15 de set de 2014

Por que é tão difícil acabar com o culote?

Área que incomoda a muitas mulheres, o culote nem sempre vai embora só com exercícios e boa alimentação. 

Mulheres magras ou com o corpo considerado perfeito. Você conhece algumas, certo? Mas pergunte a elas se estão totalmente satisfeitas com o corpo – tenho certeza que a grande maioria mudaria alguma coisinha que lhes incomoda. Algumas falam que os seios são pequenos, outras de alguma dobrinha na barriga e algumas até sobre aquele acúmulo de gordura entre as pernas – o famoso e indesejado culote.
Caracterizado pelo acúmulo de gordura localizada, o culote causa estresse e desconforto para muitas mulheres – até mesmo para aquelas mais magrinhas, já que esse acúmulo de gordura entre as pernas pode ser de origem hormonal ou genética.
Segundo o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR, os culotes são difíceis de serem tratados apenas com exercício e alimentação adequados, já que podem ter origem genética. “Além disso, existem diferentes tipos de culote: o fibroso, que apresenta uma maior consistência e celulite avançada; o menos fibroso, que, como o próprio nome já diz, é consistência macia, acompanha as formas do corpo, é menor e apresenta leve uma celulite; o não flácido, que pode ser resolvido com um procedimento de lipoescultura ou hidrolipo; e o flácido, que apresenta tamanho desproporcional e a pele flácida, de difícil retração após lipoaspiração”, descreve Pacheco.
Na maioria dos casos o culote surge ainda na adolescência, quando ocorrem os maiores períodos de mudanças hormonais femininos. “Pode mudar de pessoa para pessoa, é claro, mas no geral a época em que o culote começa a aparecer – e a incomodar muitas meninas – é a partir dos 18 anos, no final da adolescência”, explica o especialista.
Apesar de difícil, não é impossível eliminar o culote – principalmente se a mulher aliar uma vida saudável, e, se necessário um procedimento estético. “A drenagem linfática, exercícios físicos e uma alimentação saudável são muito bons para o corpo como um todo, mas, infelizmente, não resolvem sempre o probleminha extra do culote”, comenta o especialista.
A drenagem, por exemplo, remove o líquido, responsável pelo inchaço, mas não acaba com ele. “Para acabar com a temida ‘gordura localizada’ às vezes é preciso um procedimento mais efetivo, já que nem sempre uma boa alimentação, cuidados estéticos e exercícios físicos são o suficiente para mandá-la embora”, comenta
Essa é a gordura mais difícil de ‘derreter’, por isso é comum vermos muitas mulheres com corpos esculturais, mas insatisfeitas com uma possível ‘barriguinha’ ou culote. “Para esses casos existe a cirurgia de lipoaspiração de culotes, que melhora o contorno do corpo, mas que assim como qualquer outra lipoaspiração, não é um método de emagrecimento”, diz Pacheco.
Caracterizada por ser a solução que vai mais a fundo e retira a gordura localizada, a lipoaspiração, quando ministrada com a drenagem, uma série de exercícios e boa alimentação, é a chave perfeita para a lapidação do corpo ideal.
Os resultados desses procedimento nos culotes normalmente são um sucesso e apresentam longa duração. “Isso é devido ao esforço da paciente. Nós fazemos a nossa parte – que é a fatia médica e as orientações – e elas cuidam do ‘resto’, ou seja, do período pós operatório”, comenta Pacheco, que lembra que o resultado final só deve ser avaliado seis meses após a cirurgia.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

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