A peça aborda a intimidade da natureza humana tendo como metáfora a discussão de um casal em crise.
Sinopse
A peça “O Grande Espírito da Intimidade” revela o caminho de encontro de um casal: ele, um homem descendente de povos indígenas, ela, uma antropóloga. Angustiado, ele (Clovys Tôrres) sente necessidade de ir embora em busca de suas raízes. Ela (Adriana Londoño) o ama profundamente e está com medo de perdê-lo. O homem está bêbado de cauim, bebida fermentada indígena, ouve vozes e cantos indígenas, enquanto ela prepara um misterioso ensopado. Envolvendo metáforas e mitologias indígenas, a situação o leva a incorporar um pajé, ao mesmo tempo em que ela demonstra não saber exatamente onde está. Pode ser em Moema, bairro paulistano, ou na aldeia que foram visitar e onde tomaram contato com as condições precárias em que se encontram os índios. Ele resolve se pintar de onça e, como um Xamã, apresenta o jogo da onça: parece tirar 14 cachorros da alma dela. Tudo isso numa encenação que propõe uma roda ritual, dispondo o público lado a lado com os atores. A música ocupa papel de destaque nesta arena, uma trilha é executada ao vivo pela musicista Fernanda de Paula, que tira som de um tambor e entoa canções durante todo o espetáculo, representando quase que uma terceira personagem, que traz à tona a voz da alma destes personagens.
Currículo do Espetáculo
O espetáculo O Grande Espírito da Intimidade fez sua primeira apresentação no Teatro Padre Bento, em Guarulhos, durante as comemorações do projeto Filosofia do Cotidiano, em setembro de 2011. No dia 19 de novembro estreou no Teatro do Instituto Cultural Capobianco, em São Paulo, onde cumpriu temporada até 11 de dezembro de 2011. Participou ainda do 19.o Festival de Teatro de Americana, em 26 de novembro de 2011.
Curriculo do Autor
Leo Lama, autor, filho do dramaturgo Plinio Marcos e da atriz Walderez de Barros. Escreveu sua primeira peça aos 21 anos, a premiada Dores de Amores, que ficou em cartaz durante três anos com Taumaturgo Ferreira e Malu Mader nos palcos de todo Brasil, além de ter sido encenada em Buenos Aires com atores argentinos. Ao longo dos anos vem desenvolvendo sua pesquisa dramatúrgica em duas vertentes, as peças de casais: Adeus aos Casais, Pedra no Rim, Flores de Camarim, Videoclip Blues (que esteve em cartaz durante sete anos nas escolas de todo o Brasil) entre outras, e as peças sobre espiritualidade: Madalena Bêbada de Blues, O Perdido Coração de Cristo, Coração Abandonado pelo Budha. Há sete anos vem pesquisando uma nova dramaturgia e uma nova postura de palco chamada “O Ator em Repouso”.
Currículo da Diretora
Andréah Dorim é diretora, arte educadora e artista plástica, mestra em Teatro pela ECA-USP, onde dirigiu vários espetáculos, entre outros “Hamlet” e “Volta ao Lar”. Especializou-se na linguagem expressionista em cena e há sete anos vem pesquisando a música da oralidade na obra de Guimarães Rosa, apresentando em seu mestrado a adaptação para o palco do conto “Nenhum, Nenhuma”. Há seis anos está dirigindo os atores das peças de Leo Lama e desenvolvendo com o autor a postura no palco denominada o Ator em Repouso.
Proposta
Escolhemos trabalhar com metáforas e mitologias indígenas com o intento de aproximar, comungar e provocar o diálogo sobre o essencial no homem: sua natureza. Por isso a encenação propõe uma roda ritual, dispondo o público sentado lado a lado com os atores e possibilitando, assim, que se integrem nesse processo de resgate e reconhecimento, através do outro.
Há 7 anos, quando Leo Lama concebeu a postura cênica o ‘ator em repouso’, a diretora Andréah Dorim, em parceria com ele, passou a desenvolver essa postura com os atores e vêm aprimorando tal proposta como um estágio entre movimentos, para reflexão e pesquisa (http://oatoremrepouso. blogspot.com)
No início do processo a perspectiva foi a fluência dramática dessa postura para o transbordar das emoções sem nenhum gesto de apoio, dizendo as rubricas do texto para o público, no futuro do pretérito, falando o que fariam se fizessem, sem mover um músculo. Agora, nesta montagem, partindo desta proposta, o anseio foi descobrir o que há depois de tal suspensão. Por isso a direção apontou para o pulso do rito e o impulso da roda, propondo ao ator em repouso o movimento circular e rítmico como meios sinestésicos, pelo despertar dessa dança ancestral.
Texto Programa da Peça
Os ingredientes deste manifesto antropológico foram extraídos de raízes emaranhadas encontradas numa trilha de lembranças. Foi indo atrás da nossa natureza que cada qual trouxe balaio cheio de diálogos recheados de memórias temperadas com sementes batidas no coco. Eu vim carregando conversa comprida, entre outras tantas, com Tupã Ivandro, índio guarani. O sol pela fresta do telhado daquela igreja oca formava tela com a fumaça do fogo que se acendia. Fogueira de entulhos da cidade envolvente. Lá dentro escutava o eco de um segredo: é do silêncio que surge...
Talvez estivesse dormindo quando, olhando de novo para o que parecia ser uma favela, reconheci através dela a aldeia dos nossos sonhos. Do outro lado da estrada, Clovys, Leo e Ubimara conversavam com os guaranis sobre como reconstruir a Opy dessa mesma aldeia em que eu estava. A trama urdida de nós nos enredava. Dessa via Leo enchia seu balaio do que relia da alma indígena embaraçada com a sua. Clovys sonhava com sua avó yanomami, lembrava de aboios. Neste rastro refazia o grito do menino xavante. Das andanças com paixão, Adriana trouxe seiva agridoce, veio com choro de moema; e a Fernanda chegou com o pulso ritmado pelos pés descalços, o tambor com a voz de trovão entoando hinos quase esquecidos.
Nos ligamos. Depoimentos transformados pela escuta sorvendo esse cheiro suavemente audível. Caldo com sabores de infância que percutiu no corpo em repouso hibernado há anos. Restou fazer palpável o indizível. Concentro: cem voltas delimitando a borda desse prato transbordante onde colocamos, com passos na roda, nossos desejos dissolvidos, mexendo sempre em círculos até levantar fervura.
Tomara dê para alimentar o Grande Espírito.
Andreah Dorim - Diretora
SERVIÇO
Autor: Leo Lama
Diretora: Andreah Dorim
Elenco: Adriana Londoño, Clovys Torres e Fernanda de Paula
Produção: Clovys Torres Produções Artísticas
Realização: Adriana Londoño, Clovys Torres, Andreah Dorim e Fernanda de Paula
Gênero: drama poético
Duração do espetáculo: uma hora
Classificação (faixa etária): 14 anos
Data da estreia: 6 de abril
Teatro: Studio SP da Vila Madalena
Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 170. Vila Madalena
N.o de lugares: 50
Telefone: (11) 3032-4379
Dias e horários da peça: sextas e sábados às 22h
Valores: Sexta de graça, sábado - R$20,00 inteira; R$ 10,00 meia
Estacionamento: ao lado
*****
MAMBO ITALIANO
DIREÇÃO DE MARCOS CARUSO
na foto: Claudia Mello
CRÉDITO DA FOTO: FIGUEIRA JÚNIOR
SINOPSE: Angelo ( Alexandre Cruz) é um roteirista de TV que vive um enredo tragicômico na vida real. Ele vive uma relação amorosa "'dentro do armário" com Nino (Alex Moreno), amigo de infância da colônia Italiana, e vai ver seu relacionamento sofrer um duro golpe quando as famílias de ambos descobrirem a amizade especial que eles têm. As mamas italianas (Claudia Mello e Lilian Blanc/Catita Soares) com suas reações escandalosas, o pai ausente (Ronaldo Diaféria/Javert Monteiro), a irmã viciada em calmantes (Lara Cordula), a jovem histérica em busca de casamento (Patricia Gordo) e a tia que morreu por não pactuar com a hipocrisia. Todos esses personagens são descobertos em um texto rápido e afiado, que mostra as sensibilidades das famílias tradicionais e a mudança das relações amorosas dos tempos atuais.
SERVIÇO:
AUTOR: Steve Galluccio
TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Clarisse Abujamra
DIRETOR: Marcos Caruso
ELENCO: Claudia Mello, Lilian Blanc/ Catita Soares, Alexandre Cruz, Silvia Suzy, Alex Moreno, Ronaldo Diaféria/Javert Monteiro e Patricia Gordo. GÊNERO: comédia
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 80 minutos
CLASSIFICAÇÃO (FAIXA ETÁRIA): 14 anos
DATA DA ESTREIA: 13 de janeiro
DATA DE ENCERRAMENTO: 27 de maio
TEATRO: Teatro Juca Chaves
ENDEREÇO: Rua João Cachoeira, 899 - Itaim Bibi
NO. DE LUGARES: 350
TELEFONE: (11) 3168-2015
SITE: www.teatrojucachaves.com.br
DIAS E HORÁRIOS DA PEÇA: SÁBADOS 21h E DOMINGOS 19h
VALORES: R$50,00 inteira R$25,00 meia
CRÉDITO DA FOTO: FIGUEIRA JÚNIOR
*****
“MARIDO MACHÃO SÓ DÁ CONFUSÃO”
Comédia de Pasqual Lourenço e Pedro Tudech
A peça “O Grande Espírito da Intimidade” revela o caminho de encontro de um casal: ele, um homem descendente de povos indígenas, ela, uma antropóloga. Angustiado, ele (Clovys Tôrres) sente necessidade de ir embora em busca de suas raízes. Ela (Adriana Londoño) o ama profundamente e está com medo de perdê-lo. O homem está bêbado de cauim, bebida fermentada indígena, ouve vozes e cantos indígenas, enquanto ela prepara um misterioso ensopado. Envolvendo metáforas e mitologias indígenas, a situação o leva a incorporar um pajé, ao mesmo tempo em que ela demonstra não saber exatamente onde está. Pode ser em Moema, bairro paulistano, ou na aldeia que foram visitar e onde tomaram contato com as condições precárias em que se encontram os índios. Ele resolve se pintar de onça e, como um Xamã, apresenta o jogo da onça: parece tirar 14 cachorros da alma dela. Tudo isso numa encenação que propõe uma roda ritual, dispondo o público lado a lado com os atores. A música ocupa papel de destaque nesta arena, uma trilha é executada ao vivo pela musicista Fernanda de Paula, que tira som de um tambor e entoa canções durante todo o espetáculo, representando quase que uma terceira personagem, que traz à tona a voz da alma destes personagens.
Currículo do Espetáculo
O espetáculo O Grande Espírito da Intimidade fez sua primeira apresentação no Teatro Padre Bento, em Guarulhos, durante as comemorações do projeto Filosofia do Cotidiano, em setembro de 2011. No dia 19 de novembro estreou no Teatro do Instituto Cultural Capobianco, em São Paulo, onde cumpriu temporada até 11 de dezembro de 2011. Participou ainda do 19.o Festival de Teatro de Americana, em 26 de novembro de 2011.
Curriculo do Autor
Leo Lama, autor, filho do dramaturgo Plinio Marcos e da atriz Walderez de Barros. Escreveu sua primeira peça aos 21 anos, a premiada Dores de Amores, que ficou em cartaz durante três anos com Taumaturgo Ferreira e Malu Mader nos palcos de todo Brasil, além de ter sido encenada em Buenos Aires com atores argentinos. Ao longo dos anos vem desenvolvendo sua pesquisa dramatúrgica em duas vertentes, as peças de casais: Adeus aos Casais, Pedra no Rim, Flores de Camarim, Videoclip Blues (que esteve em cartaz durante sete anos nas escolas de todo o Brasil) entre outras, e as peças sobre espiritualidade: Madalena Bêbada de Blues, O Perdido Coração de Cristo, Coração Abandonado pelo Budha. Há sete anos vem pesquisando uma nova dramaturgia e uma nova postura de palco chamada “O Ator em Repouso”.
Currículo da Diretora
Andréah Dorim é diretora, arte educadora e artista plástica, mestra em Teatro pela ECA-USP, onde dirigiu vários espetáculos, entre outros “Hamlet” e “Volta ao Lar”. Especializou-se na linguagem expressionista em cena e há sete anos vem pesquisando a música da oralidade na obra de Guimarães Rosa, apresentando em seu mestrado a adaptação para o palco do conto “Nenhum, Nenhuma”. Há seis anos está dirigindo os atores das peças de Leo Lama e desenvolvendo com o autor a postura no palco denominada o Ator em Repouso.
Proposta
Escolhemos trabalhar com metáforas e mitologias indígenas com o intento de aproximar, comungar e provocar o diálogo sobre o essencial no homem: sua natureza. Por isso a encenação propõe uma roda ritual, dispondo o público sentado lado a lado com os atores e possibilitando, assim, que se integrem nesse processo de resgate e reconhecimento, através do outro.
Há 7 anos, quando Leo Lama concebeu a postura cênica o ‘ator em repouso’, a diretora Andréah Dorim, em parceria com ele, passou a desenvolver essa postura com os atores e vêm aprimorando tal proposta como um estágio entre movimentos, para reflexão e pesquisa (http://oatoremrepouso.
No início do processo a perspectiva foi a fluência dramática dessa postura para o transbordar das emoções sem nenhum gesto de apoio, dizendo as rubricas do texto para o público, no futuro do pretérito, falando o que fariam se fizessem, sem mover um músculo. Agora, nesta montagem, partindo desta proposta, o anseio foi descobrir o que há depois de tal suspensão. Por isso a direção apontou para o pulso do rito e o impulso da roda, propondo ao ator em repouso o movimento circular e rítmico como meios sinestésicos, pelo despertar dessa dança ancestral.
Texto Programa da Peça
Os ingredientes deste manifesto antropológico foram extraídos de raízes emaranhadas encontradas numa trilha de lembranças. Foi indo atrás da nossa natureza que cada qual trouxe balaio cheio de diálogos recheados de memórias temperadas com sementes batidas no coco. Eu vim carregando conversa comprida, entre outras tantas, com Tupã Ivandro, índio guarani. O sol pela fresta do telhado daquela igreja oca formava tela com a fumaça do fogo que se acendia. Fogueira de entulhos da cidade envolvente. Lá dentro escutava o eco de um segredo: é do silêncio que surge...
Talvez estivesse dormindo quando, olhando de novo para o que parecia ser uma favela, reconheci através dela a aldeia dos nossos sonhos. Do outro lado da estrada, Clovys, Leo e Ubimara conversavam com os guaranis sobre como reconstruir a Opy dessa mesma aldeia em que eu estava. A trama urdida de nós nos enredava. Dessa via Leo enchia seu balaio do que relia da alma indígena embaraçada com a sua. Clovys sonhava com sua avó yanomami, lembrava de aboios. Neste rastro refazia o grito do menino xavante. Das andanças com paixão, Adriana trouxe seiva agridoce, veio com choro de moema; e a Fernanda chegou com o pulso ritmado pelos pés descalços, o tambor com a voz de trovão entoando hinos quase esquecidos.
Nos ligamos. Depoimentos transformados pela escuta sorvendo esse cheiro suavemente audível. Caldo com sabores de infância que percutiu no corpo em repouso hibernado há anos. Restou fazer palpável o indizível. Concentro: cem voltas delimitando a borda desse prato transbordante onde colocamos, com passos na roda, nossos desejos dissolvidos, mexendo sempre em círculos até levantar fervura.
Tomara dê para alimentar o Grande Espírito.
Andreah Dorim - Diretora
SERVIÇO
Autor: Leo Lama
Diretora: Andreah Dorim
Elenco: Adriana Londoño, Clovys Torres e Fernanda de Paula
Produção: Clovys Torres Produções Artísticas
Realização: Adriana Londoño, Clovys Torres, Andreah Dorim e Fernanda de Paula
Gênero: drama poético
Duração do espetáculo: uma hora
Classificação (faixa etária): 14 anos
Data da estreia: 6 de abril
Teatro: Studio SP da Vila Madalena
Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 170. Vila Madalena
N.o de lugares: 50
Telefone: (11) 3032-4379
Dias e horários da peça: sextas e sábados às 22h
Valores: Sexta de graça, sábado - R$20,00 inteira; R$ 10,00 meia
Estacionamento: ao lado
*****
MAMBO ITALIANO
DIREÇÃO DE MARCOS CARUSO
na foto: Claudia Mello
CRÉDITO DA FOTO: FIGUEIRA JÚNIOR
SINOPSE: Angelo ( Alexandre Cruz) é um roteirista de TV que vive um enredo tragicômico na vida real. Ele vive uma relação amorosa "'dentro do armário" com Nino (Alex Moreno), amigo de infância da colônia Italiana, e vai ver seu relacionamento sofrer um duro golpe quando as famílias de ambos descobrirem a amizade especial que eles têm. As mamas italianas (Claudia Mello e Lilian Blanc/Catita Soares) com suas reações escandalosas, o pai ausente (Ronaldo Diaféria/Javert Monteiro), a irmã viciada em calmantes (Lara Cordula), a jovem histérica em busca de casamento (Patricia Gordo) e a tia que morreu por não pactuar com a hipocrisia. Todos esses personagens são descobertos em um texto rápido e afiado, que mostra as sensibilidades das famílias tradicionais e a mudança das relações amorosas dos tempos atuais.
SERVIÇO:
AUTOR: Steve Galluccio
TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Clarisse Abujamra
DIRETOR: Marcos Caruso
ELENCO: Claudia Mello, Lilian Blanc/ Catita Soares, Alexandre Cruz, Silvia Suzy, Alex Moreno, Ronaldo Diaféria/Javert Monteiro e Patricia Gordo. GÊNERO: comédia
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 80 minutos
CLASSIFICAÇÃO (FAIXA ETÁRIA): 14 anos
DATA DA ESTREIA: 13 de janeiro
DATA DE ENCERRAMENTO: 27 de maio
TEATRO: Teatro Juca Chaves
ENDEREÇO: Rua João Cachoeira, 899 - Itaim Bibi
NO. DE LUGARES: 350
TELEFONE: (11) 3168-2015
SITE: www.teatrojucachaves.com.br
DIAS E HORÁRIOS DA PEÇA: SÁBADOS 21h E DOMINGOS 19h
VALORES: R$50,00 inteira R$25,00 meia
CRÉDITO DA FOTO: FIGUEIRA JÚNIOR
*****
“MARIDO MACHÃO SÓ DÁ CONFUSÃO”
Comédia de Pasqual Lourenço e Pedro Tudech
Reestreia na zona sul
SINOPSE
Na história da dramaturgia moderna, o triângulo amoroso sempre foi um dos temas prediletos, usado por grandes comediógrafos de todos os tempos. A cobiça da mulher alheia, a desconfiança do marido, o medo antecipado de ser traído, a provocação de criaturas femininas belas e irresistíveis, e, principalmente o temor obsessivo de verdadeiros “heróis trágicos”, que carregam dentro de si, o fantasma do ciúme, deixando que este sentimento tome conta de sua vida, vinte e quatro horas por dia. Nos delírios de ciumeiras, maridos criam situações embaraçosas, sendo tudo, muitas vezes, fruto de sua imaginação.
No teatro brasileiro temos centenas de peças que tratam do cotidiano dos casais, explorando, de forma cômica, o marido traído, o amante garboso e a esposa leviana. SILVEIRA SAMPAIO, grande dramaturgo, abre uma de suas comédias com uma atriz ao telefone: “Querida, sabe de onde estou falando? Da garçoniere do meu marido”. Magnífico início para uma comédia. MARCEL ARCHAD, teve sucesso mundial com sua peça “UMA CAMA PARA TRÊS”, aqui, protagonizada pelo genial ator SÉRGIO CARDOSO, contando no elenco com VERA NUNES e CARLOS ZARA. Na década de 60, em São Paulo, o maior sucesso de bilheteria foi a comédia “A INFIDELIDADE AO ALCANCE DE TODOS", de autoria do consagrado LAURO CÉSAR MUNIZ.
Baseado em toda esta tradição dramatúrgica, os autores, PASQUAL LOURENÇO e PEDRO TUDECH, criaram a figura patética do marido enciumado, que cria ciladas e armadilhas para “pegar” a esposa em flagrante. A mulher,de esposa inocente, acaba se envolvendo nos planos do marido e a situação começa a se inverter, porque ela passa a acreditar, de fato, ter o amante imaginário do marido. Para isso seria necessário procurá-lo, achar um amante de carne e osso. Depois de muitas situações cômicas, “gags” inesperadas, achados de humor, o feitiço acaba virando contra o feiticeiro e o marido machão transformando-se no palhaço da história.
“MARIDO MACHÃO SÓ DÁ CONFUSÃO” é comédia para se rir muito.
E os maridos superciumentos, se sentirão “fotografados”.
Mas todos irão dar boas gargalhadas. Todos:maridos, esposas, primos, cunhados, sogras, avós, namorados, amigos, todos vão se divertir com este nosso “machão”.
"Como muito bem explica a escritora Lisa Appignanesi, diretora do "Museu Freud", de Londres, podemos pensar no amor não só em termos de tragédia mas também como comédia, como é o caso do enfoque do debate de ideias que se dá entre o homem e a mulher diante do casamento desastroso, provocado pelo ciúme doentio, obsessivo, anárquico, que tem o personagem central de "Marido Machão Só Dá Confusão" . Para o casal, é uma relação complicada entre amor e sexualidade.Por isso, o marido ciumento cria situações embaraçosas para ela e constrangedores para ele. Amantes imaginários ( da mulher ) surgem às pencas, dando ao dia-dia do casamento uma "normalidade" de caos e sofrimento."
Serviço do espetáculo :
Gênero : Comédia
Texto : Pasqual Lourenço e Pedro Tudech
Direção : Pasqual Lourenço
Cenários e Figurinos : Pasqual Lourenço
Iluminação : Pasqual Lourenço
Trilha Sonora : Pasqual Lourenço
Elenco : Sylas Rizzo, Arieli Portela e Mack Mayer
Duração do espetáculo : 60 minutos
Reestreia :13 de abril de 2012
Local da apresentação : Teatro Ressureição
Endereço : Rua dos Jornalistas, 123 Jabaquara SP - Tel : 5016 1787
Horários : Sexta-feira às 21h30 horas, Sábados às 21h30 horas e aos Domingos às 20h30 horas
Valor do Ingresso : R$ 50,00 ( inteira ) e R$ 25,00 ( meia-entrada )
Duração da Temporada :13/04/2012 até 01/07/2012
Classificação : 14 anos
Espetáculo para grupos : (11) 26742175/(11) 85102912
ACESSO DEFICIENTES: sim
SINOPSE
Na história da dramaturgia moderna, o triângulo amoroso sempre foi um dos temas prediletos, usado por grandes comediógrafos de todos os tempos. A cobiça da mulher alheia, a desconfiança do marido, o medo antecipado de ser traído, a provocação de criaturas femininas belas e irresistíveis, e, principalmente o temor obsessivo de verdadeiros “heróis trágicos”, que carregam dentro de si, o fantasma do ciúme, deixando que este sentimento tome conta de sua vida, vinte e quatro horas por dia. Nos delírios de ciumeiras, maridos criam situações embaraçosas, sendo tudo, muitas vezes, fruto de sua imaginação.
No teatro brasileiro temos centenas de peças que tratam do cotidiano dos casais, explorando, de forma cômica, o marido traído, o amante garboso e a esposa leviana. SILVEIRA SAMPAIO, grande dramaturgo, abre uma de suas comédias com uma atriz ao telefone: “Querida, sabe de onde estou falando? Da garçoniere do meu marido”. Magnífico início para uma comédia. MARCEL ARCHAD, teve sucesso mundial com sua peça “UMA CAMA PARA TRÊS”, aqui, protagonizada pelo genial ator SÉRGIO CARDOSO, contando no elenco com VERA NUNES e CARLOS ZARA. Na década de 60, em São Paulo, o maior sucesso de bilheteria foi a comédia “A INFIDELIDADE AO ALCANCE DE TODOS", de autoria do consagrado LAURO CÉSAR MUNIZ.
Baseado em toda esta tradição dramatúrgica, os autores, PASQUAL LOURENÇO e PEDRO TUDECH, criaram a figura patética do marido enciumado, que cria ciladas e armadilhas para “pegar” a esposa em flagrante. A mulher,de esposa inocente, acaba se envolvendo nos planos do marido e a situação começa a se inverter, porque ela passa a acreditar, de fato, ter o amante imaginário do marido. Para isso seria necessário procurá-lo, achar um amante de carne e osso. Depois de muitas situações cômicas, “gags” inesperadas, achados de humor, o feitiço acaba virando contra o feiticeiro e o marido machão transformando-se no palhaço da história.
“MARIDO MACHÃO SÓ DÁ CONFUSÃO” é comédia para se rir muito.
E os maridos superciumentos, se sentirão “fotografados”.
Mas todos irão dar boas gargalhadas. Todos:maridos, esposas, primos, cunhados, sogras, avós, namorados, amigos, todos vão se divertir com este nosso “machão”.
"Como muito bem explica a escritora Lisa Appignanesi, diretora do "Museu Freud", de Londres, podemos pensar no amor não só em termos de tragédia mas também como comédia, como é o caso do enfoque do debate de ideias que se dá entre o homem e a mulher diante do casamento desastroso, provocado pelo ciúme doentio, obsessivo, anárquico, que tem o personagem central de "Marido Machão Só Dá Confusão" . Para o casal, é uma relação complicada entre amor e sexualidade.Por isso, o marido ciumento cria situações embaraçosas para ela e constrangedores para ele. Amantes imaginários ( da mulher ) surgem às pencas, dando ao dia-dia do casamento uma "normalidade" de caos e sofrimento."
Serviço do espetáculo :
Gênero : Comédia
Texto : Pasqual Lourenço e Pedro Tudech
Direção : Pasqual Lourenço
Cenários e Figurinos : Pasqual Lourenço
Iluminação : Pasqual Lourenço
Trilha Sonora : Pasqual Lourenço
Elenco : Sylas Rizzo, Arieli Portela e Mack Mayer
Duração do espetáculo : 60 minutos
Reestreia :13 de abril de 2012
Local da apresentação : Teatro Ressureição
Endereço : Rua dos Jornalistas, 123 Jabaquara SP - Tel : 5016 1787
Horários : Sexta-feira às 21h30 horas, Sábados às 21h30 horas e aos Domingos às 20h30 horas
Valor do Ingresso : R$ 50,00 ( inteira ) e R$ 25,00 ( meia-entrada )
Duração da Temporada :13/04/2012 até 01/07/2012
Classificação : 14 anos
Espetáculo para grupos : (11) 26742175/(11) 85102912
ACESSO DEFICIENTES: sim
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