Atualmente no mercado existem diversas formas para serem utilizadas na lavagem de cabeça, sendo a maioria utilizada em salões de beleza. Porém nenhuma delas tem como ser utilizada em cima de um leito, em um hospital, por exemplo.
A técnica de lavagem de cabeça de um paciente é desenvolvida pela própria equipe de enfermagem, que não prevê o contato direto com a água e sim, com a utilização de compressas molhadas.
Este tipo de lavagem de cabeça traz diversos inconvenientes, tanto para a equipe de saúde, como para o próprio paciente, entre eles podemos citar: higienização deficiente do couro cabeludo, o aumento da duração do banho, gasto de material, desconforto, tanto para o profissional quanto para o paciente. A utilização da referida cuba, ainda ameniza a sensação de calor, a sudorese e a irritação do paciente.
Pensando em acabar com estes problemas atuais, a inventora Rita Ferreira Cardoso desenvolveu o projeto “Cuba para lavar a cabeça de pacientes acamados”, destinado a uso em hospitais ou domicílios (home care), ou ainda em spas e estabelecimentos de tratamentos estéticos, onde será possível tratar os cabelos da cliente, concomitantemente a outros tratamentos (relaxamento, manicure, pedicure).
A invenção tem como objetivo promover maior conforto e bem estar aos pacientes, através do contato da água diretamente na cabeça, com acondicionamento da água resultante da lavagem em uma bolsa própria, ou em tubulação de escoamento (ralo), caso haja essa possibilidade.
Para ser utilizada, o paciente acamado deve colocar a sua cabeça na cuba, posicionando seu pescoço em um encaixe próprio para este fim, podendo a água ser jogada à vontade, pois escoará por um orifício, e, através de uma mangueira, irá até ao reservatório coletor, ou tubulação de escoamento (ralo). Após o seu uso, a cuba poderá ser retirada do leito, e a bolsa coletora, caso tenha sido utilizada, poderá ser esvaziada, para ser reutilizada em outra lavagem.
Segundo a inventora, “Este projeto pode ser desenvolvido em diversos tamanhos, com a capacidade de atender diferentes necessidades dos pacientes e pode ser também, confeccionado em materiais como: plástico, fibra de vidro ou metal”.
Além de proporcionar maior higiene, o invento agrega vantagens econômicas e benefícios, como: conforto, segurança, praticidade, evita a proliferação de fungos e bactérias, tudo isso com um excelente custo x benefício.
Parceria – Rita está em busca de parceiros para ajudar a desenvolver modelos. Com patente requerida em todo o território brasileiro, a inventora busca negociá-la ou obter uma parceria com Fabricantes de materiais hospitalares e empresas especializadas na fabricação de cubas, para realizar testes e industrializar o produto.
Portal Podcultura
Pauta Carla Manga Colaborador de pautas Camila Dias Editor Chefe Sandra Camillo |
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