16 de mar. de 2012

Guri promove segunda edição do Horizontes Musicais, série de concertos didáticos na periferia de São Paulo


Grupo Uakti fará a abertura da série de apresentações gratuitas, que será realizada entre março e novembro, e contará com a participação de Osvaldinho da Cuíca, Toninho Ferraguti, Coro de Câmara da UNESP e Quinteto de Cordas da Juilliard School, entre outros

O Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria da Cultura promovem a segunda edição do Horizontes Musicais, série de concertos didáticos gratuitos, destinada aos alunos do Projeto Guri na capital e Grande São Paulo. Entre o período de 21 de março a 23 de novembro, 16 atrações musicais de grande representatividade da cena cultural brasileira e internacional – como Osvaldinho da Cuíca, Quinteto da Juilliard School, Coro de Câmara da UNESP e Toninho Ferraguti – realizarão 45 concertos didáticos para um público estimado de cerca de 20 mil jovens.
“A série Horizontes Musicais está consolidada e tornou-se um dispositivo eficaz do Sistema Paulista de Música, ao promover o intercâmbio de entre jovens estudantes e músicos consagrados”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo.   
A abertura da série acontece no próximo dia 21 de março, às 15 horas, no Memorial da América Latina, e contará com apresentação do Uakti. O grupo, reconhecido internacionalmente, mostrará a música e os instrumentos que criam com todo tipo de material: tubos de PVC, vidros, metais, pedras, borracha, cabaças e até água.
Além dos espetáculos elaborados para ampliação de repertório dos alunos do Guri, a iniciativa tem também como objetivo estimular a formação de público, tarefa indica para artistas e grupos como Tim Rescala, A Barca, Ópera Portátil, entre outros. “A ideia é trabalharmos em parceria com as escolas e instituições da região e levar música de qualidade até locais fora do eixo central. Com isso, contribuímos para o fortalecimento de atividades culturais na periferia da cidade”, explica o coordenador pedagógico do Guri e curador da Série, Ricardo Appezzato.
Segundo Appezzato, a seleção de artistas reúne grupos que mesclam diferentes linguagens de forma didática, que passam pelo jazz contemporâneo e o choro, a música popular tradicional e a erudita, até as formações clássicas, bem como a música contemporânea e o experimentalismo musical. Também não foi deixada de lado a apreciação à música étnica e às grandes obras da história musical. “Essa edição traz a fusão de diversas características para apresentar um amplo e estimulante panorama da música instrumental popular e da música de câmara brasileiras, além de participações internacionais, que possibilitam aos alunos, familiares e comunidades conhecer diferentes estilos, e vivenciar novas perspectivas musicais”.
Todas os concertos da Horizontes Musicais serão realizadas nos 22 CEUs, onde estão localizados os polos do Projeto Guri na capital, além do Memorial da América Latina e da Tenda Osasco. A programação completa pode ser consultada no sitewww.gurisantamarcelina.com.br.
A série Horizontes Musicais tem patrocínio de Merrill Lynch | Bank of America e apoio institucional do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Atrações:
UAKTI
É um grupo composto pelos músicos Paulo Sérgio dos Santos, Artur Andrés Ribeiro, Décio Ramos e Marco Antônio Guimarães.
O nome do grupo tem como origem uma lenda dos índios tucanos, que vivem à margem do Rio Negro, na Amazônia. Uakti era um ser enorme, que tinha o corpo aberto em buracos. Quando corria pela floresta, o vento, passando através do seu corpo, produzia sons belíssimos, incomuns, envolventes. As índias encantavam-se por esses sons e os homens, enciumados, caçaram e mataram Uakti. No local onde foi enterrado, nasceram três palmeiras, cujos troncos são utilizados pelos índios na fabricação de instrumentos musicais que, quando tocados, evocam os sons de Uakti correndo livre pela floresta.
O grupo, premiado e reconhecido internacionalmente, abrirá a temporada 2012 da série de concertos Horizontes Musicais, mostrando a música e os instrumentos que criam com todo tipo de material: tubos de PVC, vidros, metais, pedras, borracha, cabaças e até água. Para o Uakti tudo se transforma em som. O resultado é uma arte repleta de magia, sons e sentimentos, que toca fundo na alma humana.

Ópera Portátil
Ópera Portátil surgiu em 2005 com a intenção de levar ao público, de forma tradicional e encenada, óperas de curta duração e de roteiro agradável, explorando a comicidade refinada
com o objetivo principal de conquistar novas plateias e proporcionar a muitas pessoas a possibilidade de um primeiro contato com este universo tão mágico e peculiar. O grupo é formado pela soprano Jamile Evaristo, o tenor Jonas Paulo e o baixo Paulo Menegon, juntamente com o pianista e diretor musical Wesley Lacerda e o diretor cênico, cenógrafo e figurinista Pablo Moreira, e já lançou em DVD três de suas produções, gravadas em temporadas no Teatro Tucarena, entre 2007 e 2009.
Em 2011, a companhia apresentou a ópera Bastião e Bastiana na série Horizontes Musicais. Em 2012,  o grupo traz La Serva Padrona, de Giovanni Battista Pergolesi, que obteve o terceiro lugar na votação do público de Melhor Concerto de 2011 pelo Guia da Folha de São Paulo.

A Barca
A Barca nasceu em 1998 de uma reunião de amigos em torno de ideias como viagem, música popular, Brasil e Mário de Andrade. Partindo da reflexão sobre o fazer artístico e suas responsabilidades estéticas e sociais, realiza um trabalho abrangente de criação de espetáculos, documentação, arte-educação e produção cultural. O estudo do modernista levou o grupo a mergulhar em várias das incontáveis músicas populares do Brasil e estabelecer alguns laços particulares.
Nas suas viagens, o grupo registrou e gravou vários dos gêneros que teve contato, como o carimbó, tambor de mina, mangaba e boi-bumbá e realizou encontros dessa comunidade tradicional com artistas contemporâneos, o que trouxe para seu repertório o risco e a graça do improviso e da experimentação, a troca e a descoberta de uma terceira via para o fazer musical.
Nos Horizontes Musicais, A Barca – formada por André Magalhães e Ari Colares (percussão), Chico Saraiva (violão), Renato Amaral (baixo), Thomas Rohrer (sax e rabeca), Juçara Marçal, Marecelo Pretto e Sandra Ximenez (voz) – apresenta seu repertório propondo a descoberta de um novo caminho, no qual limites como cultura erudita e popular, tradição e contemporaneidade, sagrado e profano, devoção e diversão se desfazem. É preparar ouvidos, vozes, pés e coração para trilhar com o grupo este caminho.

Coração Quiáltera
Formado pelo quarteto Pax Bittar, Leo Nascimento, Lu Bispo e Well Tibério, o Coração Quiáltera desenvolve uma pesquisa que privilegia o universo da música instrumental, com destaque para os instrumentos de percussão.
O grupo, formado em 1999, tem-se firmado com a produção de um trabalho autoral baseado em experimentações sonoras que buscam o pouco comum e o novo, além de uma preocupação com o ouvinte, no sentido de ele identificar os resultados concretos da pesquisa como música. Já atuou ao lado dos músicos Naná Vasconcelos, Beto Angerosa, Caíto Marcondes, Carlos Stazi, Ari Colares e Luis Guello, e participou de festivais como o Festival de Internacional de Inverno de Campos do Jordão.
Nos Horizontes Musicais, o público se deparará com o fascínio do grupo pelos compassos irregulares e timbres inusitados em seu Concerto dos irregulares tempos, que utiliza objetos feitos de vidro, metal, madeira, plástico e cerâmica para criar as mais diversas sensações auditivas, em movimentos que representam os diferentes períodos de um dia..

Tim Rescala
O compositor Tim Rescala trabalha com teatro musical desde o final da década de 1970, tendo escrito peças para variadas formações de câmara além de uma ópera infantil, A Orquestra dos Sonhos, utilizando recursos cênicos aliados à música.
A principal característica de seu trabalho é a utilização do texto, fazendo com que os intérpretes toquem e falem ao mesmo tempo. A fala é então mais um parâmetro interpretativo, gerando, naturalmente, uma nova postura no palco.
Outro elemento que caracteriza o teatro musical de Tim Rescala é o humor, presente na maioria de suas obras cênicas. Desde que começou a fazer música para teatro, os recursos cênicos passaram a ser constantes em sua música de concerto incorporando-se de forma tão natural em seu trabalho que tornou-se difícil estabelecer um limite entre o que é música e o que é teatro.

Wadaiko Sho
“Wadaiko” em japonês se refere a arte dos tambores japoneses (Taiko). “Sho” quer dizer viver. Assim, “Wadaiko Sho” significa viver tendo como base a arte dos tambores japoneses.
Único grupo profissional de Taiko no Brasil, Wadaiko Sho foi formado em 2002 por Setsuo Kinoshita e Mitsue Iwamoto. Mistura ritmos e coreografia, propondo ao ouvinte uma participação singular, criando a cada peça uma experiência única que, se não é religiosa no sentido estrito da palavra, seguramente encerra um caráter de espiritualidade, marcadamente étnico.
Os Guri poderão conhecer o Taiko, uma mais importantes manifestações culturais do Japão, cujos participantes buscam viver uma filosofia segundo a qual música, terapia, alimentação, cuidados com o corpo e trabalho social são enfocados com um mesmo objetivo: perpetuar a arte secular dos tambores japoneses.

Percoso Ensemble
Dedicado à divulgação de obras dos séculos XX e XXI, o Percorso Ensemble, fundado em 2002 pelo maestro e percussionista Ricardo Bologna, é formado por instrumentistas influentes no cenário musical paulista.
O grupo tem como um dos objetivos despertar no público o interesse pela música contemporânea e estimular a criação de novas obras. Estreou peças de compositores como Flo Meneses e Iannis Xenakis. Em 2007, lançou o CD Berio+ com obras de Luciano Berio, Arrigo Barnabé e Eduardo Álvares. Também gravou em outro CD peças de compositores brasileiros do século XXI.
Apresentará ao público dos Horizontes Musicais um de seus primeiros concertos executados: A história do soldado, do compositor russo Igor Stravinsky, impactante obra musical e cênica, marco na história da música do século XX, escrita em 1918.

Toninho Ferragutti
Instrumentista, compositor e arranjador, Toninho Ferragutti é um dos mais importantes nomes do acordeão moderno brasileiro. É presença constante em gravações e em shows de grande parte dos artistas da MPB e também como solista de importantes Orquestras como Osesp, Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Recife e da Paraíba. Seu CD Sanfonemas foi indicado ao Grammy Latino no ano 2000 na categoria de música regional e o seu mais recente CD solo, Nem Sol nem Lua, esteve na opinião de diversos críticos entre os dez melhores lançamentos no ano de 2006.
Ao lado de Zé Alexandre Carvalho no contrabaixo e Alexandre Ribeiro na clarineta, Toninho traz ao público dos Horizontes Musicais suas composições interpretadas no acordeão com impressionante sensibilidade, capacidade de improvisação e virtuosismo, mostrando toda e beleza e riqueza desse instrumento.

Alexandre Ribeiro Quarteto
O clarinetista Alexandre Ribeiro reuniu os músicos Gian Correa, Leo Rodrigues e Henrique Araújo, com grande vivência no choro e no samba, para apresentar uma mistura instrumental que tem como base a música brasileira e seus variados ritmos, mas que inclui também elementos do jazz, da música latina e erudita.
A formação do grupo é a do clássico regional de choro, com clarinete, violão de sete cordas, percussão e cavaquinho (ou bandolim). Esses instrumentos todos atuam não apenas no acompanhamento, mas também tecem um diálogo entre si, buscando uma sonoridade peculiar.
A proposta é apresentar ao público a musicalidade e as possibilidades sonoras de cada instrumento, não perdendo a originalidade das composições e mantendo a linguagem particular de cada músico no palco.

Camerata de Violões do Conservatório de Tatuí
A Camerata de Violões é o grupo representante do violão erudito do Conservatório de Tatuí, uma das mais importantes escolas de música do Estado de São Paulo. Desde a fundação do grupo, em 1996, quando alunos e professores passaram a divulgar obras do compositor brasileiro Garoto, a Camerata de Violões tem o objetivo de integrar alunos de nível avançado e profissionais em trabalhos camerísticos. Na sequência, o grupo passou a promover obras escritas para o universo violonístico, e gravou, em 2000, o CD Vê Se Te Agrada, com o qual realizou sua primeira turnê por festivais e salas de concerto.
A partir de 2001, passou a desenvolver repertório especialmente adaptado para conjunto de violões e a apresentar-se com violoncelistas, coro e clarinete, entre outros. A iniciativa foi registrada em 2006 no CD Convida, com obras de Bach, Rossini, Vivaldi, Saint-Säens, Dvorák, Villa-Lobos, Guerra Peixe, Villani-Côrtes e Zequinha de Abreu.

Quinteto Brassuka
Os instrumentos de metal que formam uma orquestra (trompete, trombone, trompa e tuba) são a base do Brassuka, grupo camerístico criado em 2011 pelos músicos paulistanos Moisés Américo da Silva, Pedro Santos, Eder Tavares, Tiago Azevedo e Marcos Gomes Tudeia, que buscam levar a sonoridade desses instrumentos para diferentes plateias de uma forma irreverente e divertida.
Apesar de muitos terem ideia de um resultado sonoro agressivo quando falamos neste tipo de formação, não é raro, após as apresentações do quinteto, encontrar um público admirado e encantado com a descoberta de uma nova referência musical.
O repertório do Brassuka passa pelos diversos períodos da música ocidental chegando até compositores contemporâneos, além de músicas do folclore de diversas culturas. Um exemplo de que com muita criatividade é possível apresentar ao público um som diferenciado, instigante e inovador.

Coro de Câmara da UNESP
Criado pelo Departamento de Música do Instituto de Artes UNESP, o Coro de Câmara iniciou suas atividades em 2005. É formado por alunos dos bacharelados em Canto, Composição, Regência, Instrumento e Licenciatura em Educação Musical. Tem como objetivo o desenvolvimento técnico-vocal, estilístico e interpretativo e conta com a regência do maestro Victor Gabriel.
O Coro interpretou várias obras do período colonial brasileiro, Villa-Lobos (algumas das obras sacras), Bach (motetos e cantatas), Schütz (As sete palavras de Cristo na cruz), Castelnuovo Tedesco (Romancero Gitano) entre outros, com a Orquestra Sinfônica da USP. Com a Banda Jovem do Estado de São Paulo interpretou Alexandre Nevsky (Prokofiev) e diversas obras corais a capela de compositores brasileiros (Mahle, Guarnieri, Lacerda, Lorenzo Fernandez, Widmer, Viera Brandão). Para esta série de concertos, o Coro apresentará um diálogo com a dança e a música flamenca.

Jazz Combo do Conservatório de Tatuí
Criado em 1992, o Jazz Combo une professores e alunos do nível avançado dos cursos de MPB e Jazz do Conservatório de Tatuí em torno da pesquisa da história da música brasileira e do trabalho de execução de composições e arranjos inéditos.
Em 1998, lançou o CD Rumo Norte com obras de Paulo Flores. Participou de festivais e de eventos como Chorando sem Parar e o Brasil Instrumental ao lado de convidados como Mônica Salmaso, Proveta, Teco Cardoso, Paulo Freire, Vinícius Dorin, Nenê, além dos trompetistas americanos Ed Sarath e Daniel Barry, sempre com a proposta de compartilhar e recuperar repertórios e promover releituras.
Em 2008, gravou o DVD Será o Benedito!?! com releituras da obra de Benedito Lacerda e Pixinguinha. Atualmente trabalha na produção do CD Sextando, sempre tendo como missão a pesquisa e divulgação da música instrumental e de improvisação brasileira.

Trio Curupira
O Trio Curupira nasceu, em 1996, de um encontro de ideais e afinidades de André Marques (pianista do grupo de Hermeto Pascoal), Ricardo Zohyo (atualmente Fábio Gouvêa) e Cleber Almeida. Determinados a desenvolver um trabalho diferenciado, fruto de pesquisas musicais e culturais, tendo por base a genuína música do Brasil, eles percorrem todos os ritmos e eliminam as fronteiras entre estilos.
O nome se refere ao personagem mítico do folclore brasileiro encarregado de proteger as florestas e os animais. Esse é o espírito do trio: defender a música e a cultura brasileira, sem preconceitos. Já lançou dois CDs, sendo que o segundo, Pés no Brasil, Cabeça no Mundo, recebeu indicações ao Grammy Latino 2008 e muitos elogios da crítica.
Tendo como formação tradicional o trio com piano, baixo e bateria, o grupo também utiliza flautas, cavaquinho, guitarra, percussão, escaleta, entre outros instrumentos, de forma a misturar os elementos de matrizes culturais tão distintas como a indígena, a africana, a europeia e a árabe, entre outras.

Quinteto de Cordas da Juilliard School
A Juilliard School de Nova Iorque, um dos mais importantes conservatórios do mundo, realiza, desde 2010, intercâmbio artístico-pedagógico com os programas administrados pela Santa Marcelina Cultura. Em 2012, essa parceria se amplia com a participação do Quinteto de Cordas formado por alunos de mestrado e professores da Juilliard School na série de concertos Horizontes Musicais.
A escola norte-americana é referência internacional na formação de profissionais de instrumentos de cordas e já teve em seus bancos expoentes da música como o violoncelista Yo-Yo Ma, entre muitos outros.
Os músicos apresentarão as possibilidades sonoras e estilísticas de um quinteto de cordas com dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo, num instigante diálogo entre a música erudita de câmara, a música pop e a tradicional, sempre com muita irreverência.

Osvaldinho da Cuíca
Sambista, ritmista, passista, cantor e compositor, Osvaldinho da Cuíca representa uma arte popular que transita entre a tradição e a contemporaneidade, circulando com a mesma desenvoltura nos palcos de teatros sofisticados ou nos popularíssimos desfiles carnavalescos da sua Vai-Vai.
Ao longo de mais de 50 anos de carreira, atuou em programas de rádio, televisão, gravações, shows e festivais, apresentando um valioso trabalho autoral e tocando com grandes artistas brasileiros, como Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Adoniran Barbosa, Geraldo Filme, Ismael Silva, Nelson Cavaquinho, Cartola, Zé Keti, Nelson Sargento, entre outros.
Tendo como base seus dois últimos lançamentos, o DVD Cidadão Samba, documentário que conta a história do mestre do samba paulista, e o livro Batuqueiros da Paulicéia, recém lançando pela editora Bacarolla, Osvaldinho interpreta, para o público dos Horizontes Musicais, os grandes clássicos do samba paulista, de sua autoria e de outros mestres, ao lado de Ventura Ramirez, considerado por muitos como o melhor 7 cordas do Brasil.

Guri
Com mais de 50 mil alunos distribuídos por todo o Estado de São Paulo, o Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro. São milhares de guris, centenas de polos e 17 anos de um trabalho que tem na música seu instrumento de transformação. O Programa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo e é administrado por duas organizações sociais ligadas à Secretaria de Estado da Cultura. A gestão das unidades da capital e Região Metropolitana de São Paulo, com cerca de 18 mil vagas, é realizada pela Organização Social Santa Marcelina Cultura.

Sobre a Santa Marcelina Cultura
A Santa Marcelina Cultura é responsável pela execução de dois programas de formação musical do Governo do Estado de São Paulo. Criada em 2008, a OS administra o programa Guri na região metropolitana de São Paulo e a Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). Com esta, organiza o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e os Grupos Jovens ligados à Escola: Orquestra Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Banda Sinfônica Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim. Servindo como base para todos estes programas está o projeto de criar um ciclo virtuoso para a formação musical no Estado de São Paulo, combinado a um sólido projeto de inserção social, com o respaldo da tradição de ensino das Irmãs Marcelinas.

Serviço
Horizontes Musicais
Data: de 21/3 a 22/11
Locais: CEUs e Polos das regiões metropolitanas
Consulte a programação completa no site: www.gurisantamarcelina.org.br

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