16 de nov. de 2009

PETROBRAS E DANÇANDO PARA NÃO DANÇAR INAUGURAM SEDE DO PROJETO

O projeto de inclusão social Dançando para não Dançar - que conta com o apoio da Petrobras Distribuidora desde 1997 - inaugura sua sede própria nesta terça-feira, 17 de novembro, às 18 horas, na Rua Frei Caneca, 130, no bairro da Lapa, Centro do Rio de Janeiro. A reforma do prédio, onde será instalada a primeira Escola de Dança das Comunidades Populares, também foi patrocinada pela BR e possibilitará o atendimento de demanda reprimida de mais de 1000 crianças e jovens das comunidades participantes, que aguardam para entrar no projeto, além de convites a outras comunidades.
Construído em 1914, o prédio tem cinco andares, arquitetura eclética e área de aproximadamente 380 metros quadrados. Seu novo projeto arquitetônico incluiu a restauração da fachada e a recuperação e adaptação com salas de aula de dança, local para ensaios, biblioteca, acesso a internet, sala de atendimento psicológico, médico, odontológico e de assistência social.
A edificação, que estava com sua estrutura física comprometida, está inserida em Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) da Cruz Vermelha, no Centro da cidade.
O projeto - Implantado inicialmente nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, o Dançando para não Dançar atualmente atende cerca de 400 crianças e jovens também na Rocinha, Mangueira, Chapéu Mangueira, Babilônia, Macacos, Tuíuti, Jacarezinho, Salgueiro, Dona Marta, Oswaldo Cruz e Borel. "Para a BR, é motivo de muita satisfação ter contribuído para a reforma da sede do Dançando. Agora, mais do que nunca, o trabalho certamente trará resultados ainda mais positivos e abrirá novas portas para estes jovens", afirma Alena Aló, gerente de Patrocínio e Eventos Corporativos da Petrobras Distribuidora.
O projeto, que tem o objetivo de ensinar balé clássico a crianças de baixa renda e órfãs em comunidades carentes, também oferece suporte sócio-educativo, aulas de teoria e prática musical, línguas e assistência médica, odontológica, fonoaudiológica e social. A cada três meses, as famílias dos participantes de todas as comunidades envolvidas encontram-se num café da manhã para trocar experiências sobre o projeto. As crianças do projeto que mais se destacam são inscritas na seleção anual da Escola de Dança do Teatro Municipal.

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