Show mostra o repertório do primeiro CD, que será lançado no segundo semestre. Banda, liderada pela atriz Fernanda D’Umbra, apresenta composições próprias com uma influência de soul music, rock e bues
Liderada pela atriz Fernanda D’Umbra, a banda FÁBRICA DE ANIMAISfaz show no dia 14 de abril, sábado, às 23h, no ESTAÇÃO CANECA.Banda é composta pelos músicos Fernanda D´Umbra (vocais), Sérgio Arara (guitarra), Caio Goes (contrabaixo), Cristiano Miranda (bateria) e Flávio Vajman (gaita e rubouard).
Banda apresenta composições próprias com uma influência clara de soul music, rock e bues. Show mostra o repertório do primeiro CD, que será lançado no segundo semestre. Set list traz músicas como: Torto, Trôpego e Cambaleante, Honey, Pneumonia, But Not Today, Ano Novo em Bagdá, To Cansada, Sua esposa ligou e Puta não tem nome.
O Projeto CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS 30 ANOS – ARTES DO SUBTERRÂNEO foi beneficiado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo e reúne teatro, literatura, música, poesia, cinema, vídeo e fotografia, e conta com apresentações de peças, shows, oficinas e encontros.
Para roteiro
BANDA FÁBRICA DE ANIMAIS – Dia 14 de abril de 2012, sábado, às 23h. Com Fernanda D´Umbra (vocais), Sérgio Arara (guitarra), Caio Goes (contrabaixo), Cristiano Miranda (bateria) e Flávio Vajman (gaita e rubouard). Ingressos: Pague Quanto Puder.Duração: 90 minutos. Classificação: 16 anos.
ESTAÇÃO CANECA – Rua Frei Caneca, 384 – Consolação. Capacidade 50 lugares. Bilheteria funciona de quarta a domingo, uma hora antes do início das atividades. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Estacionamento conveniado a R$8,00 ao lado. Café.Informações sobre o projeto e atividades: telefone 3657-2606 e site www.cemiteriodeautomoveis.com. br
Currículos:
Fábrica de Animais: Formada em 2007, a sonoridade da banda remete ao rock’n’roll, ao blues e ao jazz. No momento, o quinteto está em estúdio produzindo o álbum de estreia a ser lançado no segundo semestre de 2012 pelo selo Baratos Afins. Fernanda D’Umbra comanda os vocais, enquanto Sérgio Arara (guitarra), Flávio Vajman (gaita, acordeon e rubboard), Caio Góes (contrabaixo) e Cristiano Miranda (bateria) cuidam do som com a habilidade de quem está há tempos na estrada. A banda, cujo nome é uma referência ao livro homônimo de Edward Bunker, ganhou destaque rapidamente no circuito alternativo de São Paulo ao realizar ainda em 2007 o 1º Festival Fábrica de Animais, no Juke Joint, tradicional casa de shows de rock localizada na Rua Frei Caneca. Caracterizada por uma intensa atividade, em pouco tempo a banda já se apresentava em locais como o Centro Cultural São Paulo, Bourbon Street, Sesc Vila Mariana, Studio SP, Biblioteca de São Paulo, Teatro X, Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Café Aurora, Livraria da Esquina, Feira Moderna, Centro Cultural Rio Verde, Kitsch Club, Sarajevo e Container. Participou também do Festival ABC do Som a convite do Espaço Cidadão do Mundo, em São Caetano do Sul, além de eventos como as Satyrianas, evento anual que acontece na Praça Roosevelt e Vocabulário, produzido pelos escritores Paulo Scott e Chacal no Espaço B_arco. Ainda a convite do produtor Luiz Calanca, do selo Baratos Afins, participou do projeto Rock na Vitrine apresentando-se na Galeria Olido.
Cemitério de Automóveis: Fundado em 1982, por Mário Bortolotto e Lázaro Câmara na cidade de Londrina (PR), com o nome de Grupo de Teatro Chiclete com Banana, passou a se chamar Cemitério de Automóveis a partir de 1987. O Grupo já montou mais de quarenta espetáculos cumprindo várias temporadas em Londrina, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo, onde está trabalhando desde 1996. Participou dos mais importantes festivais de teatro do país, colecionando uma galeria respeitável de prêmios. Com o espetáculoMedusa de Rayban, o grupo ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Ator Coadjuvante de 1997 (Everton Bortotti) e foi indicado para o Prêmio Shell de Melhor Autor de 1997 (Mário Bortolotto). Por Diário das Crianças do Velho Quarteirão, Mário Bortolotto recebeu a indicação para o Prêmio Shell de Melhor Autor de 1998. Em 2000, realiza a 1.ª Mostra de Teatro Cemitério de Automóveis, com 14 produções no Centro Cultural São Paulo. A mostra rende a Mário Bortolotto o Prêmio APCA Pelo Conjunto da Obra e o Prêmio Shell de Melhor Autor por Nossa Vida não Vale um Chevrolet.
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