29 de set. de 2010

Exposição Smirnoff@Nightlife mostra o que “bombou” nas pistas nas últimas quatro décadas

Com edição de conteúdo de Claudia Assef e curadoria de Leo Madeira, a Smirnoff@Nightlife trará fotos, documentários, figurinos, vinis e tudo que movimentou a noite brasileira

Cerca de cem pessoas reviraram seus acervos pessoais e garimparam verdadeiras jóias da noite para que fosse montada a Smirnoff@Nighlife. Uma retrospectiva inédita, contada por fotos, vídeos, depoimentos, figurinos e elementos que marcaram época nas últimas quatro décadas de baladas brasileiras. De 01 a 17 de outubro, a exposição acontecerá no Castelinho, em São Paulo.

Idealizada pela marca líder mundial do mercado de vodca – SMIRNOFF® –, a exposição é parte do Smirnoff Nightlife Exchange Project, uma ambiciosa iniciativa global para descobrir e celebrar o melhor da nightlife ao redor do mundo, dando continuidade a sua platafomra de comunicação BE THERE™. O projeto busca ideias geradas por consumidores de catorze mercados capturadas online, embaladas em um container e transformadas em experiências inesquecíveis. O Nightlife Exchange Project culminará em uma grande festa no dia 27 de novembro de 2010, quando o mundo trocará suas noites e cada um dos catorze países envolvidos enviará o melhor da sua balada para um país parceiro.



“A exposição promete incitar o assunto nightlife entre as rodas de frequentadores da noite e fazer com que a cultura noturna venha à tona, incentivando ainda a participação dos consumidores em nossa página no Facebook (www.facebook.com/smirnoffbrasil)”, explica Tânia Cesar, diretora de Marketing da Diageo. “Mostraremos o melhor da baladas das últimas quatro décadas e convidaremos o consumidor a nos dizer o que há de melhor atualmente na noite brasileira. O resultado desta participação será o que enviaremos a nossa cidade-irmã”, complementa a executiva.

A editora de conteúdo da exposição, Claudia Assef, organizou uma mostra de vinis como um dos elementos da exposição. Serão mais de 200 títulos lançados no Brasil, que ajudaram a formar a trilha sonora da noite brasileira. Desde vinis raros, como os usados pelo DJ Alfred nos anos 90, até set lists de Gui Borato e Renato Cohen, nos dias de hoje.

“Recolher e organizar os elementos para a Smirnoff@Nightlife foi um trabalho árduo, mas divertidíssimo. Teremos verdadeiras relíquias na exposição, como os lustres do lendário Lov.e Club, figurinos originais de personagens lendários, vinis inéditos e flyers de várias décadas”, comenta Claudia Assef.

Documentários inéditos e que se destacaram na cena cultural paulistana, fotos dos acervos pessoais de DJs, promoters e dos grandes fotógrafos da cena noturna do País completam as atrações da Smirnoff@Nightlife.



“A exposição acontecerá no Castelinho, na Av. Brigadeiro Luis Antonio, por vários motivos, e o principal deles certamente é o elemento surpresa. Os paulistanos possuem muita curiosidade sobre o local, que nunca abriu suas portas ao público. O Castelinho é um marco, uma das ultimas obras de art nouveau presentes em São Paulo e está na rota da cultura noturna da cidade, próximo ao Baixo Augusta” explica Amauri Fantato, proprietário da Agência Nossa! e responsável cultural pelo projeto.



Ambientes

Anos 70

A pista de dança surge no cenário da noite brasileira. A disco music é a trilha sonora das discotecas que fazem a elite do Rio e de São Paulo chacoalhar. Já nas periferias os DJs das equipes de baile tocam os sons mais modernos do mundo das pistas.

Anos 80

Depois de muito disco, o que marca a década de 80 é a onda do preto. Mas a onda dark e pós-punk é quebrada pelas danceterias, em que várias tribos dançam juntas os primeiros hits eletrônicos, além de new wave, rock inglês e o novato pop rock brasileiro. Ainda nessa década surge o break em São Paulo.

Anos 90

O estouro da música eletrônica no mundo reverbera no Brasil, onde uma pequena tribo clubber começa a tomar forma. Na periferia, jovens com menor poder aquisitivo imitam o visual de Keith Flint, vocalista do Prodigy, introduzindo uma nova tribo: os cybermanos.

Anos 00

Depois de reinar nos anos 90, a música eletrônica perde espaço e vê sua soberania ir por água abaixo nas pistas de dança. Eclética, a nova década abre espaço para o rock, o pop, etc. Com a chegada do MP3, muita gente vira DJ do dia para a noite.

A exposição é gratuita, faz parte do Smirnoff Nighlife Exchange Project e ocorrerá entre os dias 01 e 18 de outubro.

Para baixar imagens em alta e vídeos acesse: http://www.ketchumdigital.com/release/smirnoff



Serviço:

Caixa de texto: Smirnoff@Nighlife Castelinho – Av. Brigadeiro Luis Antonio, 826 – Bela Vista De 01 a 17 de Outubro das 17h às 00h Classificação: 18 anos Entrada: Gratuita Não possui estacionamento no local

Ficha Técnica:

Curadoria – Leo Madeira

Direção e Edição de conteudo – Claudia Assef

Cenografia e Direção de Arte – Guto Requena e Maurício Arruda

Projeto e Realização – Agência Nossa!



“Be There™”

“Be There™”– a Smirnoff® acredita em fazer as coisas de maneira diferente: que quando você subverte o ordinário ou simplesmente altera um dos ingredientes de uma balada, é possível criar algo especial, algo extraordinário – uma experiência que você lembrará por muitos anos e se orgulhará em dizer "eu estive lá".



Sobre a SMIRNOFF®

Criada em 1860 por Piotr Smirnov, na Rússia, a SMIRNOFF® é a mais bem-sucedida marca de vodca do mundo. Há alguns anos, o Brasil vem se consolidando como um mercado estratégico e acaba de se tornar o terceiro principal consumidor desse produto para a DIAGEO, empresa líder mundial em bebidas alcoólicas premium, atrás apenas de Estados Unidos e Reino Unido. Seus diferentes rótulos atendem às diversas demandas do mercado e são encontrados no país nas versões SMIRNOFF 21, SMIRNOFF® BLACK, SMIRNOFF® ICE e ICE Black, SMIRNOFF® TWIST, nos sabores Citrus, Orange, Red Fruit e Maracujá, e SMIRNOFF® CAIPIROSKA, Limão, Maracujá e Frutas Vermelhas. A empresa também tem como uma de suas principais preocupações o consumo responsável de álcool, destinando cerca de 30% de sua verba de marketing para campanhas de conscientização.

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