2 de mai de 2012

Espetáculo Leila Baby estréia dentro do projeto Cemitério de Automóveis 30 anos - Artes do subterrâneo,beneficiado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro

Com texto e direção de Mário Bortolotto, espetáculo reúne os atores Ricardo Gelli e Camila dos Anjos

O espetáculo LEILA BABY, estreia dia 02 de maio, quarta-feira, às 21h, noTeatro Estação Caneca. Com texto e direção de Mário Bortolotto,espetáculo reúne os atores Ricardo Gelli e Camila dos Anjos. Montagem faz parte do projeto CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS 30 ANOS – ARTES DO SUBTERRÂNEO, que foi beneficiado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo. A peça tem ingresso consciente (Pague Quanto Puder) e fica em cartaz até o dia 27 de Maio.

Em LEILA BABY, Leila é uma garota do interior de São Paulo que vem pra Capital pra prestar vestibular pra Jornalismo. Em São Paulo conhece Otávio (esse talvez nem seja o nome dele – ele não faz questão de esclarecer), jovem niilista que contesta os sonhos e as pretensões de Leila. Os dois acabam por se envolver numa relação que parece fadada ao fracasso.

O Projeto CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS 30 ANOS – ARTES DO SUBTERRÂNEO reúne teatro, literatura, música, poesia, cinema, vídeo e fotografia e conta com apresentações de peças, shows, oficinas e encontros. Serão apresentadas 7 peças de repertório e 3 inéditas durante o ano de 2012.

Para roteiro 
LEILA BABY – Estreia dia 2 de maio de 2012, quarta-feira, às 21h. Texto e Direção:Mário Bortolotto. Com o grupo Cemitério de Automóveis. Elenco: Camila dos Anjos e Ricardo Gelli. Duração: 1h10. Classificação: 14 anos. Ingressos: Pague Quanto Puder. Quarta a sábado, às 21h. Domingo, às 20h. Até 27 de maio.

ESTAÇÃO CANECA – Rua Frei Caneca, 384 – Consolação. Capacidade 40 lugares. Bilheteria funciona de quarta a domingo, uma hora antes do início das atividades. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Estacionamento conveniado a R$8,00 ao lado. Café.Informações sobre o projeto e atividades: telefone 3657-2606 e site www.cemiteriodeautomoveis.com.br

CURRÍCULOS

Mário Bortolotto: Ator, diretor, autor, sonoplasta, iluminador, vocalista e compositor de rock, escreve para teatro desde 1981. Nascido em Londrina (PR), tem doze livros publicados:Bagana na chuva (romance), Mamãe não voltou do Supermercado (romance), Para os Inocentes que ficaram em casa (poesia), Um bom lugar pra morrer (poesia), Gutemberg Blues (compilação de matérias escritas para os Jornais), Atire no Dramaturgo (textos de seu blog), DJ – Canções pra tocar no inferno (contos) e quatro volumes com seus textos de teatro. Ganhou o Prêmio Shell de teatro de Melhor Autor de 2000 pelo texto Nossa Vida não vale um Chevrolet, e Prêmio APCA de 2000 pelo Conjunto da Obra. É diretor do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis e vocalista das bandas de rock e blues Saco de Ratos eTempo Instável. Escreveu, entre outras peças: Música para ninar dinossauros, À Meia-Noite um solo de sax na minha cabeça, Nossa Vida não vale um Chevrolet, Hotel Lancaster, BrutalLeila Baby.

Camila dos Anjos: Atriz formada pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Fez workshops com Robert Castle, Fatima Toledo e Tata Amaral. Começou a trabalhar como atriz na televisão realizando diversos trabalhos, entre eles, Sandy e JuniorComeçar de novoEssas mulheresMalhação e Anjos do sexo. Em 2010, com o curta O nome do gato, ganhou os prêmios de melhor atriz nos festivais Art Dèco de curtas e documentários e no 14ºFAM – Festival Audiovisual do Mercosul. Na Escola Superior de Artes Célia Helena foi dirigida por Ruy Cortez, Marco Antônio Pâmio, Davis Otanis, Eduardo Okamoto e Bete DorgamNo teatro participou das peças, Panos e lendas (Companhia Pic & Nic), texto de Vladimir Capela, direção de Chico Cabrera; Depois Daquela Noite, texto e direção de Miro Rizzo; Dr Faustus Liga a Luz (Companhia Nova de Teatro), de Gertrude Stein, direção de Lenerson Polonini eCaminos Invisibles... La partida (Companhia Nova de Teatro), dramaturgia e direção de Carina Casuscelli.

Ricardo Gelli: É ator e arte educador, formado pelo Teatro Escola Célia Helena. Cursou também Educação Artística na Faculdade de Artes Alcântara Machado. Começou no teatro trabalhando e ministrando aulas por cinco anos com Oswaldo Montenegro e Deto Montenegro na Oficina dos Menestréis, na montagem de mais de quinze musicais. Com a Cia da Memória estreou Rosa de Vidro, de João Fábio Cabral, direção Ruy Cortêz ( 2007 a 2011).  Com o Teatro da Curva fez Otimismo, de Voltaire, direção Ralph Maizza (2008 a 2010), Medusa de Rayban, de Mario Bortolloto, direção Dídio Perini (2008) e Os Inadequados, Texto de John Sandlers, adaptação Leandro D'Errico, direção Ralph Maizza (2011/2012). Com o Núcleo 1408 participou de Os Assassinos de Inêz de Castro, texto e direção Rui Xavier. Entre 2009 e 2011, Com a Cia Nova de Teatro participou das peças Heiner Müller em Repertório (compilação dos textos Medeamaterial / Hamletmaschine / Descrição de Imagem), e Dr Faustus Liga a Luz, de Gertrude Stein, com direção de Lenerson Polonini e Caminos Invisibles, dramaturgia e direção de Carina Casuscelli. No cinema fez diversos premiados curta metragens, e está no longa Pólvora Negra, de Kapel Furman, onde compete como ator coadjuvante no VIII prêmio FIESP/SESI - melhores do cinema paulista 2012.

Cemitério de Automóveis: Fundado em 1982, por Mário Bortolotto e Lázaro Câmara na cidade de Londrina (PR), com o nome de Grupo de Teatro Chiclete com Banana, passou a se chamar Cemitério de Automóveis a partir de 1987.  O Grupo já montou mais de quarenta espetáculos cumprindo várias temporadas em Londrina, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo, onde está trabalhando desde 1996. Participou dos mais importantes festivais de teatro do país, colecionando uma galeria respeitável de prêmios. Com o espetáculo Medusa de Rayban, o grupo ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Ator Coadjuvante de 1997 (Everton Bortotti) e foi indicado para o Prêmio Shell de Melhor Autor de 1997 (Mário Bortolotto). Por Diário das Crianças do Velho Quarteirão, Mário Bortolotto recebeu a indicação para o Prêmio Shell de Melhor Autor de 1998. Em 2000, realiza a 1.ª Mostra de Teatro Cemitério de Automóveis, com 14 produções no Centro Cultural São Paulo. A mostra rende a Mário Bortolotto o Prêmio APCA Pelo Conjunto da Obra e o Prêmio Shell de Melhor Autor por Nossa Vida não Vale um Chevrolet.





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