14 de ago. de 2025

RNAB 2025 anuncia os finalistas da sua 15ª edição

 




RNAB 2025 anuncia os finalistas da sua 15ª edição

Revelando Novos Atores Brasileiros celebra a diversidade e o talento emergente no audiovisual internacional

São Paulo, [data a completar] — O RNAB – Revelando Novos Atores Brasileiros chega à sua 15ª edição reafirmando o compromisso com a promoção de novos talentos do cinema e do audiovisual.
Neste ano, o festival celebra uma seleção marcada pela diversidade cultural, pela inovação narrativa e pela força criativa das novas gerações de realizadores.

Com produções provenientes do Brasil, Chile, Argentina, França e Estados Unidos, os projetos finalistas representam diferentes olhares sobre o mundo contemporâneo, explorando temas sociais, identitários e existenciais com originalidade e profundidade.

🎬 Projetos finalistas – 15ª Edição RNAB

  • Hey, Priest, What's Your Thing? – Dir. Fernando Meirelles Borba (Brasil)

  • Loners Anonymous – Dir. Natie Nuambé (França)

  • Three Vendors of Ipanema – Dir. Jonathan S. Lee (EUA)

  • Kaeté – Dir. Pedro Ciampolini (Brasil)

  • Another Lesser Key – Pilot – Dir. Benjamín San Martín (Chile)

  • Ziraldo’s Ark – Dir. Luís Igreja (Brasil)

  • Fortunas – Dir. Sidarta Senna (Brasil)

  • The Route – Dir. Gerónimo Reig (Argentina)*

A seleção deste ano foi realizada por um júri composto por profissionais do cinema, da televisão e das artes cênicas, que destacaram a qualidade técnica, a originalidade das propostas e o potencial artístico dos participantes.

🌟 Um espaço para descobrir novas vozes

O RNAB se consolida como uma plataforma essencial para impulsionar novos nomes do audiovisual brasileiro e internacional, oferecendo visibilidade, mentorias e oportunidades de networking com produtores e agentes da indústria.
Ao longo desses 15 anos, o festival tem revelado artistas e realizadores que hoje se destacam em diferentes áreas do cinema, da televisão e das plataformas digitais.

“Cada edição do RNAB é uma janela aberta para novas narrativas e talentos que transformam nossa maneira de ver e contar histórias”, destaca a coordenação do festival.

📅 Próximas etapas

Os projetos finalistas participarão de uma programação que inclui mostras, laboratórios e apresentações especiais, culminando na cerimônia de premiação do RNAB 2025, quando serão anunciados os vencedores em diversas categorias.


📍 Mais informações e credenciamento de imprensa:
📧 contato@rnabfestival.com
🌐 https://filmfreeway.com/FestivalRNAB2021/
📱 @rnabfestival

29 de mar. de 2024

Empoderamento profissional e emocional da mulher - projeto literário em SP

 



As mulheres não são super-heroínas

Em "Sra. Capa", Fabiana C.O. retrata a sobrecarga feminina e as consequências de negligenciar os sentimentos ao narrar a história de uma filha que enxerga uma capa vermelha nos ombros da mãe

Ana deixou a Bahia por São Paulo quando era criança para acompanhar a família em busca de melhores oportunidades. Depois de adulta, mãe de 3 e divorciada, tornou-se a única provedora da casa e precisou lidar com as dores de uma vida construída longe dos seus sonhos e do primeiro lar no Nordeste.Era somente uma mulher comum, cheia de traumas, medos e responsabilidades, mas a filha Sol a via com uma estranha capa vermelha, parecida com a de filmes de super-heróis. Por causa desta imagem, a jovem começou a chamá-la de Sra. Capa – título do livro de Fabiana C.O, pseudônimo da escritora Fabiana Carvalho de Oliveira.

A garota não entendia porque a mãe parecia estar sempre coberta e carregou aquele questionamento dentro de si. Já adulta e com uma visão mais madura acerca do mundo, Sol decide escrever sobre a figura materna na tentativa de olhar para a história de Ana de uma nova forma. A partir de uma narrativa íntima e sob a perspectiva da filha, os leitores atravessam fases decisivas de uma família semelhante a tantas outras, em que a matriarca é a principal responsável pelo funcionamento das relações no ambiente doméstico.

Apesar de trazer momentos felizes que fortalecem a conexão entre as duas, os capítulos se debruçam sobre períodos difíceis, como a morte do avô de Sol e a depressão enfrentada por Ana depois de perder o pai. Ainda explicita as dificuldades que elas tinham em compreender as decisões uma da outra e as mudanças no relacionamento com o passar dos anos.

Com todos os acontecimentos, mamãe andava mais deprimida e sozinha do que nunca. Eu, de longe, não sabia se a capa ainda era vestida. Só pensava que Dona Ana estava distante de suas filhas e sem sua neta. Cada uma com o seu motivo de ausência e distância; e isso a levou a um abatimento profundo. (Sra. Capa, p. 89)

A obra é narrada majoritariamente pela filha, mas a mãe também discorre sobre as próprias experiências em determinado ponto da trama. Ao relatar as memórias do passado, a intitulada Sra. Capa distancia-se da figura de heroína, recorda os sofrimentos de um abuso, compreende os próprios sentimentos e explica como negligenciou a si mesma para atender às necessidades externas.

O enredo une ficção à realidade por ter relações diretas com a jornada pessoal da autora, que teve crises de depressão durante 15 anos. A obra representa o processo de cura da escritora e reforça o compromisso dela de ajudar o público feminino a tornar-se independente e reconectar-se com as emoções. Além disso, o livro é inspirado na história da mãe e da avó de Fabiana C.O., nordestinas que lutaram para prover melhores condições para a família, sendo elas mulheres de capa.

Como parte deste trabalho, a autora também fez parceria com as ONGs “AC Despertar” e “Empoderem-se”, focadas na profissionalização de mulheres em situação de vulnerabilidade. Os leitores podem adquirir o exemplar com um saco de veludo para guardar a obra, produzido pelas costureiras das instituições sem fins lucrativos, e o valor arrecadado pela peça de tecido é distribuído para as produtoras.

FICHA TÉCNICA
Título: Sra. Capa
Autora: Fabiana C.O
ISBN: 978-65-00-86956-9
Páginas: 184
Preço: R$ 59,90 (físico com embalagem) | R$ 39,90 (físico sem embalagem) | R$ 9,90 (e-book)
Onde encontrar: Amazon | Site da autora

Sobre a autora: Empresária com MBA em Gestão de Empresas e Negócios, pós-graduação em Filosofia e Autoconhecimento e formação em Marketing de Moda, Fabiana Carvalho de Oliveira nasceu em Guarulhos e mora na capital de São Paulo. Após 15 anos de trabalho no mercado têxtil, decidiu explorar o mercado editorial e conversar com o público feminino ao publicar Sra. Capa. A obra, que trata sobre a sobrecarga feminina, complementa a trajetória profissional que hoje a autora trilha: é palestrante em escolas, empresas e ONGs para falar sobre o valor do autoconhecimento e de respeitar os próprios sentimentos. Também é fundadora do “Eu Posso Ser Você”, espaço de escrita voltado para mulheres. Com essa mudança na carreira, passou a assinar como Fabiana C.O.


27 de mar. de 2024

José Ramos: o primeiro serial killer da América Latina


 


História real de canibalismo em Porto Alegre inspira escritor e roteirista Tailor Diniz em sátira contemporânea

Crimes insólitos de José Ramos e Catarina são revividos um século e meio depois no lançamento "Os canibais da Rua do Arvoredo"

Ambiciosos, José Ramos e Catarina Palse escolhiam juntos a presa: homens, afortunados e, geralmente, imigrantes alemães. Enquanto a missão dela era seduzir e atraí-los para a casa onde moravam, a dele era transformar o corpo humano em cadáver. Com a ajuda de Claudio Claussner, eles transformavam a carne em linguiças, comercializadas em um açougue. A prática insólita que aconteceu em Porto Alegre, em 1863 e 1864, repercutiu no mundo todo e ganhou espaço até mesmo no caderno de anotações do naturalista Charles Darwin.

Um século e meio depois, é possível que a história se repita? Em Os canibais da Rua do Arvoredo, o escritor e roteirista Tailor Diniz apresenta uma narrativa instigante e provocadora em torno de um novo boato sobre o consumo de carne humana na capital do Rio Grande do Sul.  Influenciados pelos espíritos dos antigos moradores do local, um aluno de gastronomia e uma estudante de medicina viverão momentos de luxúria e terror num porão de pedras antigas em meio a facas, cutelos, machados, um moedor de carne e um esqueleto humano.

José, então, enfia a mão pelo buraco que se abriu no tórax do outro
e o revira, no fundo. Depois de algum esforço, puxa algo para fora, ainda pulsante.
É o coração de Alex que ele ergue diante dos olhos e no qual dá uma grande mordida,
tirando-lhe um naco ensanguentado.Seu rosto cobre-se de sangue.
Do sangue de Alex e do seu próprio, expressado sob a transparência da pele
enquanto corre nas suas veias a uma estúpida velocidade de cruzeiro.
Catarina olha-o amedrontada. Mas ali, naquele instante, para José só existe Alex.
Alex e seu coração pulsante, que ele agride com sucessivas mordidas e tapas.

(Os canibais da Rua do Arvoredo, pg. 92)

Na sátira, a trama é narrada por um observador onipresente, que se apresenta como membro de uma organização internacional, cujo objetivo é dominar o mundo e transformar a população em comunistas/globalistas. Através de uma tela de computador, ele segue freneticamente os passos do casal de estudantes que leva os mesmos nomes dos antigos assassinos, José e Catarina. É possível confiar neste relator? Por que os dois jovens foram escolhidos? De quem e por qual motivos os espíritos desejavam se vingar?

É o que o leitor vai descobrir nas páginas d’Os canibais da Rua do Arvoredo, publicada pelo selo Lucens, da Citadel Grupo Editorial. Nessa antiga lenda urbana porto alegrense, que será adaptada para o cinema, Tailor Diniz tempera o enredo com elementos adicionais: o fastio à carnificina, o ardente desejo sexual, o medo e a conexão entre passado e presente.

FICHA TÉCNICA
Título: Os canibais da Rua do Arvoredo
Autor: Tailor Diniz
Editora: Citadel Grupo Editorial
Selo: Lucens
ISBN: 978-6550472788
Dimensões: 15.5 x 1.2 x 23 cm
Páginas: 208
Preço: R$ 66,90
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor: Tailor Diniz é escritor e roteirista de cinema e TV. Os canibais da Rua do Arvoredo é seu 22º livro e, entre eles, estão Em linha reta, semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura 2015; Crime na Feira do Livro, traduzido na Alemanha e lançado na Feira de Frankfurt, em 2013; Transversais do tempo, Prêmio Açorianos de Literatura – Melhor Livro de Contos de 2007; e A superfície da sombra, traduzido na Bulgária e adaptado para o cinema pelo diretor Paulo Nascimento, em 2017. Com seus roteiros, conquistou prêmios nos festivais de cinema de Gramado e Brasília. O romance Só os diamantes são eternos (2019) está sendo adaptado para as telonas, e seu último livro, Novela interior, ganhou o Prêmio Jacarandá, Livro do Ano/2013, promovido pelo jornal Correio do Povo, durante a Feira do Livro de Porto Alegre.

Redes sociais do autor:

Sobre a editora: Transformar a vida das pessoas. Foi com esse conceito que o Citadel Grupo Editorial nasceu. Mudar, inovar e trazer mensagens que possam servir de inspiração para os leitores. A editora trabalha com escritores renomados como Napoleon Hill, Sharon Lechter, Clóvis de Barros Filho, entre outros. As obras propõem reflexões sobre atitudes que devem ser tomadas para quem quer ter uma vida bem-sucedida. Com essa ideia central, a Citadel busca aprimorar obras que tocam de alguma maneira o espírito do leitor.


26 de mar. de 2024

Poemas em fita cassete

 



Adriana Simão reforça o poder da música para transformar angústia em criatividade no livro "Tempestade de som e fúria", best-seller da Amazon que agora ganha versão impressa

Quando Adriana Simão era adolescente, em meados da década de 1990, dedicava-se a montar playlists em fitas cassetes. Apesar de sempre ter sido apaixonada por música, entendeu o papel da arte na sua vida somente anos depois, ao utilizá-la como recurso terapêutico para o autoconhecimento. Quando escutava canções, transformava o próprio fluxo de consciência em poemas, que foram compilados em Tempestade de som e fúria.

O livro alcançou a marca de best-seller ao ser lançado em e-book de forma independente e agora é publicado por uma editora tradicional. Dividida em lados A e B, a obra reúne uma série de textos existenciais e reflexivos que abordam questões como as relações com o tempo, os diferentes sentidos para a vida, a importância da memória, as formas de viver em meio às contradições da realidade.

O trabalho poético foi inspirado nas melodias que Adriana Simão ouvia no momento da escrita. No início de cada texto, a autora não apenas detalha a data, o horário e o local em que o conteúdo foi concebido, mas também explicita as canções responsáveis por inspirar sua criatividade. A partir dos poemas, os leitores atravessam uma lista diversificada com Arcade Fire, Oasis, Phoebe Bridgers, Florence + The Machine, Fiona Apple, Beirut, Tribalistas e Adele. Para tornar a obra ainda mais interativa, há uma playlist on-line com todas as produções indicadas.

Enquanto o Lado A é composto por versos influenciados pelas músicas favoritas da escritora, o Lado B foi elaborado com a participação do público. Muitas pessoas buscavam a poeta para produzir textos com base em canções, e ela atendia a esses pedidos. Entre as dedicatórias, um nome se destaca: o de Aline Bei, autora dos títulos “O peso do pássaro morto” e “Pequena coreografia do adeus”, que quis um poema para “Volant”, de Sebastian Plano. Neste processo, Pato Fu, Nina Simone, Jimi Hendrix, Taylor Swift e Os Mutantes, entre outros, foram adicionados à miscelânea musical.

Além de ser um breve retorno ao mundo analógico da década de 1990, Tempestade de som e fúria mostra a importância de transformar as diferentes linguagens artísticas em processo terapêutico. Iniciados devido a uma sugestão da psicoterapeuta de Adriana Simão, os versos serviram como um momento catártico de autoconhecimento e se conectam com todos aqueles que, como a escritora, procuram a arte para entender os sentimentos e seu lugar no mundo.

FICHA TÉCNICA
Título: Tempestade de som e fúria
Autora: Adriana Simão
Editora: Letramento
ISBN: 978-6559323777
Páginas: 245
Preço: R$ 47,90 (físico)
Onde encontrar: Amazon | Letramento

Sobre a autora: Formada em Sistemas de Informação pela Universidade Mackenzie (SP), Adriana Simão trabalha com números, mas desde criança é apaixonada por palavras e música. Aprendeu a produzir playlists em fita cassete e, décadas depois, uniu este conhecimento ao fazer poético. Enquanto escutava canções, escrevia os poemas que foram publicados no seu livro de estreia Tempestade de som e fúria. Lançada primeiro como e-book, a obra alcançou a lista de mais vendidos na Amazon e se tornou um best-seller. Agora o título ganha versão física publicada pela editora Letramento.


25 de mar. de 2024

Autora paulista recebe prêmio suíço no Salão do Livro de Genebra



 

Andréa Gaspar fará sessões de autógrafos do romance policial "Inspetor Sopa e o crime do mosteiro" nos dias 7 e 8 de março  

O livro Inspetor Sopa e o crime do mosteiro, da autora paulista Andréa Gaspar, está entre os agraciados do VIII Prêmio Talentos Helvéticos-Brasileiros. A escritora receberá pessoalmente a premiação durante o Salão do livro de Genebra, na Suíça, que acontece de 6 a 10 de março. Andréa preparou edições em francês e fará duas sessões de autógrafos, nos dias 7 e 8 de março.

O romance policial é o segundo da série, cujo protagonista é o inspetor Sopa. Nesta história, ele é chamado a investigar o assassinato de um monge no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Conforme investiga este e outros casos, o personagem, um típico flâneur, e os amigos Trombeta e Brunão percorrem igrejas históricas, becos e vielas da capital carioca.

O Prêmio Talentos Helvéticos-Brasileiros é entregue todos os anos com objetivo de promover autores lusófonos e francófonos. “Nossa escolha se baseia sempre em um estudo minucioso de currículos e obras literárias que nos são indicadas por instituições parceiras, bibliotecas e agentes literários”, comenta Jannini Rosa, diretora geral da Helvetia, editora suíço-brasileira.

Inspetor Sopa e o crime do mosteiro e o livro de estreia, Inspetor Sopa e o Último Copo, ganham uma nova edição pela editora Cambucá, a ser publicada junto com o lançamento do terceiro título da saga, ainda neste primeiro semestre de 2024.

FICHA TÉCNICA: 
Título: Inspetor Sopa e o crime do mosteiro
Editora: Cambucá
Autora: Andréa Gaspar
ISBN: 978-6588360149
Páginas: 216
Formato: 20x14 cm 
Preço: R$ 60,90
Onde encontrar: Editora Cambucá | Amazon

Sobre a autora: Andréia Gaspar é graduada em Letras e em Direito pela Universidade de São Paulo. Como dramaturga, produziu as peças Devil’s Bar e Entre princesas e monstros (infantil). Como escritora, tem publicados os livros Passante poeta (Editora Raiz, 2018); Despedaços (como coautora - Editora Oito e Meio, 2016); Visita ao DHPP (como coautora - Chiado Editora, 2015); e Licor de Pequi (Chiado Editora, 2014), além da série policial estreada com Inspetor Sopa e o último copo e seguida por Inspetor Sopa e o crime do mosteiro, ambos pela Editora Cambucá. A saga terá sequência com a publicação de Inspetor Sopa e o caso do desaparecimento, no primeiro semestre de 2024. 

Instagram: @andreagasparescritora


Autor se inspira em pessoas reais para publicar romance escrito por quatro décadas

 



Alderico Rodrigues lança "Obrigado por você existir!", uma obra sobre vinganças, jogos de poder, traições e desuniões em uma família de bilionários

Alderico Rodrigues, conhecido como Moreno, teve muitas profissões: foi cantor de boates, compositor de músicas e comerciante do mercado de calçados. Mas, entre todos os caminhos que percorreu, sempre nutriu o sonho de se tornar escritor. Apesar de escrever desde criança, foi somente aos 28 anos que decidiu abrir seu baú com sinopses, anotações e lembretes para se dedicar à publicação de um livro. Esta meta começou em meados da década de 1980 e agora é concretizada com o lançamento de Obrigado por você existir!.

Nascido em Mimoso do Sul, no Espírito Santo, ele se mudou ainda bebê com a família para o Rio de Janeiro, onde existia mais possibilidades de tratamento contra a poliomielite que o acometeu quando era criança. Fez moradia em Duque de Caxias e, na cidade, conheceu dezenas – ou centenas – de pessoas que serviriam de inspiração para os personagens de seu primeiro livro.

A trama foca na trajetória da família Marfez, natural da Rússia, detentora de uma importante empresa no ramo de joias e pedras preciosas. Bilionário, Frederick migra para o Brasil com os pais, a esposa e o casal de filhos para que o patriarca e a matriarca possam cuidar da saúde. De acordo com os médicos, o clima tropical melhoraria a qualidade de vida dos idosos já doentes.

Dr. Michel, sou adulto, chefe de família e herdeiro de uma das maiores fortunas deste planeta. O único Deus que eu conheço e acredito eu vou lhe apresentar. Ele não se esconde e não é invisível. Ele tem existência real e palpável. Diante dele, todos se curvam. Na verdade, até hoje não conheci ninguém que não se curvasse diante dele... E vou além. – disse com o dedo em riste. – Irei provar a todos aqui que esse deus faz milagre, o milagre que eu preciso agora para a cura da minha mãe. (Obrigado por você existir!, pg. 56)

Esta transformação drástica não altera apenas os ares do cotidiano familiar, mas coloca todos os membros no centro de uma série de conflitos que impactarão para sempre as relações entre eles. Traições, vinganças, desuniões e sede de poder atravessam anos da existência de pessoas que acumulam cada vez mais dinheiro.

Primeiro livro de quatro volumes, Obrigado por você existir! propõe reflexões sobre os limites da maldade humana, o poder dos sentimentos para mudar a trajetória de uma vida e como as decisões afetam diferentes gerações. Tudo isso com uma dose de realidade, porque os personagens existem, apesar de a história ser fictícia. “Eles eram do meu convívio, como minha família, vizinhos, amigos e gente que eu ouvia falar. Foram pessoas que, de uma forma ou de outra, tinham atitudes que mereciam uma atenção especial”, explica Alderico Rodrigues.

FICHA TÉCNICA
Título: Obrigado por você existir!
Autor: Alderico Rodrigues
ISBN: 978-65-5872-310-3
Páginas: 363
Preço: R$ 75,91 (físico) | R$ 12,47 (e-book)
Onde encontrar: Amazon | Clube de Autores

Sobre o autor: Alderico Rodrigues, conhecido como Moreno, nasceu em Mimoso do Sul, no Espírito Santo. Com um ano de idade, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro para tratar as sequelas da poliomielite. Atualmente, mora em Duque de Caxias com a esposa, Ivonete, e tem três filhos e cinco netos. Trabalhou como comerciante do mercado de calçados e, em paralelo, passou quatro décadas escrevendo sua primeira obra literária. Obrigado por você existir! é o volume 1 de uma série de quatro livros.

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6 de set. de 2023

Mostra Suno – 25 anos de Palhaçada





 

Considerada uma das mais importantes companhias circenses da atualidade, a Cia Suno comemora seus 25 anos de existência. Durante os meses de setembro e outubro, diversos espetáculos de seu repertório serão apresentados gratuitamente no Hall do Teatro Anchieta – SESC Consolação.


 

 

Nos meses de Setembro e Outubro, crianças de todas as idades poderão conferir o repertório da Cia Suno e comemorar com ela seus 25 anos de existência. Composta por uma atriz dramática e circense, formada pelo CPT e pela École National du Cirque Annie Fratellini (Helena Figueira) e um artista acrobata com domínio das técnicas de malabares (Duba Becker), a companhia foi fundada em 1998 por um grupo de amigos que sonhavam criar um núcleo de pesquisa cênica na cidade de Santos.


 

Inicialmente, a Cia dedicou-se a pesquisas sobre o teatro do absurdo, realizando estudos sobre “Fando e Lis”, “Piquenique no Front” e “O Arquiteto e o Imperador da Síria”. Logo após, iniciou um trabalho sobre “Esperando Godot”, onde integravam as artes circenses e dramáticas. O espetáculo que recebeu três prêmios de melhor ator (Victor Nóvoa) e indicações de melhor direção e melhor ator coadjuvante. Iniciava aí a “Identidade” da Cia Suno: mesclar a riqueza poética do circo com a linguagem teatral, sem perder a essência da máscara. Todas 0s espetáculos realizados pela companhia, desde então, têm uma temática, uma história.

 

Hoje a Cia Suno tem 26 espetáculos em seu repertório. Há desde o lúdico "A Bailarina e o Palhaço", que conta uma linda história de amor entre esses tradicionais personagens do universo infantil; como o dinâmico "Estripulias no Circo", que apresenta a história da criação do circo em ordem cronológica, passando pelo circo de cavalaria inglês, circo chinês, russo, até a linhagem mais moderna e inusitada. 

 

Além de se dedicar à arte circense nestes anos de existência, a Cia Suno assinou a coreografia da comissão de frente das Escolas de Samba X9 Santista (2008), Gaviões da Fiel (2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015) e Rosas de Ouro (2019, 2020, 2022, 2023). Também foi convidada pelo Ministério do Turismo e Embratur para representar a arte circense brasileira em Lisboa, Madrid e Argentina.

 

Confira a Mostra Suno – 25 Anos de Palhaçada

 

10/09 – 14H - COMPILAÇÃO SUNO

Em cena, uma seleção dos melhores números do repertório circense da Cia Suno, lapidados ao longo de centenas de apresentações no Brasil e no exterior. Duba Becker apresenta malabarismos com chapéu e claves, números de equilibrismos e rola-rola. Helena Figueira traz à cena números de contorção, ginástica rítmica com faixa e pirâmide humana, desafiando os presentes a participar dessa loucura. No número final, há ainda um duo acrobático de tirar o fôlego!!!! Duração: 45 minutos / Classificação: livre.

 

17/09 – 14H - O BURACO

Uma palhaça acróbata vinda de uma tradicional família circense se vê no desafio de atravessar um buraco infinito andando em uma corda bamba. Toda sua família tentou e se deu mal: seu avô, seu bisavô, seu tataravô,... sua mãe também tentou, mas conheceu o anão do circo e fugiu com ele. Malabares com lenços, números de mágica e contorcionismo completam a diversão dos presentes. Duração: 45 minutos / Classificação: livre.

 

24/09 – 14H - A BAILARINA E O PALHAÇO

Inspirado nas tantas histórias de amores sublimes e desvairadas paixões, o espetáculo traz o singelo e clássico amor entre o Palhaço e a Bailarina, representado através de um belo adágio acrobático. Dois artistas circenses em cena, utilizando o público na ação, desenvolvem uma comédia romântica dividida em três pequenos atos, narrados por um espectador. Em cena números de mímica, contorção, malabarismos e acrobacias. Duração: 45 minutos / Classificação: livre.

 

01/10 – 14H - CABARÉ (DES)EQUILIBRADO

Senhoras e senhores, tomem seus lugares! A Cia Suno preparou um projeto dinâmico e divertido, que traz à cena uma grande brincadeira com o equilíbrio e desequilíbrio. No picadeiro, artistas convidados apresentam as várias possibilidades de equilibrismo, através da apresentação de números de rola-rola e monociclo. Pratos, bolas, facas, cadeiras, escadas... tudo pode ser equilibrado, ou desequilibrado. Duração: 50 minutos / Classificação: livre.

 

08/10 – 14H – CARPINTEIROS EM DOMICÍLIO

Dois palhaços chegam com um monociclo carregando madeiras para iniciar uma divertida obra. Realizam números de monociclo, rola-rola, mágicas close-up e acrobacias diversas, sempre interagindo com o público. Aqui a Cia Suno demonstra habilidades técnicas de circo com uma roupagem diferente, realizando malabarismos e equilibrismos com trenas, cadeiras, escada e marmitas. Duração: 45 minutos / Classificação: livre.

 

15/10 – 14H - R.U.A

O palhaço Sanduba entra em cena para divertir e impressionar o público com suas habilidades circenses utilizando materiais reciclados do dia a dia, como panelas usadas, ovos, garrafas e copos. Em um cenário feito de caixas de papelão, sacolas plásticas e sucatas, o artista apresenta ainda números de mágicas e equilibrismos, mostrando ao público que no picadeiro não há limites para a criatividade e nem existe o impossível. Duração: 45 minutos / Classificação: livre.

 

22/10 – 14H – NA RODA COM SANDUBA

Fruto da pesquisa da companhia em espetáculos de rua, o espetáculo traz à cena o palhaço Sanduba em uma grande roda de rua. Aqui ele entra em cena como um palhaço viajante, mambembe, cigano, que utiliza técnicas de faquirismo para atrair a atenção do público. Monociclo, malabarismos, escapismo e rola-rola são alguns dos números utilizados neste show. Duração: 50 minutos / Classificação: livre.

 

29/10 – 14H - ESTRIPULIAS NO CIRCO

Inspirado nas tantas trupes circenses que viajam pelo mundo em suas pequenas caravanas, o espetáculo resgata a tradição do universo circense unida às técnicas contemporâneas dessa arte. A narrativa se desenrola contando a história da “FAMÍLIA SUNO”, passando pelo circo de cavalaria inglês, circo chinês, russo, até a linhagem mais moderna e inusitada. Personagens clássicos utilizando números de equilibrismo, mágica, contorcionismo, mímica, dança, acrobacias e malabarismo. Duração: 50 minutos / Classificação: livre.

 

Serviço: Mostra Suno – 25 anos de Palhaçada

Onde: Hall do Teatro Anchieta - SESC Consolação

Endereço: Rua Dr Vila Nova 245 – Vila Buarque – São Paulo

Quanto: Grátis

 

5 de set. de 2023

Galerias Estação, Marilia Razuk, Nara Roesler e Raquel Arnaud marcam presença na feira nova-iorquina The Armory Show




Tomie Ohtake - Sem título,  1994



Com 225 galerias de arte contemporânea de todo o mundo, a edição 2023 da feira The Armory Show, que acontece entre os dias 8 e 10 de setembro, no Javits Center, leva a Nova York uma programação que reflete a rica diversidade da própria cidade, além de reforçá-la como um importante polo cultural mundial.


As galerias Estação, Marilia Razuk, Nara Roesler e Raquel Arnaud marcam presença no evento com o apoio do Projeto Latitude - Platform for Brazilian Art Galleries Abroad, uma parceria da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), e levam para a feira uma curadoria diversa e bastante focada em artistas nacionais e latinos, promovendo um interessante diálogo entre estilos e gerações.


A Galeria Estação apresenta um conjunto de trabalhos dos artistas brasileiros André Ricardo (1985, São Paulo), Santídio Pereira (1996, Piauí) e Véio (Cícero Alves dos Santos. 1948, Sergipe). São três gerações, cujas heranças culturais distintas contribuem para a pluralidade das pesquisas, enfatizando a importância do estudo multidisciplinar e a riqueza na diversidade de materiais na arte. 


Com as obras de dois artistas latino-americanos da região da bacia amazônica, a Galeria Marilia Razuk explora temas como a ancestralidade, a dimensão natural e o mundo artificial.  A partir do desenho botânico do Mestre Mogaje Guihu (Colômbia, mais conhecido no mundo ocidental como Don Abel Rodriguez), e das peças escultóricas de Zé Carlos Garcia (Brasil), este projeto traça um horizonte transversal em que as noções colonialistas de representação naturalista e de paisagem são desestabilizadas. Partindo do imaginário coletivo relacionado com a ritualística, Zé Carlos Garcia constrói uma série de objetos e instalações que põem em crise os limites do quotidiano utilitário e a magia do ritual em relação ao poder atribuído ao espírito dos animais. No caso de Mogaje Guihu, os seus desenhos retratam não só as relações dos seres vivos na selva amazônica, mas a ordem que o grande espírito lhes atribuiu para garantir a harmonia entre todos os seres. 


A Galeria Nara Roesler apresenta uma seleção de obras recentes de artistas sul-americanos e europeus, estabelecendo um diálogo entre práticas de diferentes regiões e gerações. A apresentação coloca em primeiro plano os ecos e divergências presentes nas abordagens desses artistas em sua busca por compreender os limites da abstração, da figuração e da espacialidade, criando uma conversa nos níveis formais e técnicos entre as obras, de modo a explorar os métodos empregados por eles em sua consistente luta para chegar a um equilíbrio com certos pilares dos processos artísticos e seus cânones.


Já a Galeria Raquel Arnaud propõe um diálogo entre três diferentes gerações através do trabalho de cinco artistas, unindo passado, presente e futuro. Serão apresentados um relevo em madeira e uma escultura em mármore dos anos 1970 de Sergio Camargo, além de duas colagens e uma obra tridimensional em metal pintado de Arthur Luiz Piza. De geração diferente, Iole de Freitas e Elizabeth Jobim iniciaram suas carreiras nas décadas de 1970 e 1980, respectivamente. De Freitas, serão mostradas duas esculturas, e de Jobim, uma pintura modular. Representando a nova geração, João Trevisan trabalha com a noção de memória, materialidade e impermanência, utilizando diversos suportes e técnicas, com destaque para pinturas sobre tela e madeira. 



Sobre o Latitude - Platform for Brazilian Art Galleries Abroad

O Latitude é um programa desenvolvido por meio de uma parceria firmada entre a Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - ApexBrasil, para promover a internacionalização do mercado brasileiro de arte contemporânea. Criado em 2007, conta hoje com cerca de 60 galerias de arte do mercado primário, localizadas em sete estados brasileiros e Distrito Federal, que representam mais de 1.800 artistas contemporâneos. Seu objetivo é criar oportunidades de negócios de arte no exterior, fundamentalmente através de ações de capacitação, apoio à inserção internacional e promoção comercial e cultural.


O volume das exportações definitivas e temporárias das galerias do projeto Latitude vem crescendo significativamente. Em 2007, foram exportados US$ 6 milhões e, de acordo com a última Pesquisa Setorial Latitude publicada, em 2018 atingiu-se mais de US$ 65 milhões. As galerias Latitude foram responsáveis por 42% do volume total das exportações do setor no ano.


Desde abril de 2011, quando a ABACT assumiu o convênio com a ApexBrasil, foram realizadas 48 tipos de ações, em mais de 25 feiras internacionais, com aproximadamente 300 apoios concedidos às galerias do Latitude. Neste mesmo período, foram trazidos ao Brasil aproximadamente 250 convidados internacionais, entre curadores, colecionadores e profissionais do mercado, em 23 edições de Art Immersion Trips. Além dessas ações, o Latitude realizou seis edições de sua Pesquisa Setorial, com dados anuais sobre o mercado primário de arte contemporânea brasileira.



Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.

Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.