22 de fev. de 2010

O Filho da Ditadura de Juvenal Teodoro Payayá.


É um romance de 178 paginas repletas de amarguras. A apresentação é do cientista político Jorge Almeida.

Tudo começa em primeiro de abril.

Uma das inovações marcantes no texto é a relação contraditória do indígena com a ditadura militar.

O personagem é forte e foge dos padrões habituais, não se submete e não se deixa tutelar.

Os episódios que destacam torturas a mulheres chamam a atenção para o estupro e o sadismo do torturador.

O ato vil é identificado como prática comum nas prisões das ditaduras da Latino América.

As consequências são Os Filhos da Ditadura.

É um texto forte onde através dos personagens discutem-se Ligas Camponesas, Indústria bélica, Pedra do Cavalo, Ciltura indigena, Riocentro, Previdência privada, exilio, vinhos finos e muito mais. Vale a pena sua leitura.

Mais informações em:

www.juvenal.teodoro.blog.uol.com.br e http://mais.uol.com.br/juvenalpayaya O

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