1 de jul de 2012

Pela primeira vez em São Paulo uma artista mora dentro da sua própria instalação feita a partir do “lixo vidreiro”



SERVIÇO: “Através do Vidro”De Debora Muszkat


Funcionamento: De 22 de Junho a 19 de Agosto
Endereço: Rua Dr Rui Batista Pereira 125 – Caxingui
Dia e horário de funcionamento:
De Sexta a Domingo das 16h às 22h

Entrada Gratuita
Informações 3722-3570


Pela primeira vez em São Paulo uma artista mora dentro da sua própria instalação feita a partir do “lixo vidreiro” 
A artista plástica Debora Muszkat apresenta uma instalação feita a partir de
“lixo vidreiro” em São Paulo
Pela primeira vez, uma casa em São Paulo se transforma inteiramente numa instalação artística de vidro colhido no lixo. Há trinta anos trabalhando com vidro, a artista plástica Debora Muszkat expõe não só a intimidade da sua obra, mas a sua intimidade ao viver dentro da sua própria instalação de arte, aberta à visitação.  As peças de vidro tomam do banheiro até o jardim, passando pelo quarto da artista, até a cozinha.

A partir de 19 de junho a artista apresentará uma instalação de grandes dimensões composta por uma estrutura de ferro e vidro em formato de uma ponte móvel no meio de um jardim de vidro e plantas.  A obra ocupa uma área de 200m2 na casa-atelier da artista; um verdadeiro laboratório de pesquisa na transformação do vidro. A exposição, intitulada “Através do Vidro”, explora o jogo de reflexos e luzes que se criam a partir da intervenção de espelhos, água e objetos de vidro no espaço cotidiano.  Através de uma experiência multi-sensorial – em que as instabilidades da imagem se duplicam e transmitem para o corpo do próprio espectador — a obra tematiza as relações sempre delicadas entre a técnica moderna e o meio-ambiente, assim como entre consumo e responsabilidade social.

O visitante poderá interagir com a obra atravessando ou “balançando” a ponte, criando movimentos por intermédio de sua estrutura móvel. Superfícies reflexivas espalhadas pelo local proporcionarão uma multiplicidade de ângulos pelos quais se pode apreender a interação de luzes, cores, reflexos e movimentos. Além disso, todos serão convidados a filmar, fotografar, gravar os sons e postar suas intervenções no Facebook, que terá pagina montada especificamente para este fim.  Ainda no contexto da rede social, a artista junto ao jornalista Marcelo Coelho (que mediará debates ao longo da exposição) e outros participantes do projeto incentivarão discussões sobre temas subjacentes ao trabalho da artista, como o do papel da arte na contemporaneidade, na cultura, educação, cidadania e ecologia.





Nas palavras de Marcelo Coelho (íntegra do texto em anexo), Debora Muszkat  “não só recicla mais uma vez as garrafas de vidro industrial, mas também a obra de outro artista, o Claude Monet das `Ninfeias´ . Só que Monet é referenciado em um ambiente completamente diferente, nada rural e nada idílico, mas bastante contemporâneo, a piscina da casa da artista. A famosa ponte de Monet em Giverny ganha uma nova tradução numa estrutura de metal de mais de três metros de altura e cinco de comprimento. Na piscina,  flores flutuando refletem a ponte, suas cores, o céu e a luz do dia. “O jogo de reflexos, entretanto, não se fará apenas por meio do elemento natural da água de um lago. Além da água da piscina, também o espelho – esse produto antiqüíssimo e também contemporâneo, industrial — fará o trabalho de refletir as cores, as flores de vidro imaginadas pela artista. E o que é o espelho, afinal, do que a “máquina imaginária” de reproduzir uma coisa igual a si mesma? Aquilo que a indústria faz todo dia, produzir o mesmo produto, sempre igual, indefinidamente, é simbolizado aqui nos pedaços de espelho que se refletem um ao outro, sem fim, num ciclo infinito de imagens. Debora Muszkat, nos leva a outro mundo – que é, finalmente, o nosso, e está ao alcance de todos, quando a visão estética e a preocupação ambiental dessa artista nos são capaz de conduzir, levemente, com delicadeza, nesse percurso de encontro, reencontro, reciclagem com nós mesmos.

O jornalista e educador Gilberto Dimenstein diz: “a exposição é uma amostra sublime da união da ética - a sustentabilidade - com a estética. Ninguém sai indiferente desse mergulho sensorial. Ali, ficamos todos transparentes como se fôssemos de vidro". 
    
Na edícula da casa-atelier, funcionará uma "galeria" onde o público poderá apreciar e adquirir trabalhos recentes criados por Debora em parceria com o grupo de grafiteiros D10 (coletivo formado com ex- alunos do Projeto Aprendiz) e com o grupo de jovens da Oficina do Vidro, tais como pratos, copos, etc, entre outros utilitários.



Link do projeto aqui
 
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