29 de fev. de 2012

Evento da Duracell no Royal Club, com presenças marcantes " Ronaldo Fenômeno". Confira como foi:




A cobertura do evento da Duracell no Royal Club recebeu presenças marcantes como " Ronaldo Fenômeno " Empresário e ex-jogador, ele falou dos filhos e de alguns gostos que cada um tem.



O ator Paulo Rocha “Português Guaracy de Fina Estampa – Rede Globo” comentou sobre seu personagem e disse que pretende retornar para Portugal onde deixou familiares e amigos.



A belíssima Sophie Charlotte "Fina Estampa" muito diferente da sua personagem Maria Amália “Globo” mostrou seu talento como DJ, alegre, descontraída e muito animada agitou o evento em grande estilo.


Fernando Scherer “o Xuxa” sempre muito elegante, recebeu a imprensa com carinho e posou com paciência para alegria geral.

Andre Marques apresentador do “Vídeo Show - Globo” um dos DJ's do evento foi o ultimo a chegar à festa.

Quem esteve presente e fugiu dos jornalistas foi Marcio Garcia.


Bruno de Lucca, não deu atenção aos jornalistas passou rapidamente pelos flashes e foi curtir a festa.



Linda como sempre Luize Altenhofen atendeu os jornalistas e foi curtir a festa bem acompanhada.


Presença marcante, no Brasil para divulgar a série norte-americana "Homeland", ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Série Dramática, Morena Baccarin.





Estiveram presentes na festa Flavia Vianna, Fernando Justin, Marcos Mion.


Ronaldo Fenômeno foi o anfitrião do evento da Duracell, a equipe do Podcultura curtiu, fotografou e de quebra conheceu Danilo zen (Vocalista da banda Bronx) uma grande promessa para 2012.



Sandra Camillo

@podcultura


#Fotos no do evento no

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Ovos de Páscoa 3 Corações



Foto e Receita desenvolvidas por Stela Morato*

Tempo de preparo: 1 hora (contando com o preparo do bolo)
Rendimento: 12 ovos

Ingredientes:
1 bolo de sua preferência cortado em quadrados
300 ml de creme de leite fresco
2 colheres (sopa) de café solúvel 3 Corações Tradicional
1 xícara de açúcar de confeiteiro
300 gr de chocolate para cobertura (branco e meio amargo)
Confeitos diversos
Palitos de madeira (churrasco)

Modo de Preparo:
Misture o creme de leite, açúcar e café em um bowl e reserve. Em outro recipiente, desfaça todo o bolo com as mãos até ficar todo esfarelado. Coloque a mistura reservada anteriormente e amasse até tornar uma massa moldável. Modele em forma de ovos, espete no palito e passe nas coberturas de chocolate já derretidas. Coloque os confeitos ou faça desenhos com chocolate. Deixe secar. Faça lacinhos nos palitos para deixar sua sobremesa ainda mais bonita!

Dicas:
1 – Use o bolo, coberturas e confeitos de sua preferência.
2 – Para tirar o excesso de chocolate quando mergulhar o ovo na cobertura de chocolate, bata em seu braço, como ilustra penúltima foto dopasso-a-passo.

Essas e outras receitas 3 Corações você encontra no blog Mexido de Ideias!http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/receitas/ovos-de-pascoa/

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CAIXA CULTURAL SP APRESENTA A MOSTRA ‘HARALD SCHULTZ – OLHAR ANTROPOLÓGICO’


Fotógrafo etnógrafo dedicou quase trinta anos de sua vida à elucidação das culturas indígenas brasileiras

A CAIXA Cultural São Paulo (Sé) apresenta a exposição “Harald Schultz - Olhar Antropológico”, formatada a partir das fotografas tiradas pelo etnógrafo Harald Schultz (1909-1966), que dedicou quase trinta anos de sua vida decifrando as culturas indígenas brasileiras. A exposição é composta por cerca de 200 imagens que retratam - de maneira informativa e artística - aspectos de diversos grupos indígenas, tais como os Javaé, Umutina, Kaxinauá, Krahô, Tapirapé e Waujá, entre outros. A exposição, que tem o patrocínio da CAIXA, inaugura no dia 10 de Março e segue até o dia 20 de Maio de 2012 com entrada gratuita.

As fotografias fazem parte do acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, que conta com uma extensa coleção de imagens tiradas por Schultz entre 1943 e 1965, durante expedições realizadas a diversos estados brasileiros e alguns países da América Latina, como Peru e Bolívia.

Segundo o antropólogo Herbert Baldus (1899-1970), Harald Schultz foi o “estudioso da vida indígena, preenchendo seus diários de viagem com descrições pormenorizadas; hábil colecionador, satisfazendo as exigências dos museus sem depauperar os produtores do material colhido; o artista tornando visíveis em foto e filme as sutilezas indizíveis das culturas alheias; e sempre e a cada hora o amigo incondicional dos índios, sofrendo por eles, com eles, e encontrando sua felicidade entre eles”.

A mostra conta com a curadoria das especialistas Marília Xavier Cury e Sandra Maria Christiani de La Torre LacerdaCampos, ambas do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, e tem como temas principais a arte plumária e a pintura corporal. Segundo Marília Xavier Cury, “o sentido da arte plumária para seus produtores é o de por em comunicação os homens com o cosmos; sua beleza se realiza no contexto da festa e do rito”.

Além da mostra, serão realizadas de três palestras gratuitas com antropólogos e etnólogos contemporâneos, que versarão sobre os grupos culturais representados, suas experiências pessoais em campo e sobre a importância do registro fotográfico para a etnologia.


Informações sobre as palestras e respectivos palestrantes:
Dia 21 de março - Sonia Ferraro Dorta e Marília Xavier Cury - "A inserção de Harald Schultz na etnografia do Museu Paulista"

Sobre Sonia Ferraro Dorta
É antropóloga formada pela USP. Foi pesquisadora do Museu Paulista e do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Tem diversas publicaçoes em catálogos, livros e revistas científcas, tais como o livro "A Plumária Indígena Brasileira", que oferece um rico panorama da arte plumária dos povos indígenas brasileiros, aprofundando a elaboração e os contextos de uso de artefatos plumários entre os índios.

Sobre Marília Xavier Cury
Museóloga formada no Instituto de Museologia de São Paulo. Atua na área de museologia e museus desde 1985, tendo trabalhado no Museu Municipal Família Pires, Estação Ciência e Museu Lasar Segall.
Atualmente é professora doutora do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde ministra cursos, desenvolve pesquisa e coordena ações expográficas.

Dia 17 de abril - Sobre Fernando de Tacca - "A Imagem do Índio na Comissão Rondon"

Sobre Fernando de Tacca
É professor Livre Docente no Departamento de Multimeios, Mídia & Comunicação do Instituto de Artes, e responsável pelas disciplinas "História da Fotografa" e "Antropologia da Imagem", do curso de Midialogia.
Foi vencedor do I Concurso Marc Ferrez de Fotografa (Funarte, 1984) e contemplado pela Bolsa Vitae de Artes 2002. Em 2006 ganhou o Prêmio Pierre Verger de Fotografa da Associação Brasileira de Antropologia e o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz (Unicamp).
Publicou o livro “A Imagética da Comissão Rondon” (2001), e mais de 50 artigos sobre fotografa, cinema e antropologia visual. Realizou várias exposiçoes fotográfcas no Brasil e no exterior. É coordenador do Núcleo de Pesquisa “Fotografa: Comunicação e Cultura”, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação, desde 2004.

Dia 16 de maio - Luís Donisete Benzi Grupioni - "Patrimônios Culturais e Povos Indígenas"

Sobre Luís Donisete Benzi Grupioni
Antropólogo, com mestrado pela Universidade de São Paulo (USP) e doutorando nesta mesma universidade.
Foi fundador e pesquisador do Mari - Grupo de Educação Indígena da USP, de 1988 a 2002, e é pesquisador associado ao Núcleo de História Indígena e do Indigenismo da USP (NHII-USP).
Foi assessor do Ministério da Educação para a política nacional de educação indígena (1999-2002), consultor contratado pelo PNUD para assessorar o Ministério da Educação com as açoes de educação indígena (2005-2006) e pela UNESCO (2007) para assessorar o Conselho Nacional de Educação (CNE).

SERVIÇO:
Mostra ‘HARALD SCHULTZ – OLHAR ANTROPOLÓGICO’
Abertura para convidados e imprensa: dia 10 de Março de 2012, as 11h
Visitação: de 10 de Março a 20 de Maio de 2012
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

PALESTRAS
Datas:
Dia 21 de março - "A inserção de Harald Schultz na etnografia do Museu Paulista", por Sonia Ferraro Dorta e Marília Xavier Cury
Dia 17 de abril -  "A Imagem do Índio na Comissão Rondon" por Fernando de Tacca
Dia 16 de maio -  "Patrimônios Culturais e Povos Indígenas" por Luís Donisete Benzi Grupioni
As inscrições podem ser feitas 10 dias antes da data de cada palestra, ou seja, (palestra 21/03: inscrições a partir de 12/03); (palestra 17/04: inscrições a partir de 09/04) e (palestra 16/05, inscrições a partir de 07/05).
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111
Vagas: 50 vagas em cada palestra – gratuito (inscrições pelo telefone (11) 3321-4400)



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Afinal, o que é felicidade?


Em A felicidade, textos de Domenico De Masi e imagens de Oliviero Toscani desvendam a mais perene obsessão humana

  
        
De um lado, Domenico De Masi, autor do best-seller O Ócio criativo, obra em que apresentou um inovador conceito de trabalho, fundamentado na importância do tempo livre como aliado da criatividade. De outro, Oliviero Toscani, fotógrafo idealizador das polêmicas campanhas institucionais da Benetton na década de 1990, baseadas em fotos sobre temas fortes como racismo, AIDS e guerra.

Além da nacionalidade italiana, os autores de A felicidade têm em comum a originalidade de pontos de vista e a vocação para, a partir de suas ideias na contracorrente do pensamento dominante, desencadear acaloradas controvérsias. Amigos na vida particular, uniram esforços para lança um visionário olhar sobre a mais perene das obsessões humanas: a felicidade.

Ao longo das páginas de A felicidade, as imagens captadas pelas lentes de Toscani dialogam com as reflexões desenvolvidas por De Masi, num percurso que abrange 25 séculos do pensamento ocidental. Os principais filósofos, teólogos, psicólogos, psicanalistas e sociólogos que se debruçaram sobre o tema são citados e reinterpretados pelo arauto do ócio criativo – como ele mesmo diz, por meio de um “texto fragmentário, feito de pequenas passagens, em vez de um discurso presunçosamente sistemático e acabado”.

Tais fragmentos narrativos desvendam, pouco a pouco, as conexões profundas entre felicidade e seus temas correlatos – riqueza, beleza e segurança, por exemplo. À luz da sociedade contemporânea, os autores identificam quais são os atuais “inimigos” (como o tempo, a solidão e o trabalho) e “amigos” (como o lazer, o conhecimento e o ócio) da felicidade. Com a ousadia peculiar, apontam dez tendências para o futuro próximo, construindo uma panorâmica de como será viver neste mundo em 2020. E, diante das tendências, ainda enumeram seis propósitos a serem perseguidos por quem quiser buscar a própria felicidade em tempos pós-industriais.

Autodeclarados subversivos e felizes, De Masi e Toscani explicam o estilo estético-literário adotado no livro: “Sabemos que ninguém imagina a felicidade em branco e preto. Por isso, fizemos um livro colorido. Sabemos que ninguém tem uma ideia precisa de felicidade. Por isso, preferimos pensamentos e cores enfumados”. O resultado é uma obra prenhe de otimismo, que agrega inesperado frescor a um tema exaustivamente explorado, mas ainda longe de se esgotar.

Os autores
Sociólogo, Domenico De Masi é professor da Universidade La Sapienza e da Universidade de Roma. É autor de outros livros mundialmente conhecidos como O ócio criativoA economia do ócioFuturo do trabalho e A emoção e a regra. Fotógrafo, Oliviero Toscani criou para marcas como Benetton, Chanel e Fiorucci. Também colaborou com jornais e revistas como Elle, Vogue, GQ, Harper Bazaar e Esquire. É fundador da revista Colors, escreveu a autobiografia Tchau, mãe e A publicidade é um cadáver que nos sorri.



 
Ficha técnica:
 
Título: A felicidade
AutorDomenico De Masi e Oliviero Toscani
Páginas: 132
Formato: 21 cm x 28 cm
Preço: R$ 44,90

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Brahma e Manga revitalizam o maior centro dos emigrantes nordestinos de São Paulo


Centro de Tradições Nordestinas agora é Brahma

A maior cidade do país que também concentra o maior número de nordestinos agora pode contar com um espaço dedicado aos emigrantes totalmente reformulado. O Centro de Tradições Nordestinas (CTN) está de cara nova, isso porque a Brahma investiu no patrocínio e na revitalização deste pedaço do nordeste dentro da capital paulista.

O investimento revitalizou o espaço de 27 mil metros quadrados que abriga nove quiosques, dez restaurantes, com barzinhos que servem comida típica nordestina, e ainda oferece shows de música e dança.

A Manga, agência que implantou o projeto da Brahma no CTN, investiu em uma decoração simples e despretensiosa. A casa foi vestida de vermelho com a criação de uma identidade visual exclusiva para o local. A marca Brahma ganhou um chapéu típico usado na região nordestina. Também foram feitas peças especiais para a ambientação dos espaços, troca de todas as geladeiras e todos os móveis.

Além de ser um ponto de encontro para os emigrantes, o espaço tem como objetivo resgatar a origem dos freqüentadores. O CTN recebe por mês cerca de 100 mil pessoas e é conhecido como uma casa de entretenimento, shows e serviços dedicados a comunidade.

“Trabalhar a cultura e as tradições de uma região é algo prazeroso. A gente viaja para o lugar e detalha o espaço com os costumes e todo o folclore da cidade. Em especial no nordeste, deixamos a marca Brahma com um símbolo dos nordestinos, o chapéu”, explica Carol Flores, sócia-diretora da Manga.

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Boys II Men: Astros de Hollywood cantam pela primeira vez no Brasil e homenageiam as mulheres com megashow em Alphaville


No dia internacional da Mulher, Boyz II Men prepara uma noite inesquecível para o público

São Paulo será palco de um show internacional de R&B/Soul muito esperado pelos fãs do estilo. O grupo Boyz II Men escolhe a glamurosa casa de shows Skyline, em Alphaville (SP), para comemorar os 20 anos de carreira, com mais de 60 milhões de álbuns vendidos. Com uma mega-estrutura, o evento acontece no dia 8 de março, às 20h.

Pela primeira vez no Brasil, o grupo apresenta a nova turnê “Romantic Night” e canta faixas do novo CD, Twenty.  No repertório, músicas dos anos 80 e 90, embaladas pelos sucessos “I’ll make Love to you”, “End of the Road”, “It’s so hard to Say Goodbye to Yesterday” e o novo hit “Fa La La”, com Justin Bieber.

O trio formado por Wanya, Shawn e Nathan, conhecidos mundialmente por baladas românticas e harmoniosas, aproveita sua vinda ao Brasil para celebrar a honrosa conquista de uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, recebida no dia 5 de janeiro de 2012.

O que? Show inédito de Boyz II Men
Onde? Skyline
Quando? 8 de março de 2012
Local? Alameda América, 1180 – Alphaville (SP)
Horário? 20h00
Por que? Comemoração do Dia Internacional da Mulher e lançamento da turnê 2012

Serviço:

Gold – BM
Inteira - R$ 300,00

Mezanino Frontal BM
Inteira - R$ 450,00

Mezanino Lateral –BM
Inteira - R$ 350,00

Platéia Lateral – BM
Inteira - R$ 350,00

Setor 1 – BM
Inteira - R$ 300,00

Vip I-BM
Inteira - R$ 450,00

Vip II – BM
Inteira - R$ 400,00


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CAIXA CULTURAL SP APRESENTA A MOSTRA NATUREZA IMPERMANENTE


Da série Do Infinito, o artista Kilian Glasner traz obras em diferentes perspectivas que podem ser admiradas isoladamente ou em conjunto.




A CAIXA Cultural SP inaugura no dia 13 de março de 2012 a exposição Natureza Impermanente, composta por  obras do artista plástico pernambucano Kilian Glasner. Da série Do Infinito, a mostra traz 40 desenhos em preto e branco, todos em grandes formatos horizontais, medindo aproximadamente 100 x 200 cm cada. Cada desenho é criado a partir de elementos colhidos de fotografias tomadas em diversos lugares. Kilian Glasner sobrepõe paisagens, insere elementos e cria novas perspectivas, por vezes realistas, por vezes fantásticas, em novos universos que podem ser vistos isoladamente ou em conjunto.
A entrada é gratuita e conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Em seu trabalho anterior, o artista desenhou sobre as paredes de uma casa abandonada e em seguida quebrou as paredes, em uma performance com características de demolição planejada, quebrando ilusões passadas e futuras, colocando o espectador no tempo presente. Nesse novo trabalho, as ilusões são questionadas de uma outra forma.
Já no processo de criação de Natureza Impermanente, as fotografias são quebradas, corrompidas e elementos das paisagens fotografadas são desmembrados e em seguida reconjugados e deslocados para o papel, compondo uma nova imagem, desenhada com técnica realista usando pastel seco e borracha. 
A partir das obras isoladas, o artista finaliza a idéia agrupando todos os desenhos em uma só sala, combinando as perspectivas, criando uma espécie de labirinto levando o espectador a um universo de infinitas possibilidades. Nesta mostra, o espectador é surpreendido desde o  impacto visual da instalação formada pela aglomeração de grandes desenhos até perceber de perto os detalhes milimétricos de cada trabalho e assim mergulhar na leitura dos quadros individualmente e da instalação como um todo. 
A repetição das perspectivas provocam que todos os caminhos representados tem origem ou fim no centro da sala, fazendo o visitante valorizar o seu ponto de vista, o seu “aqui e agora”, e descobrir a sua maneira a estrutura do trabalho. O que verdadeiramente vemos é uma paisagem inventada, composta por detalhes de tantas outras paisagens reais.  Ao deslocar e recompor os espaços, identificamos que características fisicamente divergentes e contraditórias se transformam em complementares e contrariando leis existenciais passam a ocupar um mesmo espaço nos surpreendendo a cada olhar.
 Além de trazer as obras, a grande maioria inédita em mostras ao público no Brasil, a exposição será em si uma instalação. O conjunto dos desenhos em um só espaço atinge o olhar do espectador com as belas e delicadas formas da natureza junto com arrojadas e dinâmicas formas  criadas pelo homem. Trabalhando em conjunto com a curadoria, o artista plástico irá “redesenhar” as obras nas paredes da exposição, formando um mosaico em que cada obra será complemento da próxima e, apesar de constituir uma peça única, ganhará força como uma nova obra (desenho-instalação) em conjunto.
A mostra tem curadoria do jornalista e crítico de arte Julio Cavani, que trabalha atualmente no Diario de Pernambuco. Para Cavani,  “as imagens direcionam o olhar para ‘pontos de fuga’ posicionados nos horizontes. Como está sugerido no título do projeto, porém, esse destino tem como eixo a impermanência dos objetivos humanos, a inexistência do futuro ou o fato de que o presente, livre das amarras do passado.  Ideais dos indivíduos, como a felicidade, estariam neles mesmos, e não em algum ponto distante no tempo ou no espaço. O itinerário da viagem começa dentro da própria mente”.
 Sobre Kilian Glasner
Nascido em Recife em 1978, o jovem artista Kilian Glasner fez graduação e mestrado na Escola Nacional Superior de Belas Artes em Paris. Começou a participar de exposições coletivas no final dos anos 90, tendo sido selecionado no Rumos Visuais do Instituto Itaú Cultural (2009), Territórios Transitórios (França e Holanda),  e várias edições do Spa das Artes, no Recife. Fez sua primeira individual já em 2000, na Galeria Vicente do Rego Monteiro, da Fundação Joaquim Nabuco (Recife). Seguiram-se a esta as exposições “Silêncio!” (2001 - Galeria Dumaresq, Recife); "Refletion" (2007, Galerie Droite, ENSBA. Paris, França); "humano" (2008, Galeria Mariana Moura. Recife); e uma individual retrospectiva no Instituto Cultural Banco Real (2009, Galeria Marcantonio Vilaça. Recife). O artista foi contemplado em 2010 com um prêmio no concurso “Próximo Futuro”, programa de cultura contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian, a mais importante instituição de apoio às artes plásticas de Portugal.
O artista é um dos nomes mais promissores da nova safra de artistas plásticos pernambucanos, integrando a cena artística do Recife. Já teve exposições individuais no Nordeste brasileiro e na Europa (Portugal, França, Itália e Holanda) e tem expostas em importantes instituições como a Calouste Gulbenkian de Lisboa. Esta será sua primeira exposição individual no sudeste brasileiro.

SERVIÇO:
Exposição Natureza Impermanente
Abertura para convidados e imprensa: dia 13 de março de 2012, às 19h30min
Datas: 14 de março a 22 de abril de 2012
Horário de visitação: terça-feira a sábado, das 9h às 21h e domingos e feriados das 10h as 21h.
Local: CAIXA CULTURAL São Paulo (Paulista) - Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2083 - Cerqueira César, São Paulo (SP) - Metro Consolação
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal


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Estudantes da rede municipal de Votorantim desenvolvem trilha sonora dos filmes produzidos nas oficinas do Programa Cinema e Educação


Os alunos dos 5os anos das escolas municipais de Votorantim, contemplados pelo Programa Cinema e Educação, estão desenvolvendo as trilhas sonoras dos próprios filmes.

Os filmes são produzidos pelas crianças durante as oficinas do programa, oferecido pela Prefeitura de Votorantim, por meio da Secretaria de Educação, sob organização da Planeta Educação, empresa especializada na implantação de soluções educacionais inovadoras.
Durante as oficinas, os alunos são orientados quanto à linguagem cinematográfica e a importância da trilha sonora, composta de efeitos que fazem toda a diferença nas produções fílmicas dos estudantes.
“Com a atividade de captação de sons, os alunos entenderam melhor a função da trilha sonora de um filme, que tem por objetivo ajudar na transmissão da mensagem e ainda colaborar com a carga de sentimento que o filme quer nos passar, fazendo-nos chorar, sorrir, sentir pena, revolta, compaixão; enfim, tantos sentimentos que só são possíveis porque a trilha sonora é parte essencial da linguagem dessa importante arte que é o Cinema”, explica Erika de Souza Bueno, coordenadora do Programa Cinema e Educação.
Durante a atividade, os alunos aprenderam que o silêncio é fundamental para produzir e gravar sons, tais como o barulho do motor do carro de uma professora, a colher tinindo dentro de uma xícara na cantina, o ruído da porta da sala de aula, a tosse de um aluno resfriado, entre tantos outros sons que farão parte dos filmes que eles vão produzir ao longo do ano.
“Eu gosto muito da oficina porque meu sonho era fazer alguma coisa parecida com teatro e cinema. Além de a gente poder trabalhar com tudo isso, a gente se diverte. É muito bom aprender sobre isso”, conclui Amanda, aluna da EMEF Professora Edith Maganini, de Votorantim.
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