Apesar das campanhas de conscientização quanto ao ato de doar voluntariamente e, em especial, por repetição, o número de doadores de sangue está abaixo do esperado no Brasil atualmente. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) a média de doadores de sangue está entre 3 e 5% em relação à população de todo o País. A média brasileira é de 1,9% nos últimos cinco anos; destes, 40% o fizeram pelo menos duas vezes ao ano.
O hematologista e presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Carmino Antonio de Souza, explica que doar sangue é fundamental para aqueles pacientes atendidos em emergências com grande perda sanguínea (politraumatizados), que sofrem de doenças hematológicas ou doentes transplantados e necessitam de sangue continuamente para sobreviver.
Segundo o especialista, há alguns anos, os doadores eram denominados de “reposição”, pois só doavam quando algum membro da família ou amigo precisava de sangue. Hoje, este modelo ainda existe, mas, de acordo com o hematologista está ultrapassado. “O pior momento para sensibilizar as pessoas para a importância da doação é em meio a uma situação de urgência ou emergência, por isso buscamos conscientizar a população pela opção de doar periodicamente”, defende Souza.
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