17 de nov de 2014

FERNANDO DELUQUI LANÇA EP SOLO E GRAVA VIDEOCLIPE

O guitarrista do RPM, em projeto paralelo a banda, lança projeto solo
com produção de Tadeu Patolla e Lampadinha



O guitarrista e vocalista Fernando Deluqui lança o EP  Nau, trata-se do quarto projeto solo da carreira. O EP conta com 5 faixas, sendo todas as canções autorais e duas delas em parceria. A produção ficou por conta dos consagrados Tadeu Patolla (Charlie Brown e Biquini Cavadão, entre outros) e Lampadinha (Charlie Brown e CPM 22, entre outros). “Está sendo muito gratificante trabalhar com esses profissionais competentes”, relata.
A música carro chefe do  EP  “Dançarina” já esta sendo trabalhada em algumas rádios do Brasil e ganha versão em videoclipe. A direção ficou por conta de Bruno Navarro.  Traz um misto de imagens aquáticas da atriz e modelo Fernanda Carvalho e da banda, algo bem psicodélico.
Como já foi dito o projeto, não é o primeiro de Deluqui, sendo que ele já gravou três CD`s, com grande aceitação nas rádios FM`s do Brasil, foram eles: Fernando Deluqui (2000), Delux (2007) e Jardim Secreto (2009). Mas, as novidades não param por aí. Além do novo projeto solo e os shows com o RPM, ele anda pela estrada com o programa Deluqui Nau, que vai ao ar pela Play TV, e mostra os bastidores das viagens, shows, do showbusiness, entre outros assuntos.
“A atual fase da minha carreira solo é uma continuidade do que eu vinha fazendo antes da volta do RPM, em 2011, quando optamos por fazer uma interrupção para nos concentrarmos na retomada da banda”, explica Deluqui. “Depois de dois anos, consolidamos o trabalho no RPM, ficamos mais à vontade para retomarmos o trabalho em carreira solo e o meu processo criativo individual”, finaliza.

Faixas do EP:
1 – Ester (Deluqui);
2 – Coração (Deluqui);
3 – Dançarina (Deluqui);
4 – Sorriso (Deluqui e Alain Chehaibar);
5 – Madrugada (Deluqui e Regis Leal);

Mais Sobre Fernando Deluqui:

O guitarrista, compositor e cantor paulistano Fernando Deluqui já está há quase 20 anos na estrada. Apaixonado desde a infância por música e mar (pratica surf até hoje), Deluqui ainda no ginásio formou a banda Proveta Negra, cuja maior influência eram as imagens de Jimi Hendrix queimando sua guitarra em Monterrey. 
Tempos depois, em meados dos 80, quando liderava o grupo new wave Ignoze, foi apresentado a Mae East, a bela e loiríssima cantora que acabara de sair do cultuado Gang 90 de Júlio Barroso. Mae convidou Deluqui para integrar a sua banda e é aqui que a vida do nosso herói toma um novo rumo. 
Na banda que acompanhava a cantora, o guitarrista Deluqui tinha como parceiro o tecladista Luis Schiavon que por seu lado tinha um amigo, cantor e boa pinta, chamado Paulo Ricardo. Os três se juntaram e nasceu o RPM. Como todos sabem, o RPM foi em seu auge, entre 1984 e 1987, um dos grupos mais populares surgidos no Brasil nos últimos 25 anos, chegando a vender incríveis 3 milhões de cópias do LP Rádio Pirata ao Vivo. 
Em meio a todo este sucesso, as loucuras típicas do rock, incluindo brigas, ciúmes, inveja e desunião dentro do grupo. Bem ou mal, terminando e recomeçando com formações diferentes (quase sempre com Paulo Ricardo e Fernando Deluqui), o RPM sobreviveu até 1993. Encerrando a fase RPM, Deluqui seria convidado por Humberto Gessinger para assumir a guitarra dos Engenheiros do Hawaii em 1995. "Foi legal, excursionamos e gravamos com sucesso, mas eu estava infeliz. Eu precisava tocar minhas músicas, cantar e falar as coisas que queria. Fazer, enfim, as coisas do meu jeito". 
Para recomeçar a carreira, Fernando Deluqui precisou dar um tempo. "Sai dos Engenheiros, abandonei a estrada e me isolei no estúdio para gravar o que viria a ser meu primeiro disco solo. Entre 1996 e 2000, trabalhei muito para melhor me expressar como artista, me aperfeiçoando como músico e cantor.
No final de 2000, Deluqui colocou nas ruas o CD independente que leva o seu nome: 13 faixas em que se divide entre guitarras, baixo, teclados, programação de samplers e baterias, percussão e voz, além de assinar todas as músicas, algumas em parcerias com Péricles Cavalcanti, Fernando Zarif, Ciro Pessoa e Virgínia Carvalho, sua mulher, "uma das razões, também, de minha vida e carreira estarem indo para frente", se derrama o artista. 
Em 2002 aposta na volta de sua grande banda, RPM e conquista CD e DVD de platina. Apesar do súbito fim da banda, Deluqui se une a Schiavon, seu parceiro no RPM e Lazzarotto, aparecendo como cantor e compositor emplacando o tema de abertura da novela Cabocla da Rede Globo, mostrando que manda muito bem nos vocais. 
Em 2005 Deluqui apresenta semanalmente o espetacular show 80´s Delux, com apoio da Kiss FM, um projeto idealizado pelo músico que ficou 7 meses em cartaz no Coppola Music, São Paulo. Durante esta bem sucedida temporada, o público pode conferir performances incendiárias e releituras bem cuidadas do pop/rock nacional e internacional da década de 80, além de várias participações de artistas convidados. 
Em 2007 o irrequieto artista Fernando Deluqui criou nova sonoridade e lançou o CD Delux, nesta época, acompanhado por banda se apresentou ao vivo em shows cada vez mais empolgantes, recheados de novidades e de sucessos, causando, no seu crescente público, irresistível vontade de dançar.
Para o final de 2010 Deluqui, lança o single "Eu só te quero do meu lado" com a produção de Ray Z, atualmente um dos responsáveis pelo atual pop e rock gaúcho. Ray Z produziu os últimos singles das bandas Bidê ou Balde e Nenhum de Nós, emplacando os dois nas FM's do sul.
Em 2011 a carreira do guitarrista é marcada novamente pela volta do RPM, com a gravação do novo álbum de estúdio "Elektra". Faziam 23 anos que o RPM não gravava um álbum em estúdio. Eles seguem em turnê pelo país com uma agenda bem repleta de shows.

Vídeoclipe “Dançarina”: https://www.youtube.com/watch?v=sGdQg0e6W5U




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