28 de mai de 2012

Projeto Cemitério de Automóveis 30 anos promove oficina gratuita de cenografia, no Estação Caneca


ATOR E DIRETOR GABRIEL PINHEIRO MINISTRA OFICINA DE CENOGRAFIA DENTRO DO PROJETO CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS 30 ANOS – ARTES DO SUBTERRÂNEO, BENEFICIADO PELO PROGRAMA MUNICIPAL DE FOMENTO AO TEATRO


Oficina acontece nos sábados de junho no Estação Caneca e é gratuita
Durante o mês de junho o projeto CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS 30 ANOS – ARTES DO SUBTERRÂNEO realiza uma Oficina Cenografia com o ator e diretor Gabriel Pinheiro.  A oficina acontece aos sábados, nos dias 09, 16, 23 e 30 de junho, no Estação Caneca e é gratuita. As inscrições vão até o dia 6 de junho.

A oficina abordará noções básicas da cenografia contemporânea e os processos e formação de conceitos para um projeto visual cênico. Durante as aulas serão trabalhadas questões como: função e disfunção da cenografia, conceitualização, cores e materiais. Serão realizados exercícios práticos onde cada aluno desenvolverá um projeto cênico pessoal.
O Projeto CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS 30 ANOS – ARTES DO SUBTERRÂNEO foi beneficiado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo e reúne teatro, literatura, música, poesia, cinema, vídeo e fotografia, e conta com apresentações de peças, shows, oficinas e encontros.

Para Roteiro:
Oficina de Cenografia com Gabriel Pinheiro.
Dias 09, 16, 23 e 30 de junho, Sábados, das 15h às 18h. Gratuito.
Seleção por currículo: producao.cemiterio@gmail.com
Inscrições até o dia 6 de junho

ESTAÇÃO CANECA – Rua Frei Caneca, 384 – Consolação. Capacidade 50 lugares. Bilheteria funciona de quarta a domingo, uma hora antes do início das atividades. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Estacionamento conveniado a R$8,00 ao lado. Café. Informações sobre o projeto e atividades: telefone 2371-5783 e site www.cemiteriodeautomoveis.com.br

Currículos:

Gabriel Pinheiro: É ator, diretor e cenógrafo teatral. Em 16 anos de carreira atuou em mais de 28 espetáculos e dirigiu 5 peças teatrais. Com a Companhia Cemitério de Automóveis esteve na criação dos cenários das peças:Homens santos e desertores, A frente Fria que a chuva trás, O que restou do sagrado, Chapa quente e Canções para ninar dinossauros. É fundador e diretor artístico do Centro Cultural b_arco em São Paulo.

Cemitério de Automóveis: Fundado em 1982, por Mário Bortolotto e Lázaro Câmara na cidade de Londrina (PR), com o nome de Grupo de Teatro Chiclete com Banana, passou a se chamar Cemitério de Automóveis a partir de 1987.  O Grupo já montou mais de quarenta espetáculos cumprindo várias temporadas em Londrina, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo, onde está trabalhando desde 1996. Participou dos mais importantes festivais de teatro do país, colecionando uma galeria respeitável de prêmios. Com o espetáculo Medusa de Rayban, o grupo ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Ator Coadjuvante de 1997 (Everton Bortotti) e foi indicado para o Prêmio Shell de Melhor Autor de 1997 (Mário Bortolotto). Por Diário das Crianças do Velho Quarteirão, Mário Bortolotto recebeu a indicação para o Prêmio Shell de Melhor Autor de 1998. Em 2000, realiza a 1.ª Mostra de Teatro Cemitério de Automóveis, com 14 produções no Centro Cultural São Paulo. A mostra rende a Mário Bortolotto o Prêmio APCA Pelo Conjunto da Obra e o Prêmio Shell de Melhor Autor por Nossa Vida não Vale um Chevrolet.


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