16 de mai de 2018

O médico brasileiro Antonio Ruston,

O médico brasileiro Antonio Ruston, um dos pioneiros em transplante capilar no país,
estará à frente do 3º workshop anual do World FUE Institute, que acontece de 21 a 23 de junho em Lisboa e do Congresso Brasileiro de Restauração Capilar, de 22 a 25 de agosto em Foz do Iguaçu, que reúne autoridades no assunto

Demonstrações cirúrgicas ao vivo, debates e mesas redondas


Convidado para participar como diretor científico e um dos mestres e palestrantes de dois Congressos (Em Lisboa, de 21 a 23 de junho ,3º workshop anual do World FUE Institute e em Foz do Iguaçu, de 22 a 25 de agosto, Congresso Brasileiro de Restauração Capilar), que reunirá a classe médica internacional especializada no assunto,  Dr. Ruston, como é conhecido profissionalmente, vai apresentar sua técnica autoral de extração de unidades foliculares (FUE – pronuncia-se as letras isoladas - efe u e) e a cirurgia corretiva com a técnica, da qual é especialista, além de dirigir mesas redondas e debates a respeito do tema.
Ruston se dedica exclusivamente há duas décadas à restauração capilar e é pioneiro no Brasil, desde 2009, a usar a FUE, técnica de transplante de cabelos sem cicatriz linear, com incisões minúsculas, invisíveis a olho nu.
O congresso do World FUE Institute (instituto focado em educação, pesquisa e instrução no campo da cirurgia de restauração capilar exclusiva em FUE (folicular unit extraction e extração de unidades foliculares, em português) vai reunir em Lisboa professores e médicos especialistas de todo o mundo na Master Group Hair Clinic. É o único congresso internacional a abordar exclusivamente os avanços voltados à FUE, as mais recentes técnicas e instrumentações no campo cirúrgico e nos transplantes de barba, cílios e sobrancelhas, bem como FUE de cabelo comprido, reparação de raiz e micropigmentação.

Na área da cirurgia plástica, o transplante capilar é um dos segmentos que mais cresceu nos últimos anos e a grande responsável por isso é a alopecia androgenética ou calvície de padrão clássico popularmente conhecido como “calvície hereditária”, que afeta aproximadamente 70% dos homens e 40% das mulheres.

A técnica FUE é a mais segura e inovadora forma de captar os folículos de uma área doadora para serem transplantados. Ao invés de se fazer uma incisão linear, os folículos capilares são selecionados pelo cirurgião e removidos, um a um, por meio de pequenos orifícios de 0,7 a 0,8 milímetros que se fecham em aproximadamente um a dois dias. A incisão é feita até a metade da altura em que se encontram os bulbos (raízes) capilares e em seguida a unidade é extraída com auxílio de delicadas pinças. As raízes são manuseadas microscopicamente e são mantidas imersas em solução fisiológica a 4 graus até o momento de seu retorno ao couro cabeludo para a área receptora.
“O aumento da procura pelo FUE deve-se ao fato de ser minimamente invasivo por não haver cicatriz linear e também ao avanço da técnica nos últimos anos, diz Ruston.
O procedimento FUE está indicado para os pacientes que pretendem utilizar os cabelos raspados ou mantê-los curtos entre dois e três milímetros, para corrigir cicatrizes alargadas e visíveis no couro cabeludo decorrentes de transplantes anteriores mal sucedidos, cicatrizes de lifting facial, em áreas de pelos, ou provocadas por queimaduras, para transplante de sobrancelhas ou ainda para retoques de transplantes capilares ou pacientes com área doadora rarefeita em que uma cicatriz se tornaria muito evidente.

“O FUE bem feito é aquele em que é retirado o máximo de folículos sem que se consiga ver o couro cabeludo. O número, porém, varia muito de paciente para paciente, dependendo da densidade capilar da área doadora (numero de folículos por centímetro quadrado). Alguns pacientes possuem 100 fios por cm2, enquanto outros possuem menos de 50 cm2. A espessura dos cabelos também altera esse número, ou seja, quanto mais grossos os fios, maior o número de unidades que podem ser extraídas e o percentual de unidades de 3 fios também é relevante. Fazendo uma analogia com uma floresta: quanto mais perto uma árvore da outra, mais grossas forem as árvores e maior o percentual de árvores de 3 galhos, maior o numero de árvores que podem ser removidas sem que se veja o chão”, acrescenta Ruston. 

A FUE tem a vantagem da extração seletiva, ou seja, pode se extrair mais unidades de 2 e 3 fios e consequentemente oferecer maior volume ao resultado, além disso é possível fazer a extração de fios mais finos da nuca e regiões atrás das orelhas para transplanta-los na linha anterior e dar ainda mais perfeição ao resultado.


Dr. Antonio Ruston é cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro fundador do World FUE Institute. (www.worldfueinstitute.com )  e membro, entre muitas outras da ABCRC (associação brasileira de restauração capilar), ISHRS - International Society of Hair Restoration Surgery (www.ishrs.org), da ASAPS - American Society of Aesthetic Plastic Surgery e da ISAPS – International Society of Aesthetic Plastic Surgery.


Na cirurgia de transplante capilar:
- Cirurgião Plástico Exclusivamente Dedicado a Transplante Capilar desde 2001;
- Diretor da Clínica Ruston – São Paulo, SP;
- Coautor do primeiro livro sobre transplante capilar em língua portuguesa (Transplante Capilar – Arte e técnica – Ruston, Lemos & Hadwanski – 2011);
- Pioneiro na introdução da técnica FUE no Brasil em 2009;
- Palestrante desde 1999 em congressos em diversos países do mundo com mais de 300 aulas e palestras e cirurgias demonstrativas
- Primeiro cirurgião plástico a apresentar e publicar a utilização de fios mais finos, os chamados “ultrafines” na frente da linha anterior para proporcionar aspecto de penugem e perfeição aos resultados (2005 ISHRS Annual Meeting – Sydney – “ Ultrafines – the key for a perfect hairline);
- Autor de capítulos no mais importante livro sobre transplante capilar do mundo (Unger WP, Shapiro R. Hair Transplantation. 4th edn.- Ruston – “ Red flags in hair transplant”);
- Homenageado no Hair Transplant Forum international como “surgeon of the month”
(2007)

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