6º Prêmio Barco a Vapor
Segunda, 23 de agosto de 2010, às 20h
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149 piso térreo (próximo à estação de metrô Brigadeiro)
Bela Vista | São Paulo | SP

Vencedor do 6º Prêmio Barco a Vapor será revelado no dia 23 de agosto

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Comemorando seus seis anos no Brasil, o 6º Prêmio Barco a Vapor de literatura infantil e juvenil, promovido pela Fundação SM, anuncia seu vencedor na próxima segunda-feira, dia 23 de agosto, em cerimônia para convidados e imprensa. O evento, que marca a abertura das inscrições para a sétima edição, acontece no Itaú Cultural, em São Paulo.
O vencedor do Prêmio, além de ter sua obra publicada por Edições SM, na coleção Barco a Vapor, receberá R$ 30 mil em dinheiro, referente ao adiantamento de direitos autorais. Nesta edição, foram inscritos mais de 500 originais. Em 2009, a vencedora foi a mineira Mariângela Haddad com O sumiço da pantufa. O livro conta a história do desaparecimento de uma pantufa que vivia em um apartamento novo, para o qual havia se mudado recentemente, junto com uma família (um casal com uma filha única). Certo dia, desaparece a pantufa da mãe e ninguém sabe o que aconteceu. A alternância dos pontos de vista vai esclarecendo o sumiço e convida o leitor a decifrar o enigma.
Nas edições anteriores, foram premiados Délcio Teobaldo, com Pivetim (2008), Flávio Carneiro, com A distância das coisas (2007), Gláucia Lewicki, com Era mais uma vez outra vez (2006), e Caio Riter, com o título O rapaz que não era de Liverpool (2005).
A premiação acontece há 30 anos na Espanha e existe em todos os países onde o grupo atua: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Porto Rico e República Dominicana.
Entrega do 6º Prêmio Barco a Vapor
Segunda, 23 de agosto de 2010, às 20h
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149 piso térreo (próximo à estação de metrô Brigadeiro)
Bela Vista | São Paulo | SP

Biblioteca do Bebê - Bienal do Livro

Leitura no berço ajuda a romper ciclo da pobreza

Seminário na Bienal do Livro traz especialistas internacionais para falar das evidências científicas da influência da leitura precoce sobre a inteligência e desempenho escolar. IAB lança a Biblioteca do Bebê na exposição

A exposição prematura aos livros pode ajudar a romper o ciclo da pobreza. Um ambiente doméstico de leitura é antecipador do sucesso escolar, mais do que a renda ou o nível de escolaridade dos pais. Conclusões como essas estão em estudos recentes do Massachussets Institute dos Estados Unidos, que apontam o impacto de ler para crianças de 0 a 3 anos. O tema foi explorado pelo especialista David Dicskson, doutor em Educação pela Universidade de Harvard e especialista em alfabetização, na abertura do seminário Leitura desde o berço: políticas sociais integradas para a Primeira Infância, promovido pelo Instituto Alfa e Beto na 21.a Bienal do Livro, em São Paulo.

O Instituto lança na ocasião o Guia IAB de Leitura para a Primeira Infância: os 600 livros que toda criança deve ler antes de entrar para a escola e a Cartilha Primeira Infância Primeiras Leituras, que explica as melhores técnicas de ler para bebês de forma a estimular o desenvolvimento de cada fase.

A fase de 0 a 3 anos é considerada crucial para a linguagem, diz Dickinson. O desenvolvimento dos neurônios é extremamente rápido nos anos iniciais da vida. Esse desenvolvimento está relacionado à quantidade de estímulos que a criança recebe. E os estímulos da linguagem tem papel vital nesse processo.

A experiência do vocabulário inicial também varia de acordo com a renda.

Crianças de ambientes de menor renda são expostas - no período de 12 a 36 meses - a 12 milhões de palavras, enquanto as de alta, a 38 milhões. Dos 30 aos 36 meses, o vocabulário cresce 50%. Aos dois anos, as que foram expostas a mais palavras têm velocidade maior de processamento mental da linguagem - que é o cerne do pensamento. São capazes de usar 2,5 mil palavras, enquanto as de menor renda usam apenas 300 palavras. As de maior vocabulário aprendem mais rápido palavras novas, estabelecendo uma diferença de patamar de difícil compensação pelas escolas. Tais crianças tendem a ser mais aceitas socialmente e mais estimuladas a progredir na escola.

O seminário contou igualmente com a presença da pediatra Perri Klas, que apontou a importância de ler para crianças de maneira a fornecer os melhores estímulos para o desenvolvimento de cada faixa etária. Ela foi responsável por transformar um programa de estímulo à leitura infantil de um único hospital em um programa nacional - o Reach Out and Read - que desenvolve atividades em mais de 4,5 mil centros em 50 estados nos Estados Unidos.

Além de treinar médicos e enfermeiras para que estimulem os pais a ler para seus filhos pequenos, o programa fornece material adequado, distribuindo anualmente mais de 6 milhões de livros para mais de 3,8 milhões de crianças. Klass trabalha atualmente treinando profissionais de saúde em todo o território norte-americano e, recentemente, em Portugal e Filipinas, na estratégia de incorporar livros e orientações aos pais sobre como ler para seus filhos em cada faixa etária. A lógica é que essa ação contribui para o desenvolvimento mental e emocional das crianças.

Perri mostrou as evidências dos resultados desses programas, que incluem também a distribuição de livros. As famílias participantes mencionavam - com quatro vezes mais freqüência do que as outras - a leitura como uma das três atividades que mais gostavam de fazer com seus filhos. Os estudos mostram que essas atividades de leitura realizadas no lar cresceram 40% ao longo de dois anos, nas família do programa. O impacto disso foi brutal no desenvolvimento do vocabulário das crianças. O vocabulário passivo avançou seis mais - do que as do grupo de controle -, e o ativo, 3 meses. O passivo diz respeito às palavras que a criança é capaz de entender; o ativo, de usar.

O IAB promove esse debate no Brasil para estimular programas focados nessa faixa etária. O seminário de São Paulo encerra o ciclo, que incluiu palestras no Rio de Janeiro (dia 16), Salvador (18), Alagoas (19) e Recife (20). O fundador do Instituto, João Batista Oliveira é psicólogo com PHD em Educação. Trabalhou como professor no Brasil e no exterior. Como funcionário do Banco Mundial, em Washington, e da Organização Internacional do trabalho (OIT), em Genebra, trabalhou como consultor, desenvolvendo projetos na área de educação em mais de 60 países.

O Instituto Alfa e Beto – IAB apresenta a Biblioteca do Bebê na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A Biblioteca do Bebê é uma iniciativa do IAB em parceria com a Câmara Brasileira do Livro e que também conta com o apoio da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Ela irá ilustrar como pais e cuidadores podem ler para crianças desde o berço, os diferentes tipos de livros. Os visitantes receberão a cartilha Primeira Infância Primeiras Leituras explicando por que ler, como ler, quando ler, onde ler e o que ler para as crianças.

Além disso, o IAB está lançando um guia de leitura para crianças com o ambicioso título de: Os 600 livros que toda criança deve ler antes de entrar para a escola e a Coleção Pequenos Leitores, composta por 12 livros destinados a crianças de 6 a 36 meses.

1ª Convenção Internacional de Tatuagem acontece neste fim de semana em São Bernardo

O evento acontece na Coordenadoria de Ações para a Juventude (Cajuv) e reunirá cerca de 60 estandes




Neste fim de semana, dias 28 e 29 de agosto, São Bernardo do Campo recebe a 1ª Convenção Internacional de Tatuagem no ABC. O evento, que conta com o apoio da Prefeitura, acontecerá das 12h às 22h na Coordenadoria de Ações para a Juventude (Cajuv). Cerca de 10 mil pessoas são esperadas para os dois dias de evento, que também contará com palestras e oficinas gratuitas. A entrada será 4 litros de leite em caixa, que serão distribuídos para as entidades assistidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc).
Cerca de 60 estandes trarão o universo dos tatuadores para o evento, que tem como principal objetivo disseminar informações sobre a tatuagem para todos os públicos. Além dos melhores profissionais do País, como o veterano Marcelo Mordenti, está confirmada a presença de cinco tatuadores da Argentina, três do Chile, três do Japão e um do Peru. Entre eles, o mais famoso é o argentino Camilo Tuero, um dos precursores e mais experientes na técnica realismo colorido sobre a pele. O artista também dará um workshop sobre o tema no sábado (28/8).
Na convenção também haverá sorteios de tattoo e brindes, apresentação de bandas da região, como Supper Bee, Trauma, Vetera e The Drunk, além de mais de 10 modelos de hot rods (carros modificados da década de 20, 30 e 40).
Um dos destaques da convenção será o Concurso de Tattoo, direcionado apenas aos participantes da convenção. Serão avaliadas 17 categorias, incluindo série de desenhos de temas brasileiros, tribal e melhores feitas nos dias do evento. Outro concurso será o Miss Tattoo, direcionado ao público feminino.
Para quem gosta do tema, esta será a oportunidade de conhecer os melhores profissionais, que estarão atendendo durante todo o evento. O preço da tatuagem varia de acordo com o desenho e o tatuador. Já os workshops custam de R$ 180 a R$ 300. Outras informações no site www.tatuagemsbc.com.br.

Oportunidade para quem quer descobrir a Cabala

Oportunidade para quem quer descobrir a Cabala



Portal da Cabala abre inscrições para encontros que apresentam os primeiros passos dessa sabedoria milenar em São Paulo



A Cabala ganhou destaque recentemente na mídia após alguns adeptos famosos, entre eles, claro, Madonna. Mas a sabedoria é milenar e sua espiritualidade, praticada em vários países. Para quem quer aprender sobre a filosofia, o Portal da Cabala, organização sem fins lucrativos criada com o compromisso de praticar e divulgar a sabedoria, abre inscrições para o Curso de Iniciação à Cabala, em São Paulo, no Regent Park Suíte Hotel. São quatro encontros, sempre segunda-feira, das 19h às 20h30. O primeiro encontro acontece em 27 de setembro e a programação segue até 25 de outubro.

Ian Mecler, ministrante do curso, conhece profundamente a Cabala e seus segredos. Em anos de dedicação à filosofia, é autor dos livros Aqui, Agora, que acaba de ser lançado pela Editora Record, O poder de realização da Cabala, A Cabala e a arte de ser feliz, A Força - o poder dos anjos da Cabala e As Dez Leis da Realização. No curso, Ian discute com os participantes sobre o desejo, o poder da palavra, o comportamento contemplativo, os ciclos do tempo, numerologia e apresenta uma introdução sobre a Árvore da Vida.

O curso valoriza a teoria, mas também a prática. Durante os encontros, são desenvolvidas diversas meditações. Após entenderem o significado e estarem preparados, os participantes integram um breve ritual para colocação de lã vermelha. As vagas são limitadas.

Sobre o Portal da Cabala
O Portal da Cabala é uma organização sem fins lucrativos, criada com o compromisso de praticar e divulgar a sabedoria da Cabala. É formado por um núcleo de pessoas com o mesmo interesse: exercitar o compartilhar e dessa forma tornar a experiência da vida algo realmente gratificante. (www.portaldacabala.com.br).

Serviço:
Curso Completo de Iniciação à Cabala
Ministrante: Ian Mecler
Local: São Paulo - Regent Park Suíte Hotel
Endereço: R. Oscar Freire, 533 - Cerqueira Cesar
Horário: 19h às 20h30
Datas: Módulo I - 27/09, 04/10, 18/10 e 25/10

Valor para inscrição até 01/09
Módulo I - 2x R$ 150,00
Após essa data:
Módulo I - 2x R$160,00

Curso de Tabagismo da SPPT visa a facilitar a árdua tarefa de abandonar o vício

Médicos e profissionais da área da saúde bem preparados aumentam as chances de sucesso no tratamento de seus pacientes



Se depender única e exclusivamente da força de vontade do fumante, ele entra na cruel estatística de que apenas 5% das tentativas de abandono do tabagismo têm êxito. No entanto, estudos demonstram que ao procurar acompanhamento profissional especializado e acesso a medicação, quando necessária, as chances de sucesso imediato aumentam para até 60%.



Por este motivo, a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) oferece, em 28 de agosto de 2010, um curso de tabagismo voltado a médicos de quaisquer especialidades e profissionais da área da saúde, com o objetivo de auxiliá-los no desenvolvimento de rotinas ainda mais eficazes para auxiliar aqueles que desejam abandonar o tabagismo.



O curso tem enfoque na prática profissional, tanto no ambiente ambulatorial como hospitalar, e visa a apresentar alternativas aos desafios impostos durante o tratamento do tabagismo, estimulando o debate sobre os novos conhecimentos que possam conduzir à melhora das taxas a curto e longo prazos.



“É essencial que os profissionais de saúde se sintam confortáveis durante a abordagem ao paciente. Isto só é possível quando discutimos exaustivamente as situações pelas quais todos eles enfrentarão na prática cotidiana”, afirma dr. Sérgio Ricardo Santos, presidente da Comissão de Tabagismo da SPPT, coordenador e um dos ministradores da aula.



Entre os tópicos do evento, a avaliação do fumante em consultório, tratamento farmacológico e abordagem comportamental na prática clínica. No final, uma atividade prática simulará as atividades de atendimento.



Segundo o coordenador do curso, o simulado de atendimento a pacientes estimulará o debate entre os participantes, criando condições favoráveis ao surgimento de dúvidas que provavelmente não viriam a tona durante um curso teórico.



Junto ao dr. Sérgio Ricardo, estará a dra. Maria Vera Cruz, coordenadora do ambulatório de tabagismo do Hospital do Servidor Público Estadual, e o dr. Adriano Guazelli, médico pneumologista da Faculdade de Medicina do ABC.



Inscrições e outras informações podem ser obtidas no site www.sppt.org.br ou pelo telefone 0800 171618. As vagas são limitadas e os valores variam entre R$ 150 (sócios) e R$ 200 (não-sócios).





SPPT | Curso de Tabagismo

Data: 28 de agosto de 2010

Horário: das 8h às 17h30

Local: Sede da SPPT

Endereço: Rua Machado Bittencourt, 205 – Térreo – São Paulo/SP

Informações e inscrições: 0800 171618 | www.sppt.org.br

Tempo de Comédia direçao Eliana Fonseca

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Tempo de Comédia

A história fala sobre um futuro não muito distante, onde robôs passam a substituir os atores em novelas de baixo orçamento.

Em uma delas, uma atriz-robô, que não para de rir, chama a atenção de um jovem escritor, que decide fugir com a garota depois que uma diretora, por ciúmes, decide apagar sua memória. O casal passa por diversas aventuras até que percebem que estão apaixonados.





Elenco: Julia Carrera, Eduardo Muniz, Luiz Damasceno, Malu Pessin, Ricardo Ventura, Livia Lisboa, Livia Guerra, Bia Borin, Luciano Gatti e Sergio Rufino. Direção: Eliana Fonseca.

Estréia dia 19 de Agosto (quinta)

Até 29 de Agosto, de quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Teatro Popular do SESI (456 lugares)

Avenida Paulista, 1313 - Metrô Trianon-Masp (Cerqueira César)

Tel: (11) 3333-7511

Ingressos: Grátis

(A distribuição dos ingressos tem início a partir da abertura da bilheteria no mesmo dia do evento. Horário de funcionamento da bilheteria: de quarta-feira a sábado, das 12h às 20h30; domingo, das 11h às 20h.)

Duração: 90 minutos.

5º Crie e Ganhe LEGO

lego

A marca dinamarquesa, famosa pelos bloquinhos de montar, lança em parceria com a loja de brinquedos Ri Happy um concurso que animará ainda mais o Dia das Crianças

A LEGO, em parceria com a Ri Happy, lança a partir do dia 01/08/10, um novo desafio, o 5º Crie e Ganhe LEGO, que vai mexer com a criatividade de toda a família. Para participar do Concurso, basta construir brinquedos LEGO com tema livre e deixar a imaginação fluir.

Os participantes deverão efetuar a inscrição no 5º Crie e Ganhe LEGO, fazendo um cadastro no Hot Site (www.legobrasil.com.br/crieeganhe2010) ou por ficha de inscrição nas lojas Ri Happy e, em seguida, postar a foto da construção no site.

O prazo limite para se inscrever é dia 12/09/2010. Durante o concurso, haverá uma votação popular via Hot Site no período de 01/08/10 a 27/09/10. No dia 02/10/2010, as 5 melhores construções por categoria serão divulgadas, sendo que as categorias são divididas entre crianças de 4 a 6 anos, 7 a 9 anos, 10 a 12 anos e 13 ano ou mais. A construção vencedora será aquela que tiver a maior quantidade de votos dos usuários.

O construtor da criação LEGO classificada em primeiro lugar, de cada categoria, receberá R$ 1000,00 reais em brinquedos LEGO. Os outros 19 vencedores também serão premiados com brinquedos LEGO de acordo com a classificação obtida pela votação online, com prêmios que variam de R$ 500,00 a R$ 150,00 em brinquedos LEGO.

Para Robério Esteves, diretor de operações da M.Cassab, distribuidora exclusiva da LEGO no País, o desafio é uma excelente forma de incentivar o raciocínio lógico das crianças e adolescentes "Os nossos blocos de montar permitem que as crianças inventem o brinquedo que desejarem, basta ter criatividade. Além de incentivar a imaginação da criançada, os brinquedos LEGO valorizaram, desde o início da história da marca, a importância do desenvolvimento motor e o raciocínio lógico dos pequenos", aponta Esteves.

Atualmente, sete caixas de LEGO são vendidas em cada segundo em todo o mundo e 22 bilhões de elementos são produzidos anualmente em fábricas localizadas na Dinamarca e no leste europeu, o que equivale a produção de aproximadamente 2 milhões de peças por hora ou 36 mil por minuto. Se juntássemos todas as pecinhas da LEGO vendidas em um ano e colocássemos uma atrás da outra, daríamos mais de cinco voltas no mundo.

Sobre a LEGO

Fundado em 1932 na Dinamarca, o Grupo LEGO é líder mundial no segmento de brinquedos de montar, sendo a quinta maior fabricante de brinquedos em diversidade e faturamento no mundo. Atualmente, a empresa está presente em mais de 130 países. Por ano são produzidos 120 milhões de conjuntos LEGO, vendidos em 80 mil pontos de venda. Estima-se que 300 milhões de crianças brinquem com seus produtos em todo mundo, estimulando assim a criatividade, a imaginação, o desenvolvimento da coordenação motora e raciocínio lógico. Em 1986, a LEGO iniciou suas atividades no Brasil e desde 2005, os brinquedos são distribuídos pela M. Cassab.

5º Crie e Ganhe LEGO

lego

A marca dinamarquesa, famosa pelos bloquinhos de montar, lança em parceria com a loja de brinquedos Ri Happy um concurso que animará ainda mais o Dia das Crianças

A LEGO, em parceria com a Ri Happy, lança a partir do dia 01/08/10, um novo desafio, o 5º Crie e Ganhe LEGO, que vai mexer com a criatividade de toda a família. Para participar do Concurso, basta construir brinquedos LEGO com tema livre e deixar a imaginação fluir.

Os participantes deverão efetuar a inscrição no 5º Crie e Ganhe LEGO, fazendo um cadastro no Hot Site (www.legobrasil.com.br/crieeganhe2010) ou por ficha de inscrição nas lojas Ri Happy e, em seguida, postar a foto da construção no site.

O prazo limite para se inscrever é dia 12/09/2010. Durante o concurso, haverá uma votação popular via Hot Site no período de 01/08/10 a 27/09/10. No dia 02/10/2010, as 5 melhores construções por categoria serão divulgadas, sendo que as categorias são divididas entre crianças de 4 a 6 anos, 7 a 9 anos, 10 a 12 anos e 13 ano ou mais. A construção vencedora será aquela que tiver a maior quantidade de votos dos usuários.

O construtor da criação LEGO classificada em primeiro lugar, de cada categoria, receberá R$ 1000,00 reais em brinquedos LEGO. Os outros 19 vencedores também serão premiados com brinquedos LEGO de acordo com a classificação obtida pela votação online, com prêmios que variam de R$ 500,00 a R$ 150,00 em brinquedos LEGO.

Para Robério Esteves, diretor de operações da M.Cassab, distribuidora exclusiva da LEGO no País, o desafio é uma excelente forma de incentivar o raciocínio lógico das crianças e adolescentes "Os nossos blocos de montar permitem que as crianças inventem o brinquedo que desejarem, basta ter criatividade. Além de incentivar a imaginação da criançada, os brinquedos LEGO valorizaram, desde o início da história da marca, a importância do desenvolvimento motor e o raciocínio lógico dos pequenos", aponta Esteves.

Atualmente, sete caixas de LEGO são vendidas em cada segundo em todo o mundo e 22 bilhões de elementos são produzidos anualmente em fábricas localizadas na Dinamarca e no leste europeu, o que equivale a produção de aproximadamente 2 milhões de peças por hora ou 36 mil por minuto. Se juntássemos todas as pecinhas da LEGO vendidas em um ano e colocássemos uma atrás da outra, daríamos mais de cinco voltas no mundo.

Sobre a LEGO

Fundado em 1932 na Dinamarca, o Grupo LEGO é líder mundial no segmento de brinquedos de montar, sendo a quinta maior fabricante de brinquedos em diversidade e faturamento no mundo. Atualmente, a empresa está presente em mais de 130 países. Por ano são produzidos 120 milhões de conjuntos LEGO, vendidos em 80 mil pontos de venda. Estima-se que 300 milhões de crianças brinquem com seus produtos em todo mundo, estimulando assim a criatividade, a imaginação, o desenvolvimento da coordenação motora e raciocínio lógico. Em 1986, a LEGO iniciou suas atividades no Brasil e desde 2005, os brinquedos são distribuídos pela M. Cassab.

Atividades do dia-a-dia sem segredos para deficientes visuais





Muitas vezes realizamos mecanicamente as atividades cotidianas devido à rotina que estabelecemos no nosso dia-a-dia. Pense em tudo o que se faz desde a hora em que se acorda até a hora de ir dormir e imagine realizar tudo isso sem o uso da visão ou com a apenas um resíduo visual. Num primeiro momento, após a perda visual, quase tudo parece impossível de ser realizado, já que a visão representa um recurso importante que nos orienta em todas as etapas de uma atividade.

Na ausência da visão ou somente parte dela, é necessário avaliar, nas diferentes situações, quais sentidos podem nos oferecer as informações necessárias para que possamos cumprir cada etapa de uma atividade.

"Não é porque a pessoa cega não pode se enxergar que manter o cabelo arrumado, fazer a maquiagem de acordo com os gostos pessoais, manter a barba bem-feita, organizar as roupas, entre outros itens, não seja relevante", comenta Patrícia Otani, terapeuta ocupacional na Fundação Dorina Nowill para Cegos.


O importante é perceber que existem outras formas de se ver e que em algumas situações, solicitar o olhar do outro não é sinal de incapacidade. Quantas mulheres, e porque não os homens, pedem a opinião de amigos e parentes para saber se o visual está bom ou não?


Há pessoas que reconhecem a roupa pelo simples toque na peça, por meio do tipo de tecido ou algum detalhe característico. Outros reconhecem por uma etiqueta braille ou uma pista tátil como um pingo de tinta em relevo. Separar as peças também pode ajudar a localizar com mais facilidade roupas, sapatos e acessórios.

Enfrentar o dia-a-dia sendo uma pessoa cega ou com baixa visão é um grande desafio para jovens e adultos em todas as idades. É preciso ter em mente que cada pessoa tem um potencial a ser desenvolvido diante de situações mais ou menos complexas. Em um novo momento de vida, desvendar os segredos que possibilitam fazer atividades do cotidiano pode parecer impossível ou pouco provável, mas aos poucos se descobre que adaptar-se representa uma escolha, na qual fazer ou não uma atividades depende do sim ou não que podemos à pergunta: "Dá para fazer?". O difícil é compreender que cada um tem um jeito particular de fazer as coisas, é preciso adaptar-se e aprender novas atividades.


Este é o tema do lançamento da Série Dorina Nowill "Atividades do dia-a-dia sem segredos para deficientes visuais", na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. As autoras Cristina Croitor e Patrícia Otani são terapeutas ocupacionais, especialistas em deficiência visual, e fazem parte da equipe de reabilitação da Fundação Dorina Nowill para Cegos.


A coleção foi lançada para informar e orientar, de forma simples e objetiva, familiares, professores, profissionais da área de saúde e sociedade em geral sobre questões relacionadas à visão subnormal e cegueira. A proposta da série é facilitar a inclusão das pessoas com deficiência visual.


A impressão do livro "Atividades do dia-a-dia sem segredos para deficientes visuais" contou com o patrocínio da Brastemp. Cada exemplar pode ser adquirido pelo valor de R$20,00. Os autores doaram seus direitos autorais e toda renda arrecadada será revertida em prol dos programas e ações desenvolvidos pela Fundação Dorina Nowill para Cegos para facilitar a inclusão de pessoas cegas e com baixa visão. Pessoas com deficiência visual podem adquirir gratuitamente a versão em braille ou falada da obra diretamente na biblioteca da instituição. Informações sobre aquisição destas e outras obras pelo telefone (11) 5087-0990 ou pelo e-mail biblioteca@fundacaodorina.org.br.


Também fazem parte da coleção as obras: "Convivendo com a baixa visão: da criança à pessoa idosa", "Perdi a Visão... e agora?", "A criança cega vai à escola: preparando para alfabetização", "A inclusão começa em casa - família e deficiência visual", "Braille?! O que é isso?", "Escola e deficiência visual - como auxiliar seu filho" e o livro "Deficiência visual e o mundo trabalho" e "Informática e deficiência visual: uma relação possível?".


Serviço:

Série Dorina Nowill

"Atividades do dia-a-dia sem segredos para deficientes visuais"

Autores: Cristina Croitor e Patrícia Otani

Preço: R$20,00

www.fundacaodorina.org.br

Show de Isabella Taviani em prol da Fundação Dorina Nowill para Cegos

Cantoras dividem os vocais em show beneficente

Sensibilizadas com o trabalho da Fundação Dorina Nowill para Cegos, as cantoras Isabella Taviani e Mariana Platero, realizarão um show para arrecadar fundos em prol das atividades desenvolvidas pela instituição. No dia 14 de setembro, as 21h, o Citibank Hall será o palco deste show beneficente.

Fundada em 11 de março de 1946, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida pela qualidade de seus livros braille, falados e digitais acessíveis, bem como dos programas de reabilitação para pessoas cegas e com baixa visão. São mais de seis décadas de dedicação e de muitas realizações.

Tudo isto graças a colaboradores, voluntários, amigos e patrocinadores que acreditam na missão da Fundação Dorina Nowill para Cegos e fazem da instituição uma referência no trabalho de inclusão social das pessoas deficientes visuais.

SERVIÇO:

SHOW DE ISABELLA TAVIANI E MARIANA PLATERO EM PROL DA FUNDAÇÃO DORINA NOWIL PARA CEGOS

Data:14 de Setembro

Horário: 21h (A casa abre as 19h30)

Local: Citibank Hall

Endereço: Avenida dos Jamaris, 213 - Moema

Telefone: 11 2846-6040

Estacionamento com manobrista (terceirizado): R$ 15,00

Lotação: 1456 pessoas.

Vendas de ingressos: www.ticketmaster ou fone: 4003 5588 e bilheteria do Citibank Hall

Preço de Ingressos:

Area vip e camarote - R$100,00 (inteira) / R$50,00 (meia)

Setor 1 - R$80,00 / R$40,00 (meia)

Setor 2 - R$60,00 / R$30,00 (meia)

Setor 3 - R$40,00 / R$20,00 (meia)

Sobre Isabella Taviani:

Isabella iniciou a sua jornada nos bares da noite carioca em 1992, o seu trabalho tem levado a cantora e compositora a conquistar seu lugar de destaque na música brasileira. Nos últimos dois anos, foram mais de 70 mil discos vendidos, vários sucessos de rádio, temas de novela e um público maior a cada dia, que vem lotando suas apresentações pelo Brasil. Em 2009, a cantora lançou o CD "Meu Coração Não Quer Viver Batendo Devagar", o seu 4º álbum desde o primeiro em 2003.

Sobre Mariana Platero:

Mariana está na estrada desde os 11 anos de idade, quando começou a cantar profissionalmente com os Trovadores Urbanos Mirins. Hoje aos 21 anos, é uma grande colaboradora da Fundação Dorina Nowill para Cegos e neste ano promove o segundo show em benefício da instituição. Mariana convidou Isabella por achar o trabalho da cantora impecável e por saber que Taviani não é só ótima cantora, mas também uma pessoa sensível e que gostaria de contribuir com a Fundação Dorina.

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos:

A Fundação Dorina Nowill para Cegos há 64 anos facilita a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão, por meio de reabilitação, e produção de livros e revistas acessíveis que permite às pessoas com deficiência visual acesso ao mundo do conhecimento e da informação. Com a maior imprensa braille da América Latina, a instituição tem capacidade para impressão de mais 45 milhões de páginas braille por ano. A Fundação Dorina Nowill produz livros didáticos, literatura e best-sellers. No local também são produzidos cardápios, partituras musicais, catálogos, cartões de visitas e outros materiais de prestação de serviços às empresas e à comunidade.

Dudu da Breka de Claudia Cotes

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Dudu da Breka, de Claudia Cotes, é uma história infantil que narra as travessuras de um menino que não parava quieto nunca. Subia em árvores, andava de patins, pescava e que era diferente em muitas outras coisas, uma delas era a falta da visão. Cego desde o nascimento, Dudu não deixou de brincar, correr e aprender por conta de não poder enxergar. A obra apresenta uma história tocante e oferece uma reflexão sobre a inclusão e as possibilidades dos deficientes visuais na nossa sociedade.

A obra é inspirada na história real de Eduardo Bertini, que hoje faz parte de um grupo de pessoas que monta oficinas para ensinar o braille às pessoas que enxergam. Usuário dos livros acessíveis disponibilizados pela Fundação Dorina Nowill para Cegos, Eduardo está orgulhoso da sua história ajudar outras crianças a compreenderem melhor as diferenças. Já o sonho da autora Cláudia Cotes, é ajudar a construir um mundo mais acessível para todos, um lugar que inclua surdos, cegos, deficientes intelectuais ou físicos.
Além da temática, o livro é o primeiro título infantil em tinta e braille lançado pelo selo Fundação Dorina Nowill para Cegos. O uso de letras ampliadas, do texto em braille, de imagens divertidas e em relevo, possibilita que crianças cegas e com baixa visão possam ler o livro em companhia da família e dos colegas de aula. Juntos podem compartilhar de uma leitura interessante e prazerosa, com um texto de páginas coloridas e ilustrações acessíveis, importantes para a compreensão de pessoas com e sem deficiência visual. Especialistas em educação inclusiva concordam que além de freqüentar o ensino regular, este tipo de atividade é o melhor caminho para que as crianças cegas desenvolvam relacionamento com crianças que enxergam, e que ambas aprendam a conviver com as diferenças e percebam que as dificuldades não são impossíveis de serem superadas.
Dudu da Breka
Fundação Dorina Nowill para Cegos
Cláudia Cotes; ilustrações de Osnei Rocha; fomato 21cm x 21cm; 36 páginas; R$25
Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos:
A Fundação Dorina Nowill para Cegos há 64 anos facilita a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão, por meio de reabilitação, e produção de livros e revistas acessíveis que permite às pessoas com deficiência visual acesso ao mundo do conhecimento e da informação. Com a maior imprensa braille da América Latina, a instituição tem capacidade para impressão de mais 45 milhões de páginas braille por ano. A Fundação Dorina Nowill produz livros didáticos, literatura e best-sellers. No local também são produzidos cardápios, partituras musicais, catálogos, cartões de visitas e outros materiais de prestação de serviços às empresas e à comunidade.
Sobre a autora:
Cláudia Cotes é formada em Letras e Fonoaudiologia pela PUC de Campinas. É Doutora em Linguística pela PUC/SP e mestra em Fonoaudiologia. Especialista em voz pelo Centro de Estudos da Voz (CEV), assessora repórteres da EPTV (afiliada da Rede Globo/Campinas). Fundou a ONG Vez da Voz, que busca a inclusão de pessoas com deficiência. Criadora do primeiro telejornal inclusivo da internet brasileira, do projeto Rádio em Libras (CBN/SP) e finalista do o prêmio Empreendedor Social 2009 - Folha de S.Paulo e Fundação Schwab. Seu irmão Paulo, com Síndrome de Down, ensinou-lhe muitas coisas importantes, como, por exemplo, procurar ser feliz todos os dias. Ele faleceu no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (03/12/2004) .
Sobre o ilustrador do livro:
Osnei Furtado da Rocha iniciou-se profissionalmente como ilustrador em 1972 na área de publicidade. Ao longo dos 30 anos de carreira atuou também na área editorial, contribuindo para diversas revistas como Playboy, Veja, Sitio do Pica-Pau Amarelo-revista da TV, entre outras. Ilustrou livros didáticos e de literatura infantil e juvenil para editoras como Ed. Moderna, FTD, Ed. Atica, Ed. Saraiva, Vale Livros, Brinque Book, etc. Criou inúmeros personagens para a publicidade e áreas institucionais, cenários para desenhos animados e ilustrações para embalagens de brinquedos (Grow, Glasslite, Gulliver), escolar (Faber-Castell) e têxtil (Meias Aço).
Lançamento Dudu da Breka
21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Estande nº52 - Fundação Dorina Nowill para Cegos
entre as avenidas I e J
www.fundacaodorina.org.br

Fundação Dorina Nowill lança o livro Dudu da Breka

Fundação Dorina Nowill lança o livro Dudu da Breka

A Fundação Dorina Nowill para cegos, há mais de 64 anos facilitando a inclusão social de deficientes visuais, lançará amanhã (14 de agosto) às 15h na Bienal do livro, o primeiro livro infantil em braile e tinta, o Dudu da Breka da autora Claudia Cotes e do ilustrador Osnei Rocha. A obra é inspirada na história real de Eduardo Bertini, um menino que mesmo com deficiência subia em árvores, pescava, andava de patins entre outras travessuras. O livro apresenta uma história tocante, que oferece uma reflexão sobre a inclusão e as possibilidades dos deficientes visuais na sociedade.

O personagem e o ilustrador estarão presentes no lançamento do livro. Serão cinco mil livros disponíveis à venda (R$25,00). “Estamos bem otimistas com esse primeiro lançamento infantil, esperamos o estande lotado”, comenta Roberto Gallo, gerente editorial da Fundação. Segundo ele, o uso das letras ampliadas no texto em braile, de imagens divertidas e também reproduzidas em relevo possibilita a leitura para as crianças cegas ou com baixo grau de visão”.

Diário de um Banana: A Gota D´Água

21823660_4A verdade é esta: Greg Heffley nunca deixará de ser um banana. Mas alguém precisa de explicar isto ao seu pai, porque Frank Heffley acredita que conseguirá endurecer o filho e inscreve-o em desportos de equipa e noutras atividades «másculas».
Claro que Greg consegue esquivar-se facilmente aos esforços do pai para o mudar. Mas, quando o pai ameaça enviá-lo para uma escola militar, o Greg percebe que tem de se tornar duro… ou não terá salvação.Este livro é o terceiro volume do diário de Greg, um verdadeiro banana, um romance com cartoons muito divertido, que está a ser um extraordinário sucesso entre nós, como comprova o facto de o primeiro livro, O Diário de Um Banana, já estar com seis edições, e o segundo livro, O Diário de Uma Banana 2 – Rodrick é Terrível, lançado apenas em setembro, estar já com três edições.
Como é natural, em consequência do grande sucesso de vendas da série «Diary of a Wimpy Kid», com mais de 25 milhões de exemplares vendidos nos EUA e nº 1 no top de vendas do New York Times, USA Today, Wall Street Journal e Indiebound, o livro vai virar filme já em abril deste ano.

Autor:
Jeff Kinney é autor e ilustrador dos seus livros. Tudo começou no website Funbrain, mantido pelo autor, onde começou a publicar os primeiros episódios de O Diário de um Banana - Diary of a Wimpy Kid (no original). O site tornou-se tão popular que Kinney vendeu a série à Amulet Books, e o primeiro título da série alcançou sucesso imediato. Sucesso repetido para os seguintes. Em Espanha, Itália e Brasil está permanentemente nos tops. Foi também nomeado para o prémio Nickelodeon Kids Choice Award.
Jeff Kinney é developer e designer de jogos online, e nº 1 no top de vendas do New York Times. Em 2009, Jeff foi incluído na lista das 100 Mais Influentes Pessoas no Mundo da revista Time. Passou a sua infância em Washington D.C. e mudou-se para New England in 1995. Jeff vive no sul do Massachusetts com a sua esposa e os seus dois filhos.

Diário de um Banana: A Gota D´Água

21823660_4A verdade é esta: Greg Heffley nunca deixará de ser um banana. Mas alguém precisa de explicar isto ao seu pai, porque Frank Heffley acredita que conseguirá endurecer o filho e inscreve-o em desportos de equipa e noutras atividades «másculas».
Claro que Greg consegue esquivar-se facilmente aos esforços do pai para o mudar. Mas, quando o pai ameaça enviá-lo para uma escola militar, o Greg percebe que tem de se tornar duro… ou não terá salvação.Este livro é o terceiro volume do diário de Greg, um verdadeiro banana, um romance com cartoons muito divertido, que está a ser um extraordinário sucesso entre nós, como comprova o facto de o primeiro livro, O Diário de Um Banana, já estar com seis edições, e o segundo livro, O Diário de Uma Banana 2 – Rodrick é Terrível, lançado apenas em setembro, estar já com três edições.
Como é natural, em consequência do grande sucesso de vendas da série «Diary of a Wimpy Kid», com mais de 25 milhões de exemplares vendidos nos EUA e nº 1 no top de vendas do New York Times, USA Today, Wall Street Journal e Indiebound, o livro vai virar filme já em abril deste ano.

Autor:
Jeff Kinney é autor e ilustrador dos seus livros. Tudo começou no website Funbrain, mantido pelo autor, onde começou a publicar os primeiros episódios de O Diário de um Banana - Diary of a Wimpy Kid (no original). O site tornou-se tão popular que Kinney vendeu a série à Amulet Books, e o primeiro título da série alcançou sucesso imediato. Sucesso repetido para os seguintes. Em Espanha, Itália e Brasil está permanentemente nos tops. Foi também nomeado para o prémio Nickelodeon Kids Choice Award.
Jeff Kinney é developer e designer de jogos online, e nº 1 no top de vendas do New York Times. Em 2009, Jeff foi incluído na lista das 100 Mais Influentes Pessoas no Mundo da revista Time. Passou a sua infância em Washington D.C. e mudou-se para New England in 1995. Jeff vive no sul do Massachusetts com a sua esposa e os seus dois filhos.

23 de ago. de 2010

SÃO PAULO RECEBE EM SETEMBRO PRIMEIRA EDIÇÃO DE FESTIVAL DEDICADO A PROMOVER O ENCONTRO DAS MÚSICAS BRASILEIRA E LATINA

Apesar de dividirem um mesmo continente, o Brasil pouco conhece da rica e diversificada produção musical de seus hermanos hispano-americanos. E, com eventuais exceções, a recíproca também é verdadeira. Situação que deve mudar a partir da primeira edição do festival de música latina TelefônicaSonidos, que apresentará, entre os dias 21 e 25 de setembro, no Jockey Club de São Paulo, um painel da vigorosa produção musical contemporânea na América Latina. A programação cobre diferentes segmentos, do rock ao jazz, da MPB ao rap, incluindo nomes consagrados ou emergentes e encontros inéditos, como os do argentino Pedro Aznar e Maria Gadú, Monobloco e o grupo porto-riquenho Calle 13, o cubano Pablo Milanês e Maria Rita, Yamandu Costa e o cubano Alfredo Rodriguez, Banda Mantiqueira e o também cubano Gonzalo Rubalcaba. Ana Cañas, Ana Carolina, Capital Inicial, Chiara Civello, El Canto Del Loco, Fito Paez e Pitbull também fazem parte do elenco.

O evento, produzido pela Day 1 Entertainment Brasil, faz parte da plataforma de música da Telefônica, que incrementa o investimento da empresa em patrocínios culturais, sociais, esportivos e tecnológicos, ampliando o acesso a cultura e entretenimento. “Queremos reforçar cada vez mais a nossa proximidade com a população. E, neste caso, por conta da qualidade da música latina e da possibilidade de democratizá-la, resolvemos expandir o projeto, reunindo talentos contemporâneos não só brasileiros mas latino-americanos”, afirma Lylian Brandão, diretora de Publicidade e Serviços de Marketing da Telefônica.

“Trazer toda a riqueza e diversidade da música latina para o Brasil e promover um diálogo definitivo com a nossa música e nossos artistas sempre foi um sonho. Trabalhando há seis anos com vários artistas latinos ao redor do mundo, sempre escutei deles o desejo de encantar o público brasileiro. Que o TelefônicaSonidos seja o começo de uma grande integração cultural, sólida e permanente. Nada melhor que a música para abrir cada vez mais as nossas fronteiras. Afinal de contas, somos todos latinos!”, diz Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music Brasil / Day 1 Entertainment, criador e idealizador do evento.

Após a estreia no Brasil, o festival deverá ter edições em outros países da América Latina, como México ou Argentina, mantendo o perfil, que privilegia o intercâmbio entre essas culturas, mas aumentando seu escopo com a inclusão de cinema e gastronomia.

Nessa primeira edição serão montados no Jockey Club dois palcos, com programações e horários diferentes, e não simultâneos. O Palco 1, com capacidade para mil pessoas, receberá, entre os dias 21 e 25 de setembro, artistas do jazz latino e da MPB. O Palco 2, com capacidade para seis mil pessoas, abrigará, nos dias 24 e 25, o segmento mais jovem, que inclui rock, rap, reggaeton e pop.

Também dentro das instalações do Jockey Club será criado um grande lounge, aberto ao público (só serão cobrados ingressos para o acesso aos shows), com DJs e praça de alimentação, incluindo produtos típicos dos países latino-americanos.

Música, diversão, culinária e comunicação celebrando a riqueza de culturas tão próximas e ao mesmo tempo ainda distantes.

SERVIÇO E PROGRAMAÇÃO:

TelefônicaSonidos

De 21 a 25 de setembro

Jockey Club de São Paulo

Av. Lineu de Paula Machado, 1263 – São Paulo

PROGRAMAÇÃO PALCO 1 - Jazz Latino

Abertura dos portões: 19h.

Show às 20h30

Ingresso a R$ 180


21 de setembro

Ana Carolina convida Chiara Civello

22 de setembro
Pablo Milanés convida Maria Rita

23 de setembro
Pedro Aznar convida Maria Gadú

24 de setembro
Banda Mantiqueira convida Gonzalo Rubalcaba

25 de setembro
Yamandu Costa convida Alfredo Rodriguez

PROGRAMAÇÃO PALCO 2 - Pop Urban

Abertura dos portões: 22h

Show às 23h

Ingresso a R$ 80


24 de setembro

22h: Fito Paez com participação especial de Ana Cañas
23h30: El Canto Del Locco

0h30: Capital Inicial convida El Canto Del Loco

25 de setembro

22h30: Calle 13

23h30: Pitbull
0h30: Monobloco convida Calle 13

Ingressos pelo site ingressorapido.com.br ou nos Pontos de Venda da Ingresso Rápido.

Classificação etária livre. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.

ELENCO

ANA CAROLINA

Em dez anos, essa mineira de Juiz de Fora se afirmou como a principal cantora e compositora brasileira. Desde seu disco de estreia, “Ana Carolina” (1999), ela tem frequentado os ares radiofônicos, com sucessos como “Garganta”, “Confesso”, “Quem de nós dois”, “Elevador”, “É isso aí” (versão para “The blower’s daughter” que gravou com Seu Jorge), “Pra rua me levar”, “Rosas”, “Entreolhares” (em dupla com John Legeng), “10 minutos” e “Resta”. Ana também lota teatros e ginásios graças a atributos como uma voz poderosa, interpretações vigorosas e musicalidade exuberante, que a levaram a estender pontes com diferentes artistas contemporâneos, no Brasil e no mundo. O recente CD/DVD “Multishow Registro: Ana Car9lina + um” é mais uma prova disso, trazendo duetos de Ana com um elenco que vai de Maria Bethânia a Maria Gadú, de Gilberto Gil ao americano John Legend, de Luiz Melodia a Seu Jorge, passando ainda por Angela Ro Ro, a italiana Chiara Civello, a americana Esperanza Spalding, Zizi Possi, Roberta Sá e Antonio Villeroy.

CHIARA CIVELLO

Italiana, mas radicada em Nova York - ela chegou aos EUA em 1994, com uma bolsa para a Berklee School of Music -, Chiara Civello acaba de lançar seu terceiro disco solo, “7752”. O número do título é a distância, em quilômetros, que separa Nova York do Rio, esta a cidade onde nasceram muitas das novas músicas da cantora, compositora, pianista e arranjadora, que dividiu parcerias com Ana Carolina, Antonio Villeroy e Dudu Falcão. Até encontrar a sua turma brasileira, a composição era quase sempre um ato solitário para a italiana, que, entre as exceções, em seu disco de estreia, para o selo de jazz Verve, fez uma luxuosa canção em dupla com Burt Bacharach, o mestre supremo do pop. É com essa abrangência e musicalidade natural que Chiava Civello transita pelo que define com um triângulo perfeito: a Roma natal, a Nova York onde vive e o Rio que a seduziu.

PABLO MILANÉS

No fim dos anos 60, ele esteve entre os jovens cantores e compositores que lançaram a Nueva Trova Cubana, movimento contemporâneo ao da geração da MPB que despontou nos festivais da canção brasileiros. Dados que contribuíram para fazer de Pablo Milanés o músico cubano mais conhecido entre nós, através de encontros com Chico Buarque, Simone, Gal Costa, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Miúcha…
Além dessa forte conexão brasileira, Pablo Milanés é um ídolo hispano-americano hoje reconhecida ao redor do mundo. Em sua carreira, tanto trabalhou com conterrâneos como Silvio Rodríguez, Leo Brower, Compay Segundo, Los Van Van e demais ídolos hispano-americanos como Mercedes Sosa, Daniel Viglietti, Armando Manzanero, Joan Manuel Serrat e Ana Belém, quanto com artistas do pop contemporâneo, como Maná, Fito Paez e Joaquín Sabina.

MARIA GADÚ

A jovem cantora e compositora paulistana surgiu como um meteoro graças à interpretação de “Ne me quitte pas”, de Jacque Brel, incluída na trilha sonora da minissérie “Maysa”, que a Rede Globo exibiu a partir de janeiro de 2009. Então aos 22 anos, Maria Gadú tinha se mudado para o Rio um ano antes e, se apresentando no circuito de bares da Barra e da Zona Sul, logo provou que estava chegando para brilhar como estrela de primeira grandeza. Algo confirmado em seu primeiro CD solo, que conjugou sucesso comercial e de crítica, emplacando canções autorais como “Shimbalaiê” e “Linda rosa”.
Jeito de moleque, frágil, mas dona de uma voz de timbre marcante, usada em fortes interpretações, desde então, Gadú já dividiu palco e estúdio com astros de sua geração (como o sueco-americano Eagle-Eye Cherry) ou que fizeram parte de sua formação, como Caetano Veloso e Ana Carolina.

PEDRO AZNAR

Esse cantor, compositor, arranjador, multi-instrumentista e produtor argentino sintetizou sua ligação com a música brasileira em 2005, no disco “Aznar canta a Brasil”, com versões para 23 canções que passam por Jobim, Caetano, Donato, Secos & Molhados, Cazuza, Milton Nascimento, Toninho Horta, Paralamas…
Egresso da cena roqueira de Buenos Aires, o baixista Pedro Aznar destoava de seus colegas pelo virtuosismo, pelo interesse por outras vertentes musicais, incluindo, além da MPB, o tango e o jazz, especialmente o feito pelo baixista Jaco Pastorius. Desde o fim dos anos 70, Aznar tem contribuído para influentes grupos e discos do rock argentino, incluindo o Serú Giran, liderado por Charly García. Em 1982, lançou seu primeiro disco solo, “Pedro Aznar”, e também se juntou ao guitarrista americano de jazz Pat Metheny, gravando e excursionando com seu grupo por todo o mundo. Com quase 20 discos solo, mais de uma de dezenas de trilhas sonoras para o cinema argentino, Aznar também atua ativamente como produtor e músico de diferentes artistas.

YAMANDU COSTA

A influente e abrangente escola do violão brasileiro tem nesse gaúcho de Passo Fundo um de seus mestres. Jovem mestre que, aos 30 anos, já vem há mais de uma década encantando o mundo com seu virtuosismo. Período em que Yamandu Costa se apresentou intensamente nos mais diferentes locais – de grandes teatros ao redor do planeta aos bares da Lapa carioca, onde se radicou no início dos anos 00 – e construiu uma rica discografia, seja solo ou em dupla com instrumentistas como Paulo Moura, Dominguinhos, Valter Silva e Lúcio Yanel (este, o violonista argentino que está entre as suas primeiras influências).
Nascido em meio musical, mãe cantora e pai multi-instrumentista e professor de música, Yamandu começou a estudar violão aos 7 anos e, até os 15, viveu imerso na rica tradição folclórica gaúcha, que se espalha pelo Sul do Brasil e também por Argentina, Uruguai e Paraguai. Através da música de um conterrâneo que se radicou nos anos 40 no Rio, Radamés Gnatalli, Yamandu ampliou seus horizontes, até chegar ao seu estilo, que transita com inventividade por choro, milonga, samba, jazz, bossa nova, tango.

ALFREDO RODRÍGUEZ

Aos 24 anos, esse pianista cubano é a nova aposta de Quincy Jones. O arranjador e produtor de, entre outros, Michael Jackson, Miles Davis, Dinah Washington, se encantou com Alfredo Rodríguez após assisti-lo em 2006 no Festival de Jazz de Montreux. Desde então, o virtuose do piano, formado em Havana, no Conservatório de Música Clássica Manuel Saumell, tem ampliado seu público. A partir dessa sólida base clássica, Rodríguez liquidifica num estilo próprio influências que passam por Thelonious Monk, Bach, Bill Evans, Stravinsky, Beethoven, Herbie Hancock e os ritmos de seu país.
Desde o encontro com o produtor americano, Rodríguez já se apresentou em alguns dos principais festivais dos EUA - incluindo Playboy Jazz (em Hollywood), SXSW (em Austin, Texas), Detroit Jazz , Monterey Jazz e Newport Jazz . Em 2010, ele fez sua primeira grande turnê europeia, integrando o Quincy Jones All Stars Group, ao lado de Richard Bona, Lionel Loueke, Paulinho da Costa e Francisco Mela, que se apresentou em festivais de verão na Polônia, na França, na Holanda, na Itália, na Suiça. Também fez uma turnê solo na China e gravou seu primeiro disco, produzido por Quincy Jones em seu selo, Qwest Records.

BANDA MANTIQUEIRA

Em quase duas décadas de atuação, esse grupo paulistano encontrou um original caminho entre a música brasileira e o jazz. Liderada pelo saxofonista, clarinetista, arranjador e compositor Nailor “Proveta” Azevedo, a Banda Mantiqueira marcou presença tanto em bares quanto teatros de São Paulo, apresentando-se também em festivais no Brasil e em Portugal. No seu repertório estão temas originais ou dos principais compositores brasileiros, em abrangente passeio pela obra de mestres como Pixinguinha, Dorival Caymmi, Cartola, Tom Jobim, Jacob do Bandolim,Ernesto Nazareth, João Bosco e Luiz Gonzaga, com arranjos que passam pelo som das gafieiras e das big bands. Mistura que além do palco está registrada em seus três discos, “Aldeia” (1996), “Bixiga” (2000) e “Terra Amantiquira” (2005) Mantiqueira”, e nos que dividiu com a OSESP e as cantoras Mônica Salmaso e Luciana Souza.

GONZALO RUBALCABA

Num tributo a Tom Jobim realizado no Rio no início dos anos 90, antes de chamar ao palco esse virtuoso do afro-jazz cubano, o não menos genial pianista Herbie Hancock brincou que tinha vontade de quebrar os dedos do jovem colega. Dono de exuberante técnica, solista inventivo, na época, Gonzala Rubalcaba já vinha rodando o mundo com sua arte, que, hoje também está disponível em duas dezenas de discos.
Nascido numa família musical de Havana, Rubalcaba começou a estudar piano clássico aos 8 anos e, na adolescência, também atuou em clubes noturnos da capital cubana. Após, em 1983, participar da Orquestra Aragon e em seguida formar seu próprio grupo, Proyecto, Rubalcaba encantou o trompetista Dizzy Gillespie, que, a partir de 1985, ajudou a espalhar na cena jazzística o nome do jovem prodígio. Em seus discos, alguns alternando parcerias com Joe Lovano, Bebo Valdés, Chick Corea, Charlie Haden e Michael Brecker, Gonzalo Rubalcaba desfia sua técnica clássica por tradições do jazz e dos ritmos afro-cubanos.

ANA CAÑAS

Com dois discos lançados desde a sua estreia, essa cantora e compositora paulistana se firmou como uma das mais inventivas artistas de sua geração. Em “Amor e caos” (2007) e “Hein?” (2009), Ana Cañas passeou sem pudores por MPB, rock e blues. Postura de uma artista que, aos 22 anos, trocou o teatro pela música depois de se encantar com a voz de Ella Fitzgerald e demais divas do jazz.
Por quatro anos, Ana cantou na noite paulistana, até se sentir segura para bancar seu disco de estreia, negociado depois com a Sony Music. O sucesso de “Amor e caos” - com uma versão para “Coração vagabundo”, de Caetano, em trilha de novela da Globo, e canções autorais como “Devolve, moço” e “Cadê você?”, com boa rotação em rádios segmentadas e na internet - abriu as portas para Ana, mas ela não se contentou com o que conquistou. “Hein?”, produzido por Liminha, músico que ela admirava por sua participação nos Mutantes originais, apresentou uma cantora mais ousada, ligada também à geração do Brock, como Arnaldo Antunes, parceiro em cinco de suas 11 composições no CD. A repercussão desse segundo disco, puxado por “Esconderijo”, canção com letra e música de Ana Cañas, prova que ela fez as escolhas certas, e que muito mais vem por aí.

FITO PAEZ

Apesar de ter uma forte tradição roqueira, pouco do que foi produzido na Argentina nas quatro últimas décadas conseguiu chegar ao Brasil. Entre as exceções está o cantor, compositor, pianista Fito Paez, um ídolo em seu país, e em toda América Latina, que já dividiu palcos e estúdios com artistas brasileiros como Caetano Veloso, Paralamas do Sucesso e Rita Lee.
Nascido em Rosário, onde, no início da adolescência formou seus primeiros grupos, Fito estreou solo com “Del 63” (referência ao ano em que nasceu), lançado em 1984, quando também se mudou para Buenos Aires. Além de prosseguir em sua ascedente carreira, Fito desenvolveu colaborações com artistas já consagrados como Luiz Alberto Spinetta e Charly Garcia e foi gravado até pela principal estrela da canção popular argentina, Mercedes Sosa. Também cineasta, ele estreou com um média metragem em 1993, “La balada de Donna Helena”, e dirigiu depois dos longas de ficção, “Vidas privadas” (2001) e “De quién es el portaligas?” (2007).

CAPITAL INICIAL

Um dos grupos fundamentais para o rock brasileiro dos anos 80, o Capital Inicial é, atualmente, o mais ativo dessa geração. Desde o início do novo milênio, o cantor e compositor Dinho Ouro Preto, os irmãos Flávio Lemos (baixo) e Fê Lemos (baterista) – três dos fundadores da banda – e o guitarrista Yves Passarell (este, a partir de 2002, no lugar de Loro Jones) têm produzido seus melhores discos e excursionado por todo o Brasil. Sucesso que demorou a chegar. Formado em 1982, após o fim do Aborto Elétrico – grupo que os irmãos Lemos dividiam com Renato Russo -, o Capital Inicial só lançou seu álbum de estreia em 1986. Demora que foi recompensada pela alta rotação de canções como "Música Urbana", "Psicopata", "Fátima" e "Veraneio vascaína". Apesar dessa estreia promissora, o grupo alternou altos e baixos nos anos seguintes, reencontrando sua trilha a partir do álbum “Atrás dos olhos”, em 1998. Desde então, o Capital Inicial mantém sua força criativa, como provou em 2010 com o disco “Das Kapital”, com 11 composições de Dinho, que alterna parcerias com Passarell e Alvin L. – este, quase o quinto Capital, é um cantor e compositor com marcante atuação no underground do rock carioca desde o início dos anos 80.

EL CANTO DEL LOCO

Há dez anos, esse grupo formado em Madri lançou seu álbum de estreia, logo se consagrando como a maior surpresa do pop-rock espanhol. El Canto Del Loco começou em 1994, quando o cantor Dani Martín, então com 18 anos, conheceu num curso de teatro o guitarrista Iván Ganchegui - este, em 2002, foi substituído por David Otero no grupo, que é completado pelo baixista Chema Ruiz e pelo baterista Carlos Gamón. Fãs da Radio Futura, eles se inspiraram numa canção dessa banda, “El canto del gallo”, para chegar ao seu nome. Canções de ritmo forte e letras provocativas marcam o estilo de El Canto Del Loco (ECDL), que, após conquistar a juventude espanhola, atravessou o Atlântico, para concorridos shows em diferentes países da América Latina. Com cinco álbuns de estúdio, mais três discos ao vivo e duas coletâneas, o ECDL foi premiado duas vezes no MTV Europe Music Awards como o melhor artista espanhol. Em 2009, no CD/DVD “Radio La Colifata presenta: El Canto del Loco”, o grupo regravou num estúdio em Buenos Aires 19 de seus sucessos, alguns com participações de convidados, como Alejandro Sanz, Leiva e Vicentico, e lançou uma canção inédita, “Quiero aprender de ti”.

MONOBLOCO

Criado em 2000 pelo grupo Pedro Luís e a Parede, inicialmente como uma oficina de percussão, o Monobloco saiu das salas de aula, virou um dos maiores blocos carnavalescos do Rio e também um grupo de shows, com CDs e DVDs que difundiram ainda mais a sua esfuziante química musical. Sucesso que não acabou com a proposta original: a oficina do Monobloco continua em atividade, trabalhando com os instrumentos das escolas de samba (cuíca, chocalho, repique, surdo, tamborim, surdo, caixa, agogô), mas utlizados num variado leque de ritmos, no qual cabem xote, funk, ciranda, maracatu, rock, marchinha… O CD/DVD “Monobloco 10”, lançado em 2010, em comemoração da primeira décado do grupo, resume essa proposta, em repertório que passa por canções de Tim Maia, Herbert Vianna, Dominguinhos, Jorge Ben, Zé Kéti, Cazuza e Zé Ramalho.
Atualmente, o Monobloco tanto se apresenta em teatros do Brasil e do mundo quanto ministra workshops, que já chegaram a países como Dinamarca, Austrália, Nova Zelândia, Japão e Reino Unido.

CALLE 13

Criado em 2005, em Porto Rico, em menos de dois anos o Calle 13 virou a maior revelação do pop latino-americano. Em novembro de 2007, o duo do reggaeton, estilo que mistura o rap aos ritmos caribenhos, saiu da festa do Grammy Latino, com três estatuetas nas mãos: Revelação, Melhor Vídeo e Melhor Álbum Urbano. Feito que eles trataram de superar na última edição do evento, em novembro de 2009, ganhando cinco prêmios graças ao seu terceiro disco, “Atras vienen”. Amigos desde os 2 anos de idade, quando a mãe do cantor René Pérez (ou Residente, como assina artisticamente) se casou com o pai do músico e produtor Eduardo Cabra (ou Visitante), eles mantiveram a amizade mesmo depois do divórcio do casal. Em 2004, Residente (formado em artes) e Visitante (que estudou música desde os 6 anos) fizeram suas primeiras gravações em 2004, inicialmente pensando em divulgá-las na internet. As canções chamaram a atenção do selo de reggaeton White Lion, que, em novembro de 2005, lançou o CD de estreia, “Calle 13”. O sucesso em Porto Rico e no México chamou a atenção da cantora Nelly Furtado, que, em 2006, convidou Residente para ajudá-la em seu disco latino.

PITBULL

Nascido em Miami, mas filho de cubanos, Pitbull (Armando Christian Pérez), cresceu com uma dieta musical que incluiu o rap e os ritmos da terra de seus pais. Mistura que começou a ser notada em 2002, quando Pitbull participou do álbum “Kings of Crunk”, do rapper Lil John. Dois anos depois, com seu primeiro CD solo, “M.I.A.M.I.”(título no qual o nome de sua cidade natal é o acrônimo de Money Is A Major Issue), Pitbull consagrou-se como um dos mais inovadores rappers de sua geração, fundindo elementos do hip-hop e do nascente reggaeton. Desde então, ele já lançou três outros álbuns de sucesso, “El mariel” (2006), “The boatlift” (2007) e “Rebelution”(2009), e, no momento, trabalha num disco, “Armando”, que será editado ainda em 2010.
Também apresentador de um programa musical no canal de língua espanhola Mun2, além de seus discos solo, Pitbull lançou singles em parceria com astros americanos e da música latina como Akon, Jennifer Lopez, Paulina Rubio, Fast & Furious Soundtrack, Enrique Iglesias e Lil Wayne.

MARIA RITA

Com mais de 190 mil CDs vendidos de "Samba Meu", em novembro, Maria Rita ganhou o seu terceiro Grammy Latino, como "Melhor Álbum de Samba". Um mês depois, a cantora ganhou o DVD de Ouro pela mais de 40 mil cópias vendidas desde o seu lançamento. Maria Rita começou a cantar profissionalmente aos 24 anos. Agora, com 30, não acha que foi tarde. "Você se achar no mundo é uma tarefa muito difícil", diz a jovem que se formou em comunicação social e estudos latino-americanos nos EUA. Filha de Elis Regina e Cesar Camargo Mariano, de tanto dizerem que ela precisava cantar, Maria Rita resistiu durante algum tempo. Antes mesmo de lançar um CD foi a vencedora do Prêmio APCA de 2002 como Revelação do ano. Seu primeiro disco, "Maria Rita", lançado em setembro de 2003, vendeu mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo. O primeiro DVD, que traz o mesmo título e foi para as lojas na primeira semana de novembro daquele ano, chegou à marca de 180 mil cópias. Ambos foram lançados em mais de 30 países.