6 de nov de 2012

Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento chega à 2ª edição com 23 trabalhos na final

Fundo Baobá é um dos apoiadores do evento, que acontece em 12 de novembro no Rio

Rio de Janeiro, novembro de 2012 – Acontece no próximo dia 12 a 2ª edição do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, criado com o objetivo de promover debates sobre a questão racial e incentivar medidas que combatam as desigualdades socioeconômicas do negro no país, por meio da premiação a jornalistas que escrevem ou registram imagens sobre o assunto.

Ao todo, neste ano, há 23 trabalhos disputando a final, dos 170 inscritos de várias partes do país, que concorrem nas categorias Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Internet, Mídia Alternativa ou Comunitária, Fotografia e Categoria Especial de Gênero.

Apoiado pelo Fundo Baobá, pelas Fundações Ford e Kellogg e pela Oi, o prêmio conta com uma Comissão Julgadora dos trabalhos independente, formada por jornalistas e especialistas em relações raciais, que avaliam a originalidade da pauta, pertinência, criatividade, linguagem, fontes, caráter investigativo e repercussão obtida.

Os vencedores da segunda edição do Prêmio serão anunciados no próximo dia 12 de novembro, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, em uma festa para convidados. Ao todo, haverá a distribuição de R$ 35 mil aos vencedores das sete categorias, além da entrega de troféu.

Mais sobre o Prêmio
Criado em 2011, o Prêmio é uma homenagem ao ex-senador e um dos ícones do combate ao racismo no Brasil, Abdias do Nascimento, já falecido. Nascimento foi ativista dos direitos humanos, jornalista e chegou a receber indicação ao Prêmio Nobel da Paz em 2010.

O Prêmio é uma iniciativa da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), vinculada ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, e conta com a parceria da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e do Centro de Informações das Nações Unidas no Brasil (Unic-Rio).

Serviço:
2º Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento
- Data: 12 de novembro
- Horário: a partir das 18h30
- Local: Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro - Rua Afrânio de Melo Franco 290, Leblon - Rio de Janeiro/RJ.

Sobre o Baobá
Criado em 2011 e com sede em Recife (PE), o Fundo Baobá para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos e tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar projetos pró-equidade racial de organizações da sociedade civil (OSCs) afro-brasileiras. O Fundo Baobá também promove uma agenda para estimular a filantropia para a justiça social no país, baseada nos princípios de efetividade, transparência e ética. A Fundação Ford e a Fundação Kellogg são as duas mantenedoras da entidade. A Fundação Tides, o Synergos e o Africare também são parceiros do Fundo Baobá.
A ideia que deu origem ao Fundo Baobá surge em 2008 com a decisão da Fundação Kellogg em deixar o Brasil até 2012.  Intelectuais e ativistas afro-brasileiros foram convidados pela Fundação para discutir alternativas para a sustentabilidade das OSCs afro-brasileiras e a criação de um legado, a ser deixado pela Fundação, para apoiar o trabalho destas organizações no país.
O Fundo Baobá fez sua primeira doação em setembro deste ano ao Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) para ampliar os impactos do prêmio “Educar para a Igualdade Racial”, uma iniciativa que valoriza professores que incentivam o ensino da história e cultura afro-brasileira e da África nas escolas públicas e privadas. O Fundo Baobá também atua junto à Rede de Fundos Independentes, uma coalisão de organizações doadoras brasileiras cujo objetivo é consolidar, ampliar os impactos e promover a atuação dessas organizações no Brasil.
Em 2013, o Fundo Baobá lançará seu primeiro edital público para financiamento de pequenos projetos voltados para a promoção da equidade racial. Para essas iniciativas, serão destinado

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