14 de dez de 2012

ROYALTIES DO PRÉ-SAL: ENTENDA A EVOLUÇÃO DO SETOR PETROLÍFERO BRASILEIRO


Descrição: Petroleo_SEM LOMB

EDITORA
CAMPUS/ELSEVIER
 
Categoria: Educação e Referência
Formato: 16x23 cm
Páginas: 376
Preço: R$ 79,90
Fabio Giambiagi é mestre pela UFRJ. Ex-professor da UFRJ e da PUC-RJ. Funcionário do BNDES desde 1984. Exmembro do staff do Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID) em Washington. Ex-assessor do Ministério do Planejamento. Coordenador do Grupo de Acompanhamento Conjuntural do Ipea entre 2004 e 2007. Autor ou organizador de mais de quinze livros sobre economia brasileira. Assina uma coluna mensal no jornal Valor Econômico. É membro do Conselho Superior de Economia (Cosec) da Fiesp. Atualmente, ocupa o cargo de chefe do Departamento de
Risco de Mercado do BNDES.

Luiz Paulo Vellozo Lucas: Natural de Vitória (ES), formou-se em Engenharia de Produção pela UFRJ e tem cursos de pós graduação em desenvolvimento econômico (BNDES) e Economia Industrial (IEI/UFRJ). É funcionário de carreira do BNDES, onde chefiou o Departamento de Planejamento (DEPLAN). Foi Diretor do Departamento de Indústria e Comércio (DIC) e Secretário de Acompanhamento Econômico no Governo Federal. No Espírito Santo, foi Secretário de Planejamento e de Agricultura. Foi prefeito de Vitória em dois mandatos e Deputado Federal pelo PSDB (ES). Foi também Presidente do Instituto Teotônio Vilela do PSDB. É professor da PUC/RJ e escreveu o livro “Qualicidades”, sobre Poder local.


Petróleo
Reforma e contrarreforma do setor petrolífero brasileiro

Diante dos desafios impostos pelas grandes descobertas do pré-sal, novas modificações foram feitas à legislação aplicável às atividades de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Em especial, foi introduzido no país o novo regime de partilha da produção para as áreas geograficamente delimitadas do pré-sal, no qual o Estado brasileiro passa a ser sócio dos empreendimentos, em lugar de exercer o papel de poder concedente.

Lançado pela Campus/Elsevier, e organizado por Fábio Giambiagi e Luiz Paulo Vellozo Lucas, Petróleo reúne um time enorme de especialistas no assunto, conta com prefácio escrito por Fernando Henrique Cardoso e analisa com maestria estas mudanças mais recentes de orientação na ação do Estado Brasileiro diante das atividades de exploração e produção de petróleo e gás, com impactos relevantes não apenas sobre o setor, mas sobre toda a economia brasileira. É uma leitura que apresenta, de forma clara, um conjunto de ideias que vem contribuir para o importante debate sobre o modelo mais adequado de desenvolvimento da indústria petrolífera no Brasil.

O livro está divido em quatro blocos de capítulos. No primeiro deles, faz-se uma rápida reconstituição histórica das condições em que se deu a expansão da Petrobrás, desde a sua criação em 1953 até meados dos anos 90, passando pelo crescimento inicialmente gradual da empresa, pela crise do petróleo e pelo salto de produção observado a partir de então. No segundo bloco, expõem-se a lógica e os resultados da reforma legal de 1997, que aconteceu ao fim do monopólio do petróleo em 1995 e mudou radicalmente o panorama do setor. Este capítulo também mostra em detalhes a política do fortalecimento da rede de fornecedores associada ao desenvolvimento do setor de petróleo e gás no Brasil. No terceiro bloco, analisa-se a mudança do marco regulatório no final do segundo governo Lula e destacam-se a ampliação das incertezas e os prejuízos de longo prazo que elas podem acarretar para o país. Há também uma análise cirúrgica acerca da evolução do desempenho da Petrobrás ao longo dos últimos anos. Já no quarto bloco, há alguns capítulos com um olhar voltado para o futuro, com uma análise das perspectivas do setor de petróleo e gás no mundo nos próximos anos.

“O presente livro é uma tentativa de corrigir o rumo das ações do governo no setor de petróleo, antes que os custos futuros dos equívocos se tornem muito maiores. Trata-se de uma tentativa de contribuir para o bom debate. Esperamos ser bem sucedidos em passar pelo crivo crítico dos leitores”. Explicam os autores e organizadores
 

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