A
primeira imagem chega normalmente pela internet, publicidades diversas ou notícias
de revistas, jornais ou televisão.
Diz o slogan famoso que “a
primeira impressão é a que fica”, e alguns utilizam esta definição apenas
para slogan publicitário, porém tenho para mim que a frase deveria ser um pouco
diferente: “a primeira imagem é a que fica”, pois, antes mesmos de
decodificarmos a mensagem em texto, temos a tendência a prestar mais atenção à figura.
É
como quando presenciamos um estouro do foguete que produz uma luz (imagem) e um
som. Primeiro vemos a alegoria colorida no céu e depois escutamos o estrondo. Em
uma tempestade acontece à mesma coisa. Antes de ouvirmos o som do trovão vemos a
representação do relâmpago. Quando conhecemos alguém, antes mesmo de ouvir,
observamos sua imagem e dela formamos uma primeira impressão sobre como é
aquela pessoa. Ao lermos uma revista, na maioria das vezes, olhamos primeiro as
fotos, para depois lermos o título e só então decidirmos se vale a pena
continuar a leitura.
Por
isso, uma empresa que pretende vender uma imagem corporativa, produtos ou
serviços, precisa definitivamente pensar na imagem que pretende passar, e não
estamos falando somente de logo, simbologia, fachada, papelaria e folders. Na
era em que a velocidade da comunicação acontece de forma imediatista e a
internet se firma cada vez mais como um dos mais importantes veículos em
eficácia na formação da imagem, a foto se torna ferramenta importantíssima e
deve ser encarada com seriedade e profissionalismo. Uma foto amadora, sem
técnica, sem luz adequada e sem perícia pode passar uma imagem contrária da que
se gostaria.
A
foto comercial hoje é utilizada em sites, blogs, portais de relacionamentos,
publicidade, embalagens, outdoors, folders e também em matérias jornalísticas.
Atualmente, as grandes empresas contam com o serviço de um profissional de
assessoria de imprensa, responsável por alimentar a imprensa sobre
acontecimentos das companhias que valem notícias, e ele também alimenta os
veículos de comunicação com fotos, pois com a grande velocidade das notícias, muitas
redações recorrem a estas imagens, por agilidade, praticidade ou mesmo falta de
tempo hábil. Porém, os jornalistas não publicam qualquer coisa, são exigentes
quanto a este material e às vezes optam por exclusividade de imagem.
Além
da empresa, produtos e serviços, a imagem do executivo que dará entrevistas
pertinentes ao negócio é também uma ferramenta vendedora de credibilidade. O
fotógrafo com toda sua experiência poderá orientar o executivo quanto à melhor
pose, o melhor ângulo, o fundo ideal e fazer uma imagem sem sombras, criando
assim a figura que se deseja, com o perfil da organização a ser representada. Uma
foto mal tirada ou uma pose estranha pode desqualificar qualquer mensagem a ser
transmitida.
No
caso de produtos, é necessário que as empresas tenham um banco de imagem amplo,
que deve ser constantemente renovado, para que não passe a ideia de falta de
renovação. Podem estar em still, fundo branco, e também produzido em ambientes
apropriados ao segmento. Há determinados produtos, porém, que requerem uma
produção maior, com modelos em studio ou em área externa. Cada seção de fotos
deve ser muito bem pensada, pois a foto de embalagem é diferente da foto da
campanha publicitária e, dependendo do objetivo, também pode ser diferente para
sites, portais de relacionamentos e mesmo para a imprensa.
Desta
forma, ainda que a ideia seja construída em reuniões, papéis e textos, após
todo trabalho, a imagem será sempre a primeira ideia a ser vendia. Por isso,
hoje, não há boa comunicação sem fotos de qualidade!
Artigo de:
Pablo Sobral
Fotógrafo de campanhas publicitárias, que atua no Studio Roberto Lima ao lado do fotografo Roberto Lima.
http://www.studiorobertolima. com.br/
Fotógrafo de campanhas publicitárias, que atua no Studio Roberto Lima ao lado do fotografo Roberto Lima.
http://www.studiorobertolima.
Pauta
Carla Manga
Colaborador de pautas
Larissa Yamatogue
Marketing e Publicidade
Carol Queiroz
Editor Chefe
Sandra Camillo

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