9 de fev. de 2012

Quem já infartou tem mais risco de infartar novamente


Embora a maioria (92%) dos pacientes que já sofreram um infarto tenha consciência de que têm muito mais risco de infartar novamente do que alguém que nunca infartou e que não seguir o tratamento correto os coloca em risco, nem todos tomam os devidos cuidados. Uma pesquisa feita em seis capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Salvador, Belém e Curitiba) com mais de 600 pacientes revelou que 15% deles não faz uso de medicamentos para prevenir um segundo infarto. Segundo a pesquisa, 20% deles acreditam que se não houver sintomas, não é preciso fazer qualquer tratamento. Além disso, 20% admitem que não mudaram os hábitos após o infarto.

PARA EVITAR UM SEGUNDO INFARTO
Para evitar um segundo infarto é importante o acompanhamento médico, tratamento adequado ,mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos .
Desde 2011, pacientes infartados podem receber uma nova opção de tratamento. Brilinta, um antiagregante plaquetário produzido pela AstraZeneca, está indicado para a prevenção de eventos trombóticos (morte cardiovascular, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral) em pacientes com Síndrome Coronária Aguda, incluindo pacientes tratados clinicamente, com angioplastia ou cirurgia de revascularização do miocárdio.
Aprovado pela Anvisa em dezembro de 2010, BRILINTA é o primeiro antiagregante plaquetário a apresentar uma redução no risco de morte cardiovascular em comparação com o tratamento padrão (clopidogrel).


Pauta
Carla Manga


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