27 de ago de 2016

Helô Pinheiro fotografa para o calendário do Instituto Olga Kos


Ensaio faz parte do calendário anual do Instituto, que promove a inclusão cultural por meio da arte e do esporte.

A eterna “Garota de Ipanema” Helô Pinheiro, de 71 anos, posou nesta quinta-feira (25) para o calendário do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (IOK), uma associação sem fins lucrativos, que desenvolve projetos artísticos e esportivos para cerca de 3.500 crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual, principalmente Síndrome de Down, na cidade de São Paulo.  
Ao lado de João Victor Queiroz, de 17 anos, participante das oficinas de artes do IOK, Helô falou sobre o significado da paz, tema do calendário 2017.  “Paz, para mim, é o encontro da felicidade, da compreensão e da satisfação em fazer o bem. A paz a gente encontra naqueles momentos em que mais estamos pensando no próximo”, disse.

Essa será a quarta edição do Calendário Inclusivo da entidade. A versão de 2016 contou a participação de  ídolos do esporte brasileiro, em referência aos Jogos Olímpicos que foram disputados no Rio de Janeiro, como o astro do basquete Oscar Schmidt, a levantadora Fofão, do vôlei e o nadador Gustavo Borges.
Sobre o Instituto Olga Kos 
O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (IOK) é uma associação sem fins lucrativos, com qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que atende cerca de 3.500 crianças, jovens e adultos com deficiência intelec­tual, particularmente Síndrome de Down, na cidade de São Paulo. Fundado em 2007, tem como missão abrir canais de comunicação pela arte e pelo esporte, e, por meio deles, promover a inclusão social e cultural destas pessoas. Para isso, conta com uma equipe multidisciplinar formada por artistas plásticos, arte-educadores, psicólogos, educadores físicos, fisioterapeutas, mestres em Karate-Do e Taekwondo, profissionais multimídia e pedagogos. As oficinas de esportes buscam incentivar a prática esportiva (Karate-Do e Taekwondo), estimular o desenvolvimento mo­tor e melhorar a qualidade de vida dos participantes. Já as oficinas de artes buscam divulgar a diversidade cultural e artística de nosso país, expandir o acesso à cultura, incentivar o exercício da arte e desenvolver os canais de comuni­cação e expressão dos participantes, por meio dos programas: “Pintou a Síndrome do Respeito” e “Resgatando Cultura”. Todas estas atividades procuram garantir que a pessoa com deficiência intelectual reúna con­dições de participar de forma mais efetiva da sociedade da qual ela faz parte. Além disso, o IOK desenvolve a articulação de redes de apoio para geração de renda e inclusão no mercado de trabalho, por meio de parcerias com instituições que promovem o aprendizado de habilidades profissionais.




Sandra Camillo
Editora Chefe
https://www.facebook.com/sandra.camillo

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